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fev 10 2021

Emakhuwa Consultoria e Serviços lança campanha de inscrições para cursos profissionalizantes

Com vista a cooperar na formação profissional e profissionalizante de jovens, a Emakhuwa Consultoria e Serviços lançou na manhã desta quarta-feira, (10) o arranca da segunda fase de inscrições. Trata-se de uma campanha que irá decorrer até 31 de Março do corrente ano. De acordo com o Director da Emakhuwa Consultoria e Serviços, Pe Cantífula de Castro, constam na lista do menu institucional, cursos de curta duração a serem ministrados a partir de Abril próximo: o Curso Regular da Língua Emakhuwa, Curso de Inglês, Curso Básico de Jornalismo e Curso de Recursos Humanos. “Nós estamos a trabalhar por forma a marcar diferença no mercado global. Pois, apostamos na qualificação dos nossos estudantes. Estamos certos que há muitos lugares que formam jovens, mas nós fazemo-lo de maneira diferente e sempre focados no mercado laboral e com preços Xapunttheya”, referiu a fonte. Ademais, o Director da Emakhuwa Consultoria e Serviços reconhece a pertinência da formação online sem prescindir a formação presencial, como forma de dar oportunidade aos jovens que trabalham durante o dia e a qualquer momento podem realizar os seus sonhos fazendo um curso através de plataformas digitais. “De facto, temos consciência da urgência e pertinência da formação online, sobretudo no contexto da proliferação da pandemia da Covid-19. Julgamos que é preciso dar oportunidade a todos que sonham em fazer seus cursos. Mas devido a carga de trabalho, por vezes não conseguem faze-lo de forma presencial. Eis-nos aqui com este desafio que é, igualmente, traduzido como ocasião de valorar e estimular para o bom uso das teconoligas digitais”, disse o Pe Cantífula. Refira-se que a Emakhuwa Consultoria e Serviços (ECS), – Sociedade Unipessoal Limitada, é uma pessoa colectiva de direito privado, dotada de personalidade e capacidade jurídica, com autonomia administrativa financeira e patrimonial e é uma pessoa de natureza lucrativa. A sociedade tem a sua sede na cidade de Nampula – MOÇAMBIQUE. (Por Kant de Voronha)

fev 08 2021

Recenseamento militar decorre a passos de camaleão em Nampula

O Centro Provincial de Recrutamento e Mobilização de Nampula recenseou até ao momento cerca de dez mil jovens para o cumprimento do serviço militar. Esta cifra representa, 45 % dos 24424 planificados, contra 22000 de igual período do ano passado. A pandemia da covid-19 que está a ganhar contornos alarmantes a cada dia que passa, está a impactar de forma negativa o processo de recenseamento militar segundo deu a conhecer o delegado do Centro Provincial de Recrutamento e Mobilização em Nampula. Numa outra vertente a fonte referiu-se da instalação de cerca de 94 postos de recenseamento nos 23 distritos da província de Nampula. Anunciou ainda que serão criados 13 centros moveis que irão abranger os deslocados de Cabo Delgado que se encontram no centro de acolhimento de Corrane, distrito de Meconta, zona intermédia da província de Nampula. Contudo, o nosso interlocutor apela a todos os jovens com idade para se recensear a dirigir-se aos postos de recenseamento. Por Júlio Assane

