ago 18 2022
O Clero Diocesano de Nampula faz balanço positivo do decurso do seu retiro espiritual
Para reflectir em torno do tema “o Sacerdócio Ministerial que eu carrego é segundo o coração de Jesus Cristo ou segundo o meu coração?”, o Clero Diocesano de Nampula encontrava-se reunido de retiro nas instalações do Centro Catequético de Paulo VI de Anchilo, da última terça-feira para quarta (16-17/08). Fazendo o balanço, por ocasião do encerramento daquele exercício espiritual, nesta quarta-feira, o padre Benvindo Tápua, Director espiritual do Clero, disse não estar arrependido ter participado do retiro, pois foi ao encontro das expectativas em tratar da vida sacerdotal: “as nossas expectativas foram respondidas positivamente, porque tratamos da vida sacerdotal e não de questões de teoria […], mas da realidade a mostrar que o que está na sagrada Escritura de facto leva-nos a concretizar na vida. Então foi positivo este retiro, e o tema foi bastante sugestivo, e envolveu mesmo a nossa vida do dia-a-dia”. Por seu turno, o padre Adelino Lopes, diocesano de Lichinga e de apenas 7 anos de sacerdócio, que pregou o retiro, disse ter sido um desafio pregar aquele retiro a um grupo de sacerdotes mais velhos na ordem de experiência pastoral, ao mesmo tempo que afirmou que o retiro serviu para o próprio crescimento e instou a que os padres sejam o modelo para a conversão do mundo: “trouxe-me um desafio quando essa proposta chegou, como, de facto, vou fazer? Pregar retiro, sendo mais novo, mas depois ganhei coragem. Os padres devem ser modelo para conversão do mundo”. O padre Avelino Arlindo, Decano Do Clero Diocesano de Nampula, falando à margem do encerramento do retiro, enfatizou que o retiro foi de grande relevo, pois abriu espaço para ver o horizonte de amanhã: “foi de grande relevo recordar, os documentos já estudados, a bíblia, os Decretos Presbyterorum Ordinis, mas cada palavra pronunciada por um irmão constitui uma novidade”. O padre Avelino não poupou, em suas palavras, mencionar os desafios que apoquentam o ministério sacerdotal nos dias actuais, com destaque para a globalização, a multiplicação das seitas religiosas e a observância dos conselhos evangélicos, como a pobreza, a castidade e a obediência. Por Serafim João Muacua
ago 16 2022
Município de Quelimane aberto para negócios com países vizinhos
O presidente do Concelho Autárquico de Quelimane, Manuel de Araújo, defende que o Município que dirige está preparado para acolher negócios com os paises vizinhos. Manuel de Araújo falava na semana finda à impressa onde afirmou que a cidade de Quelimane de hoje não aquela de ontem porque, segundo suas palavras, é um Quelimane muito organizado. Questionado sobre a suposta perseguição por indivíduos até então desconhecidos, o autarca disse não temer a perseguição por ser um cidadão livre e que exerce o seu direito na plenitude. De Araújo aproveitou os microfones para revelar que acidade de Quelimane vai fazer oitenta anos de elevação à categoria de cidade no dia 21 do mês em curso, facto este que semeia alegria no rosto daquele Edil. Por Malito João
ago 16 2022
O porta-voz da Arquidiocese de Nampula, Pe. Pinho dos Santos Martins, faz um balanço positivo da realização da peregrinação ao Santuário de Meconta no último final-de-semana
Avaliando o grau de envolvimento dos fiéis nos preparativos daquele acto de fé, o porta-voz confessou que “o nível organizacional permitiu que a cerimónia decorresse sem sobressaltos”. Ademais, o clérigo sublinhou que este foi o evento com maior número de participantes se comparado com os anteriores e que tudo correu bem, entretanto sem registo de incidentes. Para terminar a sua alocução, o sacerdote endereçou palavras de gratidão a todos que, directa ou indirectamente, participaram da festa da peregrinação ao Santuário, pois as suas orações ajudaram bastante. Por: César Rafael
