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Archive for maio, 2021

maio 31 2021

Emakhuwa Consultoria e Serviços lançou 30 novos profissionais ao Mercado de emprego

Emakhuwa Consultoria e Serviços em Nampula lançou no mercado de emprego 30 novos profissionais. Trata-se de estudantes do curso de Jornalismo e Emakhuwa que participaram nos cursos de curta duração promovidos pela instituição. Aliás, destes graduados, 24 são do curso básico de jornalismo e 6 de Emakhuwa. “Nós estamos apostados em servir a nossa sociedade e contribuir no crescimento e para formação integral da pessoa humana” disse o Director Executivo da Emakhuwa Consultoria e Serviços Cantífula de Castro no seu discurso de abertura. Aos graduados no curso Básico de Jornalismo Aquele dirigente avançou que no exercício das suas atividades encontrarão várias dificuldades e que serão um impasse para a materialização e concretização dos seus trabalhos, tendo em conta que actualmente o mundo foi dominado pelas fake news, os graduados devem comunicar a verdade, com imparcialidade e fazer da comunicação fonte de transmissão de mensagens que sejam do povo e para o povo. Para os finalistas do Curso de Emakhuwa O Director Executivo apelou para que trabalhem para o resgate da língua Emakhuwa que nos últimos tempos tem vindo a ser esquecida no seio da comunidade, daí que a necessidade de traduzirem mais livros para que a língua não seja completamente esquecida. Os graduados na sua mensagem disseram que os três meses de formação intensa, nos dois cursos, foi de grande dificuldade devido as limitações financeiras decorrente do cenário económico do país. Daí que prometeram não esvaziar as mentes dos conhecimentos que tiveram dos seus formadores, de matéria, lições de vida, provocações intelectuais e muito menos a inspiração que lhes foi transmitida com brilho e com rigor nos olhos. “Nós estamos cientes dos desafios que nos esperam, porque o trabalho de emprego está difícil no nosso país” avançaram os graduados no seu discurso. (Júlio Assane)

maio 27 2021

Detido suposto falsificador de documentos em nampula

A Direção provincial de Identificação Civil aborta tentativa de falsificação de documentos em Nampula. O caso deu-se num passado não  distante quando um cidadão cuja identidade não conseguimos apurar, na posse de certidão de nascimento com dados falsos tentou sem sucesso tratar o documento de identificação civil num dos cartórios localizados na cidade de Nampula. Martinho Salimo, Chefe de Departamento de Identificação Civil de Nampula, avançou que após a neutralização do mesmo foi encaminhado aos calaboços duma das subunidades policiais da cidade de Nampula. A fonte avançou que de género não tem sido frequentes naquela instituição, dai que exortou aos cidadãos que pretendem enveredar para essas vias para que não o façam e sigam as exigências que lhes são dadas pelo sector como forma de ter o seu documento. De Janeiro a esta parte os serviços provinciais de Identificação civil de Nampula ja registaram e entregaram cerca de 43 mil documentos. De referir que este é o primeiro caso a ser registado a nivel da Direção provincial de identificação civil na cidade de Nampula. (Julio Assane)  

maio 27 2021

Edil de Nampula promete mão dura aos funcionários incompetentes

Uso indevido dos meios do município, Vahanle ameaça explusar de motoristas. O edil de Nampula fez estas declarações na manhã da última Terça-feira, no acto de entrega de três meios circulantes. Contudo, ameaçou impor mão dura aos funcionários que usam para fins alheios. Paulo Vahanle avançou que nos tempos que correm os motoristas da Autarquia têm vindo a usar as viaturas para o seu uso pessoal, no transporte de areia para pessoas singulares fora do perimetro de trabalho, dai que promete mão dura para esses funcionários. “As nossas viaturas são usadas para transporte de areia para pessoas fora do periodo de trabalho” – disse Vahanle. Num outro desenvolvimento aquele dirigente avançou que as viaturas adquiridas vêm reforcar o processo de remoção de residuos sólidos que tem vindo assolar de forma assustadora esta que é a terceira maior cidade do país. De referir que para a sua aquisição, custaram para os cofres dos parceiros do conselho municipal da cidade de Nampula, Sete milhões e oitocentos mil meticais. Julio Assane  

maio 27 2021

Banda Marrove lança o seu primeiro CD

Evento solidário para com as vitimas do terrorismo em Cabo Delgado marca lançamento do primeiro CD da Banda Marrove. Foi no último final de semana em que o anfiteatro da Academia Militar Marechal Samora Machel em Nampula, acolheu ao lançamento do primeiro CD da Banda Marrove, evento que se juntou a solidariedade para com as crianças deslocadas que se encontram no centro de Corrane. O director da casa provincial de Cultura em Nampula juntou-se a este mega evento e enalteceu a iniciativa. O album ora lançado é intitulado por  “owani ti weno” e composto por 12 faixas musicais. O evento foi abrilhantado com a presença de diversos convidados com destaque para os irmãos Filomena e Messias Maricoa, Tony, Felex entre outros (Julio Assane)