fev 07 2021

Moçambique precisa de uma cura urgente

Curar-se de uma ferida exposta é fácil porque além da dor, pode também provocar mau cheiro ou atrair moscas. A cura que vamos partilhar nesta breve crónica é de uma ferida que vem corroendo a cada moçambicana e moçambicano sem perceber ou fingindo que não percebe. O pior somos nós que fingimos que não sabemos, fingimos que estamos bem, fingimos que não temos ferida, porque arrastamos os demais ignorantes e consequentemente tornaremos o país num centro de tratamento de feridas incuráveis. Vamos aos pontos para que cada um perceba que é de facto urgente que assumamos que estamos feridos e precisamos da cura o mais rápido possível. 1. Guerras contínuas Precisamos de cura de várias guerras que vêm se arrastando e ultimamente tem sido quase um hábito de vivermos na e de guerra. São poucos anos que passamos sem nenhuma guerra. Aliás é difícil lembrar que passamos algum tempo sem guerra. Basta lembrar que desde 1964, a luta dos dez anos de libertação do país, até aos nossos dias, quase sempre respiramos de guerra. Algumas pessoas que se acham que têm ou são donos da razão de provocar guerra como forma de reivindicar seus direitos, não usam da razão para dialogar e encontrar soluções. A guerra não é e nunca será o caminho para se chegar ao consenso, pois temos acompanhado que só perdemos concidadãos inocentes e destroem muitos bens. O país, além de perder milhares de irmãos, de crianças e mulheres inocentes, de jovens sem a realização dos seus sonhos, provoca traumas, pânicos e feridas de difícil cura por serem guerras entre irmãos e guerras contra os nossos bens. A miséria cresce cada minuto porque não há tempo suficiente para reconstruir o capital humano que está totalmente degradado. Temos que assumir essa ferida e buscarmos a cura que consiste em: 1.1. Diálogo entre o visado e a parte que se acha ter ofendido Permitir que a conversa traga frutos de reconciliação e amadurecer a fraternidade. 1.2. Segurança nacional O investimento na segurança nacional é urgente. Reforço de pessoal e proteção das fronteiras terrestres e marítimas. Não vamos esquecer da fragilidade das nossas fronteiras e a fama de acolhedores não deve ser o motivo de invadirem o país. Que entre no país gente autorizada conforme a lei: entrada de turistas, missionários, funcionários e diplomatas. 1.3. Desarmamento e controle rigoroso de armas Não deve ser permitido a posse de armas nas mãos de desconhecidos nem de pessoas mentalmente desafiadas. A soberania de um país passa necessariamente pelo rigor no uso de armas e razões para compra de armas. 2. Calamidades naturais O país está desprotegido. As políticas ambientais não favorecem, por exemplo, a resistência contra qualquer vento, qualquer seca ou um pouco mais de chuvas. 2.1. Construção de casas melhoradas Milhares de moçambicanos vivem em casas precárias e por isso qualquer vento derruba facilmente. Deve haver política de investimento de casas a preços acessíveis mas resistentes. 2.2. Proteção de locais de grande risco Não é lógico que haja gente que insiste em morar nas regiões de risco como nas margens de grandes rios ou em pântanos. O governo tem poder de retirar essa gente e assentar em lugares mais seguros. 2.3. Monitoramento dos ciclones Ultimamente, o país está de parabéns porque o instituto metereológico tem trabalho bem e conseguido avisar cada situação que se aproxima ora de chuvas ora de ciclones. O povo deve seguir as orientações para evitar que aconteça o pior. 3. Doenças frequentes Em muitos países, há doenças que já não são nenhum problema porque conseguiram erradica-las. A malária mata mais que as balas perdidas. Milhares de crianças morrem em Moçambique devido à malária. Nos hospitais já não há mais controle de quem morre ou sobrevive de malária. Doenças diarreicas, como a cólera mata mais o ano todo. A bebida de água não potável é a causa principal e muitas aldeias, o povo ainda continua a consumir água dos rios sem nenhum tratamento. Deve haver vacinas dessas doenças. Deve haver controle epidemiológico e tratamento das águas para que o povo se previna das doenças. Ainda presenciamos, nas cidades onde há condições de testes, a prevalência de doenças como febre tifoide e cancro. Entretanto, milhares de moçambicanos morrem sem saber do que morrem porque não há testes disponíveis para alguns tipos de doenças perigosas. Como solução, as políticas de saneamento ambiental e medidas de prevenção devem ser aplicadas e intensificadas. O povo deve ter acesso aos testes para evitar-se qualquer mal. Tudo é possível basta ter vontade política . Para hoje é tudo. Vamos festejar o dia dos heróis e se também lutarmos para o bem de todos um dia vamos ser heróis anônimos. O que interessa é lutar sem armas para o bem do povo, principalmente, os excluídos. Servo inútil, Pe. Fonseca Kwiriwi, CP.