ago 16 2022
Presença de fiéis católicos na peregrinação ao Santuário de Meconta bate recorde na Arquidiocese de Nampula
O santuário Santa Maria, Mãe do Redentor, no distrito de Meconta, província de Nampula, acolheu este final de semana (13-14/08), a peregrinação mais concorrida de sempre. De acordo com Dom Inácio Saure, Arcebispo de Nampula, que presidiu ao grande evento de oração e de encontro com Deus, a grande presença registada dos fiéis superou a peregrinação de 2019. Os fiéis presentes na cerimónia, que há dois anos não participaram da peregrinação por contas da covid 19, manifestaram a sua alegria e mataram a sede de se encontrarem com Deus e com os irmãos. Seus desafios concretos foram de orar e continuar a orar pela conversão dos protagonistas do terrorismo em Cabo Delgado e noutros ângulos do mundo, para que por força de Deus se juntem aos fiéis para que, de uma vez por todas, as armas se calem e o sofrimento seja uma palavra inexistente rumo à reconciliação e paz efectiva. Já na missa vespertina da solenidade da Assunção da Virgem Santa Maria, Dom Inácio Saure começou por explicar o sentido daquela solenidade da Assunção da Virgem Maria: “olhamos para o belo exemplo daquela que soube, mais do que ninguém, acolher a palavra de Deus e pô-la em prática”. O prelado sublinhou, na sua homilia, que a Virgem Maria é a salvação do povo de Deus: “o triunfo da Maria será o triunfo do povo de Deus, o fim último desta cerimónia”. De acordo com o Arcebispo, a peregrinação é a possibilidade de exprimir a sua fé em comunidade dos fiéis em marcha e que permite concentrar-se e dar forma a uma busca de Deus, julgada cada vez mais difícil no ritmo ordinário do dia-a-dia da vida. Por: César Rafael
ago 16 2022
Bispo Auxiliar da Arquidiocese do Porto Alegre, no Brasil, visita a missão de Moma
Está na Arquidiocese de Nampula, o Bispo Auxiliar da Arquidiocese do Porto Alegre, no Brasil, para visitar a missão de Moma, onde seus missionários estão a 28 anos prestando serviços de cura pastoral naquela missão da Igreja Católica. Em entrevista pela Rádio e Televisão Encontro, o bispo auxiliar relata momentos maravilhosos em que seus vários missionários e sacerdotes ganharam e partilharam suas experiências. Na ocasião, fez saber que o Papa Francisco fala muito da estação radiofónica e televisiva Encontro, realidade que constitui a nossa razão de empenho na formação e informação às comunidades dos ouvintes, na divulgação dos valores para uma cidadania justa e transparente. Refira-se que todos missionários que por cá passaram voltam alegres, sobretudo pelo evangelho semeado, mas também colhido. Segundo fez saber o prelado brasileiro, a organização que os fiéis têm nas comunidades, a liderança dos leigos, a força na fé, o espírito de convivência mútua entre os cristãos e muçulmanos na cultura macua, são alguns dos aspectos que impressionaram o bispo auxiliar do Porto Alegre. César Rafael
ago 14 2022
Missão é partir: idade é uma experiência e não obstáculo
No Evangelho de são Mateus 28,19-20, o Mestre diz: “Portanto, ide, ensinai todas as nações, baptizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo; Ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco, todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém”. As experiências de várias pessoas de diferentes nacionalidades que partem à Missão e se encantam com o povo autóctone marca para toda vida. É assim que sente a Ir. Elisa, religiosa Pastorela de 83 anos de idade. No ano de 2000, início do terceiro milênio, um grupo formado por quatro religiosas, italianas, da Congregação de Jesus, o Bom Pastor, Pastorelas, chegava nas terras de Moçambique, especificamente, na diocese de Pemba, em