NOVAS TARIFAS DE INTERNET CONTINUAM A CRIAR DISCONTENTO POR PARTE DA SOCIDADE CIVIL

NOVAS TARIFAS DE INTERNET CONTINUAM A CRIAR DISCONTENTO POR PARTE DA SOCIDADE CIVIL

A nova tarefa de internet no país ainda continuam a criar “aborrecimento” por parte da sociedade civil. Como forma de pressionar a intervenção das autoridades competentes, cidadãos marcharam no ultimo sábado em algumas províncias com destaque para capital “Maputo”.

Na capital, os cidadãos concentraram-se na estátua monumental Eduardo Mondlane como ponto de partida, tendo feito a excursão pela Avenida 24 de Julho até às instalações do INCM, Instituto das Comunicações de Moçambique segundo a TV Miramar. Chegado no INCM, a pretensão era depositar junto à entrada do edifício o caixão com a bandeira nacional e o Logotipo ‘INCM’, ao que exigiu uma forte resistência da polícia.

Em Nampula alguns jovens estudantes universitários, dizem-se ser ainda afectados com a situação.

Daniel Muacula, jovem residente no bairro de Muatala na cidade de Nampula, disse que o cenário de subida de tarifa de internet anunciada pelo INCM não passa de ser uma praga porque segundo a fonte esta criar dificuldades para a classe académica na realização dos seus estudos ou pesquisas.

Por seu turno, Júlia Sumail, destacou a necessidade prioritária do uso da internet por parte da sociedade em particular a juventude, uma vez que para esta camada, a internet é como motor de busca de informação e pesquisa para facilitar os estudos. A fonte frisou ainda que a nova tarifa pode ser percebida como a quebra da unidade nacional, violação dos direitos humanos com destaque para o acesso a informação. “Reduzir o acesso a internet, é dificultar a comunicação do povo moçambicano e compromete a educação e as linhas de busca de conhecimento e da Globalização” concluiu Sumail.

A Associação Para o Estudo e Defesa do Consumidor em Moçambique (ProConsumers) submeteu a Procuradoria-Geral da República de Moçambique, uma carta de solicitação de acção inibitório a novas tarifas de preço de telefonia móvel.

Carta solicita a procuradoria analise a legalidade da resolução do INCM e tomada de medidas necessárias para remoção de ilicitudes, garantindo a protecção dos direitos dos consumidores. (Por: Santos Domingos, Cremildo Alexandre )

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