fev 07 2021

Aprendendo com os heróis nacionais

É bonito ver quando chega uma data comemorativa que lembra o dia dos heróis, várias personalidades governamentais e outras individualisades de diversas áreas do poder a homenagear na praça dos heróis milhares de homens e mulheres que morreram pela pátria. É bonito ainda testemunhar a condecoração de gente que corajosamente dedicaram-se por algum tempo na luta para o bem comum: independência nacional, paz e democracia etc. Na minha pobre compreensão, não deveria somente ser um dia de homenagear os heróis exclusivos, mas de forma abrangente e de pessoas que amplamente doaram suas vida para o bem de um certo povo. Na minha lista deveriam estar perpetuados não somente os que pegaram as armas de guerra mas também aqueles que usando a razão, a consciência, o bom senso, lutaram para uma nação mais fraterna, mais solidária etc. Abrindo o caminho para um debate, e quem sabe, um dia acrescermos a lista dos heróis, apresento a proposta de tipos de pessoas a ser considerada de heroínas e heróis. Apresento igualmente o que devemos fazer para que o seu legado continue na consciência coletiva do povo. 1. Militares, para militares exemplares Homens e mulheres que renunciando o seu conforto lutaram nas diferentes guerras para o bem de certo povo. Não deveria ser pelo facto de pertencerem a um partido do fulano ou da fulana, mas após uma avaliação dos objectivos pelos quais uma pessoa decidiu tomar a arma e lutar. Não se trata de uma tarefa fácil pois exige uma compreensão mais humana e patriótica. Seria possível somente num país com parlamento propriamente a serviço do povo e que decida assuntos em favor do povo. Deveriam ser estabelecidos claramente critérios de chegada a categoria de herói independentemente se o “gajo” ou a “gaja” foi rebelde ou um dia chamou-se bandido ou bandida. Não quero defender aqueles que injustamente mataram os irmãos e destruíram os bens de um país, mas a partir de uma certa comissão criada para esse fim, definisse quem pode ser e quem não pode ser herói ou heroína. 2. Datas definidas e abrangentes Neste ponto pretendo abordar a questão da abrangência da data dos heróis. Para que a maioria, se possível todos se sintam contemplados, o dia dos heróis deveria ser definido olhando não somente o dia que morreu o amigo de um, mas também o inimigo do outro ou por exemplo, daquele partido que está no poder. Ao insistir excluir alguns por não fazerem parte de um partido, o dia que deixar de governar o seu partido também há risco de serem retirados seus heróis em praças públicas. Não quero provocar ódio nem instigar alguém que faça isso um dia. Mas apresento o óbvio que o que foi recusado hoje pode ter razões de dar o mesmo troco em determinado momento da história. Havendo definições claras hoje nunca correremos o perigo de um dia termos praças públicas não mais públicas por serem privatizadas por partidos políticos. O assunto é tão delicado que pode ferir a sensibilidade de alguém porque a praça pública, conforme o termo, deve ser para todos compatriotas. Não se trata de uma propriedade privada de um grupinho que acha ter privilégios, mas para todos que fazem parte de uma nação. Portanto, as datas também deveriam ser revistas, definidas novas que incluam a todos. Então seria: “nova data nacional dos heróis da pátria”. Seria uma tentativa porque na vida tudo é possível desde que se use os vários dons que cada um tem. É possível uma convivência pacífica entre inimigos desde que cada um abra a mão da sua razão e sua arrogância. 3. Novos critérios de ser herói nacional Os “novos heróis” que passariam a residir nas “praças dos heróis ” não dependeria das suas mãos terem manchado com sangue ou não. A nova categoria de heróis teria o novo sabor: 3.1. Competência, doação e auto entrega Homens e mulheres que em vida deram exemplo de competência, doação e entrega de suas vidas para o bem comum, todos seriam declarados heróis. Tem gente que dá vontade de mencionar seus nomes pela forma como souberam e sabem mostrar que é possível ser diferente: um professor educador, uma enfermeira muito humana, um polícia de trânsito amigo do povo, um juiz mais justo, etc. 3.2. Auto crítica e conselho Existe grande dificuldade de acolher os críticos e conselheiros porque mexem as feridas de muita gente poderosa. No entanto, para o crescimento de um país, deve haver gente que sabe auto criticar-se e criticar positivamente as ideias, as autoridades, dar conselho os que exercem o poder num determinado país ou mesmo numa sociedade particular. Eu consideraria como heróis porque os críticos que muitas vezes se tornam inimigos de algumas pessoas, mas também são mortos pela boa causa. A heroicidade de uma pessoa tem a ver com sua coragem mas para o bem comum. Não abusa da sua língua para ofender os outros mas também não vive de covardia pois sabe muito bem que se não falar as coisas não melhoram. Então, esse tipo de gente deve estar e ser homenageada na praça dos heróis e seus nomes cravados para que a geração futura aprenda com seus exemplos de cidadania. Poderia dar vários exemplos mas por hoje é tudo. A ideia é mesmo trazer nova reflexão sobre os critérios de definição de heróis e heroínas, datas específicas e abrangentes, exemplo de vida a serviço da pátria e a despartidarização das praças públicas para evitar que cada partido que ganhar às eleições menospreze os heróis ditos doutro partido. Os heróis de um país são uma memória de um povo. Um povo sem memória é um povo ainda colonizado. Viva os heróis nacionais incluindo os anónimos! Servo inútil, Pe. Fonseca Kwiriwi, CP.