Cabo Delgado. A juventude e o ardor missionário caracterizava as quatro mulheres com o carisma de Jesus o Bom Pastor, para animar as paróquias, como prioridade e ofício. Não são “párocos”, mas “auxiliadoras” diretas dos párocos, os agentes e atividades pastorais. Numa diocese que contava com poucas congregações, um novo instituto religioso se fazia presente com a chegada das Irmãs: Dina, Rosângela, Elisa e Lucia. A pedido de Dom Tomé Makhwèliha, então bispo de Pemba, as Pastorelas se instalaram na paróquia da Sé Catedral de São Paulo, cidade de Pemba. Depois de longo período sem nenhuma formação profunda de catequistas, as Pastorelas foram encarregues a levar a cabo a tarefa de passar em todas as paróquias animando o povo com novos modelos de ensinar a catequese e testemunhar o Evangelho de Cristo. Conheceram a diocese e encontraram várias pessoas de culturas e etnias diferentes. Enquanto duas: Dina e Lucia partiam para às paróquias e aldeias longe da cidade, Rosângela e Elisa ficavam em Pemba, contudo com outras incumbências: auxílio no seminário diocesano, apoio aos pobres e cuidado da pequena livraria católica. Aos poucos, as consagradas foram se instalando na diocese e na cidade de Pemba. Com o término da construção da casa e instalação da comunidade religiosa oficial, fixaram-se em Gingone, um dos bairros de Pemba, espaço que acolheu por muitos anos a maior e única biblioteca-livraria privada. Os anos passaram, as mudanças bateram a porta e as irmãs pioneiras foram se separando para outros compromissos em destinos diferentes. Algumas estão na Itália e outras em Pemba animando as irmãs nativas e as jovens formandas. Um dado fundamental que nos leva a fazer este artigo de agradecimento e encorajamento, é a perseverança e ousadia da Ir. Elisa, uma das pioneiras. Ir. Elisa, tímida aparentemente, bastante humilde, a *”Dulce dos Pobres”* de Pemba, de poucas palavras e muita ação, já retornou a Pemba depois de aproximadamente dois anos fechada na Itália. Quando foi a Itália de férias e cuidar um pouco de sua saúde, Ir. Elisa já havia celebrado os 80 anos de vida bem vivida e doada, o “Jubileu de Diamante” da Vida consagrada a Deus e nas Pastorelas, cerca de vinte anos de Missão na diocese de Pemba e uma larga experiência no trabalho pastoral e social com os pobres e marginalizados, particularmente, as mulheres carentes de Pemba e arredores. Por causa da COVID-19 e da guerra em Cabo Delgado, norte de Moçambique, quando mais os anos foram se passando, a ideia de que a religiosa “velhinha” não voltaria parecia fixa na mente das pessoas. A saudade apertava no coração, no entanto, o agradecimento a Deus pela vida e vocação da Ir. Elisa perpassava na vida de todas pessoas que a conhecem. Não obstante a todos os fatores que contribuiriam para a Ir. Elisa não voltar a Moçambique, principalmente pela idade, fomos surpreendidos com a notícia do seu retorno: mais animada e entregue aos desígnios de Deus como se uma religiosa juniora se tratasse. Às 16h, horário da Itália, do dia 23 de Junho de 2022, ligamos como de costume a nossa amada irmã. Atende o telefone com dúvida se era ligação a partir de Moçambique ou outro lugar, ela pergunta: ” tu ligas donde, onde estás?” Antes de terminarmos a resposta, a missionária anuncia com muita alegria que em agosto deste ano, já vai a Pemba. Porque nas conversas anteriores já mostrava essa vontade de voltar a Moçambique apesar da resistência das superioras, familiares e amigos, não ficamos tanto surpresos quando a Ir. Elisa anunciou a viagem. Na tentativa de desanima-la, tem gente que insistia e insiste em perguntar a irmã o que fará na África? Uma pergunta que perde sentido olhando a dimensão missionária que não deve se restringir em fazer. Missão é partir não obstante ao fator idade