maio 27 2021

Grandes montes de lixo já servem de moradia de algumas famílias

O lixo na cidade de Nampula para além de ser cartão-de-visita é local de produção de insectos e bactérias, tornou-se também em residência de algumas famílias. Alias, é sabido que o lixo é o maior produtor de agentes provocadores de várias doenças e o mau cheiro mas, nem por isso, impede algumas pessoas de lá morarem. A título de exemplo, é a lixeira localizada no bairro de Muhala Expansão, arredores da cidade de Nampula, que por trás dela, acolhe jovens com idades compreendidas entre 25 a 35 anos, que construíram seu habitat naquela lixeira e passam a vida. Alguns desses jovens saem dos distritos da provincia de Nampula mas, a maioria, provêem da vizinha província da Zambézia, a procura de melhores condições de vida. E enquanto a sorte não lhes bate a porta, são obrigados a recorrerem lixeiras como seus aconchegos e sua fonte de sobrevivência. No local, os moradores e captadores do lixo, fazem reciclagem de algum material plástico e metálico que posteriormente levam para vender. Aliás, para além do lixo reciclado, por aqui também apanham restos de alimentos que são depositados pelos moradores ao redor, serve de refeição. O jovem Plácido, de aparentemente 33 anos de idade, natural da Zambézia e por sinal o chefe dos moradores do local, é residente na lixeira há dois anos. Este, entrevistado pela nossa reportagem, conta como é viver junto com o lixo e não esconde a emoção. “Fui acolhido neste local por outras pessoas que também passaram a sua vida aqui, por isso que a lixeira é a minha residência”- avançou o jovem Plácido. Essiaca é mais um jovem que encontrou o seu aconchego na lixeira, vindo do Distrito de Monapo, fugindo de conflitos familiares igualmente como Plácido diz que por viver na lixeira criou uma família que dificilmente vai se afastar dela. Questionado sobre a sua ausência no seio dos familiares, sublinhou que o seu tio com quem vivia o maltratava, facto que o obrigou a procurar um aconchego na lixeira. Para além do Plácido, o Essiaca e outros moradores da lixeira, encontramos o Munguambe junto a sua esposa, um antigo morador da lixeira, e como diz o ditado, bom filho é aquele que volta para casa, ele volta para a lixeira sempre para visitar os amigos que por ali ainda vivem e aconselha-los a optarem por boas práticas para ganharem a vida de forma digna além de recorrerem a furtos e lança um grito de socorros ao governo, para que haja apoio para antigos companheiros que ainda continuam morando no lixo. Munguambe é pai de quatro filhos, e vive maritalmente há vinte anos com dona Maria, nome fictício, a qual também já viveu na mesma lixeira. Gracinda, de 66 anos de idade, disse que mora no bairro desde 2018 mas, desde que se mudou para sua residência, nunca dormiu tranquila por causa de insectos, répteis e mau cheiro que sai da mesma lixeira. Inconformada com a situação, esta procurou o conselho Autárquico da cidade de Nampula e lançou um grito de socorros mas, sem sucesso. (Júlio Assane)

maio 27 2021

Aumentam casos de mulheres com problemas mentais

Consumo excessivo de Droga aumenta problemas mentais nas mulheres em Nampula. Segundo a Directora Provincial de Prevenção e Combate a Drogas de Nampula Isabel Sanfins, só no ano passado a província notificou 64 casos de mulheres com problemas mentais, contra 35 de igual período do ano 2019. Aliás, destas mulheres na sua maioria são jovens com idades compreendidas entre 21 a 25 anos de idade. De acordo com a dirigente, a problemática surge na sequência desta classe social ter iniciado ingerir as drogas na tenra idade, e por falta de uma ocupação facto que propicia o aumento dos estupefacientes. Para reduzir este cenário dentro das comunidades, o sector junto das associações existentes dentro das comunidades, tem vindo a realizar campanhas de sensibilização como forma de evitar que mais mulheres estejam internadas por consumo excessivo das drogas nas comunidades. Das mulheres internadas pelo consumo de estupefacientes na província de Nampula, 35 são por álcool, 11 por consumo de Surruma e 15 por múltiplas drogas. (Júlio Assane)

maio 27 2021

Beneficiários do subsídio da covide-19 frustrados com a vandalização de listas

Os residentes do bairro de Mutauanha arredores da cidade de Nampula, estão num total desespero com a vandalização das listas para ter acesso ao dinheiro alocado pelo Executivo Moçambicano no contexto da Covid-19. Trata-se de chefes de famílias que estão a viver momentos difíceis, realidade esta forçada pela pandemia planetária. Com a vandalização das listas estes dizem que a esperança de ver dinheiro nas suas mãos é menor, mesmo assim sonham em fazer negócios, aumentar seus campos de cultivo através do mesmo fundo. “Já não sabemos onde recorrer para podermos saber se os nossos nomes foram apurados para termos acesso ao dinheiro prometido” avançaram alguns beneficiários desesperados a procura do seu nome. De referir que o dinheiro prometido pelo governo de Moçambique, já foi desembolsado nos distritos de Monapo, Nacala a Velha, Rapale entre outros distritos. (Júlio Assane)