fev 07 2021

Moçambique: COVID-19 força o país a observar “o recolher obrigatório “

Algumas pessoas atentas já imaginavam que o país chegaria ao ponto de observar um recolhimento obrigatório no âmbito de COVID-19. Desde o ano passado, de março à abril, quando o país registou primeiros casos de Covid-19, muitas pessoas, com atitude negacionista, duvidaram e duvidam da existência de casos de COVID-19. Passados aproximadamente um ano, presenciamos a decisão do chefe do estado para a observância do recolher obrigatório, fechamento de áreas públicas e diversas limitações com vista a controlar a velocidade dessa pandemia. Todo o cuidado é pouco, por isso deve haver decisões duras que permitam pôr ordem em Moçambique. Quanto a mim, há vários factores que contribuíram para que chegássemos a esse nível de quase lockdown. 1. Nova variante da COVID-19? Numa das intervenções para falar sobre a pandemia, o ministro da saúde acredita haver a nova variante em Moçambique, a mesma que castiga a África do Sul, país vizinho e local de maior procura dos moçambicanos. Acredita-se que a tal variante de coronavírus deve ter “entrado” (deixaram entrar) em Moçambique em novembro de 2020. A falta de rigor e carência de testes nas áreas de fronteiras contribuiram negativamente para a entrada no país de gente que deu positvo a Covid-19. 2. Indisciplina e insensatez Se a morte muitas vez ameaça certas pessoas, em ambiente onde muita gente morre de guerra, de ciclones,de malária e cólera, é, difícil, contudo, convencer o indisciplinado e o insensatez que a Covid-19 mata. As reportagens e o relatório diário do pessoal da saúde anunciam a morte de idosos, jovens e crianças. Apesar dos números subirem drasticamente de Janeiro a Fevereiro de 2021, a preocupação de muitas pessoas é a progressão dos seus projectos. Ninguém quer perder tempo. A vida deve continuar mas para isso deve haver precaução e muito cuidado. O indisciplinado sabe o problema mas como tudo faz na marra, então deve ter ajuda do disciplinado ou a força da polícia para que ele cumpra as orientações. O insensatez pensa sempre que o próximo a morrer será o outro, o pai e mãe do outro, talvez o inimigo morrerá de covid-19. O insensatez se coloca no lugar de pessoas que nunca morrerão de pandemia. Têm corpos blindados. Mesmo sem vacina, o insensatez pensa que tem imunidade suficiente para escapar de coronavírus. 