Missão é deixar que o Senhor envie a pessoa para onde quer que o missionário ou a missionária vá e esteja para testemunhar o Amor de Deus. Missão é não focar nos problemas mas transformá-los em desafios do projeto da Evangelização. Missão é não se limitar pela idade, riqueza ou pobreza, clima, e formação. Missão é seguir para frente a exemplo dos setenta e sete discípulos que foram dois a dois às povoações enviados pelo Mestre Jesus. Missão é compreender que quem parte leva o Evangelho e o dono da Messe estará sempre presente. Missão é ir ao encontro do outro para partilhar a vida. Missão é fazer como a irmã dos pobres, nossa Elisa, apesar dos mais de oitenta anos, vai ao encontro do seu primeiro amor pela missão, o povo da diocese de Pemba. Missão é ser com Deus e estar com os irmãos e as irmãs. Portanto, Ir. Elisa não vai “fazer” nada, mas irá “ser com Deus e estar com o povo” que ela tanto ama. Conversando com ela, Ir. Elisa disse: “se eu morrer posso ser enterrada junto com meu povo, na terra que eu tanto amo”. Não há mais motivo de brigarmos com ela na tentativa de desencoraja-la para ir a Missão porque ela é uma autêntica e verdadeira missionária. Ela já está no meio do seu povo e feliz porque é sua escolha. Estar na Missão e com povo da terra do índico, torna Ir. Elisa
ago 13 2022
Terra abandonada está em disputa na Comunidade de Cupiha, distrito de Rapale, em Nampula
O desconforto das mais de mil famílias que praticam actividades agrícolas na comunidade de Cupiha, no distrito de Rapale, está perto do fim. Já lá vão anos que muitas famílias ocuparam um espaço que outrora pertencia a uma empresa vocacionada no plantio de eucaliptos, num espaço muito extenso na Comunidade de Cupiha. A empresa teria movimentado pessoas que lá residiam e praticavam actividades agrícolas, sendo que algumas dessas pessoas foram indemnizadas e outras não. Anos depois, o projecto de plantio de eucaliptos naquela Comunidade fracassou e a empresa abandonou as terras, que, mais tarde, tornou-se uma mata, onde aconteciam muitos assassinatos. Movidos pela força de procurar sobrevivência, muitas famílias da cidade de Nampula começaram a ocupar parcelas de terra abandonadas pelo projecto para fazer machambas. Nos últimos anos, essa atitude foi tomada por mais de mil famílias, que saindo dos diferentes bairros da cidade de Nampula, foram ocupando espaços e abriram suas machambas em Cupiha, caso que não agradou aos nativos que teriam sido movimentados pelo projecto de eucaliptos. No ano passado, iniciaram os conflitos entre os nativos de Cupiha e os que vindo da Cidade de Nampula estão a produzir várias culturas naquela comunidade. Aliás, por algum tempo, esses nativos acusaram o líder local de estar a vender as terras. O problema que desconforta as famílias camponesas que ocuparam os espaços chegou aos ouvidos das autoridades governamentais do nível distrital de Rapale, que começou a dar o respectivo seguimento. Na última quarta-feira, o Administrador do Distrito de Rapale delegou uma comissão para auscultar as duas partes que, se calhar estiveram em litígio. A Rádio Encontro soube no local que afinal, os nativos exigiam a devolução das suas terras, uma vez terem sido movimentados pelo projecto e que alguns deles não foram indemnizados. As famílias que neste momento estão a explorar as terras, aguardam a decisão do governo do Distrito de Rapale, que apesar de terem sido sensibilizados que não devem construir habitações e nem plantar cajueiros, continuam a praticar agricultura de sobrevivência. O Régulo Cupiha não considera esta situação como um problema, uma vez que depois do abandono pelo projecto de plantio de eucaliptos, aquelas terras tornaram-se uma mata e era local onde se registavam muitas mortes estranhas. Com a intervenção do Governo do Distrito, as famílias esperam um fim feliz. A brigada criada pelo Administrador do Distrito de Rapale, que na quarta-feira trabalhou com os camponeses de Cupiha, recusou-se a falar aos nossos microfones, alegando não estar autorizada. As famílias, que neste momento praticam agricultura na Comunidade de Cupiha, produzem, principalmente, mandioca, feijões e amendoim. Por Elísio João