maio 21 2021

Município de Nampula acusado de fraca capacidade na gestão de resíduos sólidos

A falta de recolha e tratamento do lixo na cidade de Nampula atingiu níveis preocupantes, o que, na óptica dos munícipes, denuncia a incapacidade da edilidade de gerir os recursos disponíveis. Segundo alguns moradores que falaram com exclusividade a Revista Vida Nova na manhãdesta sexta-feira (20.5), avançaram que o lixo que se encontra defronte do mercado 25 de Junho vulgo Matadouro já tem dez anos de existência sob-olhar impávido das autoridades municipais. Estes cidadãos explicaram que por conta da não recolha daquele lixo, três pessoas foram encontradas mortasincluindo um feto deitado naquela lixeira, dai que voltam a exigir das autoridades a remoção urgente daquele lixo. Uma outra preocupação manifestada pelos moradores, tem a ver com os materiais cirúrgicos que são depositados naquela lixeira. Aliás, os nossos entrevistados temem que os seus filhos possam vir contrair doenças perigosas por conta do lixo que é depositado naquele recinto. Aqueles moradores sublinharam que várias vezes sem conta dirigiram-se ao conselho autárquico de Nampula para exigir que o lixo fosse removido, mas atéao momento não passa de um piripiri preço nos seus olhos. Numa ronda efectuada por alguns bairros da urbe pela nossa reportagem, a exemplo de Muhala-Expansão e Namutequeliua, Napipine constatamos a existência de montes de lixo e águas negras estagnadas, facto que propicia a proliferação de ratos e mosquitos. Os cidadãos não só denunciam como também reclamam que, nos últimos tempos, algumas ruas dos bairros periféricos da cidade estão a ser invadidas por lixo, dificultando a circulação de pessoas e bens. (Júlio Assane)

maio 21 2021

Furto de bens na via pública preocupa munícipes em Nampula

Circular na via pública nos últimos tempos na cidade de Nampula, tornou-se perigo devido a escalada de cadastrados perigosos, que com recursoa motorizadas empreendem fugas, assaltam cidadãos indefesos, sobretudo mulheres cujo alvo são as bolsas. A nossa reportagem saiu a rua na manhã desta sexta-feira para colher a sensibilidade dos munícipes, em torno da prontidão combativa pelos homens da lei e ordem no sentido de travar tal situação. Alguns Munícipes da Cidade de Nampula avançam que mesmo nos chapaz-cem tem sido perigoso tirar o seu celular para atender uma ligação com medo de ser arrancado pelos larápios denominados águias. Vezes sem conta, os moto-taxistas são apontados como os que engrossam as fileiras deste grupo de assaltantes baptizados por águias, mas estes distanciam-se, justificando-se que não se trata de taxistas mas sim de ladrões. De referir que num passado não distante uma mulher foi arrancada a sua bolsa contento um valor superior a 72 mil meticais por meliantes baptizados por águias. Julio Assane

maio 14 2021

INAE encerra Instituto Muniga por falta de Alvará

INAE encerra as actividades no Instituto Privado de Formação de Professores Muniga temporariamente por não dispor de Alvará. Uma equipa multi-sectorial composta por INAE, PRM e assuntos sociais, onde encerraram de forma temporária as actividades no Instituto Privado de Formação de Professores Muniga. Aliás, as actividades foram suspensas pelo facto daquela Instituição não dispor de um alvará que os autoriza a realização da actividade. O inspector Muaruri Abílio disse que depois de terem colocado o papel que indicava o encerramento temporário da instituição no dia anterior, que indicava a suspensão de todas as actividades naquele instituição de ensino, eles removeram os disseres depois que a equipa saiu do instituto e voltaram a leccionar as actividades como se nada fosse feito. “Depois de nos apercebemos que o primeiro dizer foi removido viemos novamente para informar aos gestores desta instituição que o instituto encontra-se suspenso por cinco dias até que eles mostrem o documento (Alvará) que os permite a realização desta actividade”. De novo viemos cá para fazer a segunda fase do trabalho que, também, consiste no encerramento da instituição”, continuou a fonte, que prossegue que “numa primeira fase, a instituição não apresenta o alvará. Aliás, por causa da retirada do termo estampado ontem (quarta-feira), estes incorrem ao crime de desobediência”-sublinhou Muaruri Abílio avançando que, os gestores do instituto pautaram pela desobediência, tendo em conta que esta é a terceira vez que o Instituto Muniga é suspenso por não apresentar documentos que os permite realizar esta actividade de formação de formação de professores. Para além de não ter um documento para o exercício válido de formação de professores naquele estabelecimento de ensino, os professores afectos naquele instituto reclamam a falta de pagamento de salário dos meses de Outubro, Fevereiro, Abril até esta parte. De referir que a suspensão das actividades naquele estabelecimento de ensino coloca na incerteza um pouco mais de 7 mil alunos que depositaram a confiança no instituto para a sua formação profissional. (Júlio Assane)

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