ago 13 2022
Paulo Vahanle continua zangado com o FIPAG e EDM em Nampula
O presidente do Conselho Autárquico de Nampula, Paulo Vahanle, mostra-se agastado com a falta de compromisso por parte de algumas empresas, com destaque para a Electricidade de Moçambique (EDM) e o Fundo de Abastecimento de Água (FIPAG), por não canalizarem os fundos resultantes da taxa de Saneamento. Paulo Vahanle deu esses pronunciamentos na manhã desta sexta-feira (12/08) na abertura do II Conselho Nacional de coordenação que decorre na cidade de Nampula. O edil revelou que passam quinze anos que a Electricidade de Moçambique delegação de Nampula não actualiza os números de clientes que consomem a energia, no sentido de se dar a conhecer o número concreto da população que paga a taxa de lixo, facto que, segundo Vahanle, poderia impulsionar o desenvolvimento da cidade. Calisto Cossa, Presidente da Associação de Municípios (AMUNA), reconhece haver vários desafios, daí que o governo colocou na mesa vários assuntos para o debate com objectivo de desenvolver o nosso País. Por sua vez, Ana Cumbuane, Ministra de Administração Estatal e Função Pública do nosso País, fez saber que o órgão que dirigi privilegia momento de coordenação com vista a criar entendimentos entre instituições. “De entre os vários pontos de agenda que serão debatidos nesse II conselho coordenador Nacional, destaca-se a consolidação da governação a todos níveis”, referiu Ana Cumbuane, Ministra de Administração Estatal e Função Pública do nosso país. Por: Malito João
ago 11 2022
O Ministro da Saúde está de costas voltadas com as irregularidades no sector de saúde, na província de Nampula.
Armindo Tiago, que falou à imprensa, na manhã desta quinta-feira (11/08), disse que são vários os casos reportados que deixam a desejar o seu ministério, com destaque para o mau atendimento, cobranças ilícitas, e o desvio sistemático de fármacos nas farmácias hospitalares. De referir que arrancou, a nível nacional, uma campanha multissectorial, que envolve o pessoal de saúde, a população e o pessoal de comunicação, na perspectiva de denunciar casos de corrupção. Tiago disse, porém, que a campanha iniciou em Nampula, visto que a situação na Província é bastante crítica, dai que há essa necessidade de ser escolhida no sentido de desencorajar as tais práticas que mancham o sector de saúde. Aquele dirigente deu a conhecer que o controlo será renhido, e que, segundo fez saber, cada funcionário em pleno exercício deve, de forma obrigatória, estar devidamente identificado com uma fotografia visível Armindo Tiago prometeu tomar as devidas medidas, assim que forem detectadas algumas irregularidades nas unidades sanitárias, que poderão culminar com a expulsão imediata da parte de agentes envolvidos. Por Felismino Leonardo
ago 11 2022
O Secretário das Comunicações na CEM felicita a Arquidiocese de Nampula pela formação dos membros da comunicação Social naquela Arquidiocese.
Falando telefonicamente, Marcolino Vilanculos, louvou a iniciativa que Arquidiocese de Nampula tomou em formar seus membros porque, segundo seu entender, vai impulsionar aos comunicadores a nível desta Arquidiocese e noutras Dioceses do País. A fonte disse que através dos meios de comunicação Social os comunicadores devem anunciar a boa nova que é a Palavra de Deus, daí que destacou algumas actividades daquele organismo eclesial. Por Malito João