3. Demora de testes colectivos Nos hospitais públicos já virou negócio o teste de covid-19. As clínicas e hospitais privados estão ricos depois que abraçaram o negócio de testes de Covid-19. Vai ser muito difícil, portanto, controlar quem está infectado enquanto não houver a obrigação de testes em lugares suspeitos, em pessoas com sintomas e que sempre estão em zonas aglomeradas. Acompanhei algumas pessoas com sintomas de covid-19 ao hospital, mas não tiveram a sorte de fazer o teste, mas todos que quiseram fazer o teste para viajar fizeram o teste, no entanto com o sistema de pré pago. A valorização da vida, ai ai, está sendo uma questão para vermos na parusia, somente no Éden.   4. Demora da vacina contra covid-19 Em muitos países, o povo já recebeu a primeira vacina e está a espera da avaliação da eficiência e outros países já produzem localmente. Em Moçambique, ainda não recebemos. Se o problema for o dinheiro, que se intensique a negociação com os países ricos e produtores de vacinas para nos emprestarem. Assim que sobrevivermos dessa maldita pandemia, podemos pagar. Não divudem que trabalhamos duro. Basta ver inúmeras pontes que nossos avós e antepassados construíram, ainda estão em pé. Neste momento podemos confessar que não temos dinheiro porque já passam dois anos que não produzimos quase nada. A vocês sortudos que facilmente adquirem a vacina, mandem algumas doses para nós. Assim salvaremos os mais vulneráveis. Atenção, não se apresse em adquirir vacinas para sermos cobaias. Que sejam vacinas comprovodas que são eficientes. O apelo final é: Seja disciplinado e prudente para cumprir com as orientações do governo. Vamos juntos nos prevenir dessa pandemia. Que venham urgentemente testes de covid-19. É importantíssimo a vinda da vacina e mobilização de recursos para combater a fome. Se a Covid-19 demorar, muitos morrerão de fome. Mas ao lutar para não morrer de fome, lembre-se de usar a máscara e evite aglomeração desnecessária. Para hoje é tudo, mas saiba que tu és importante e por isso a prevenção te ajudará a ser resiliente. Servo inútil, Pe. Fonseca Kwiriwi, CP.

fev 07 2021

QUINTO DOMINGO DO TEMPO COMUM

LITURGIA DA PALAVRA PRIMEIRA LEITURA Job 7, 1-4.6-7 «Agito-me angustiado até ao crepúsculo» *Leitura do Livro de Job* Job tomou a palavra, dizendo: «Não vive o homem sobre a terra como um soldado? Não são os seus dias como os de um mercenário? Como o escravo que suspira pela sombra e o trabalhador que espera pelo seu salário, assim eu recebi em herança meses de desilusão e couberam-me em sorte noites de amargura. Se me deito, digo: ‘Quando é que me levanto?’. Se me levanto: ‘Quando chegará a noite?’; e agito-me angustiado até ao crepúsculo. Os meus dias passam mais velozes que uma lançadeira de tear e desvanecem-se sem esperança. – Recordai-Vos que a minha vida não passa de um sopro e que os meus olhos nunca mais verão a felicidade». Palavra do Senhor.   SALMO RESPONSORIAL Salmo 146 (147), 1-2.3-4.5-6 (R. cf. 3a ou Aleluia) Refrão: Louvai o Senhor, que salva os corações atribulados. Repete-se Ou: Aleluia. Repete-se Louvai o Senhor, porque é bom cantar, é agradável e justo celebrar o seu louvor. O Senhor edificou Jerusalém, congregou os dispersos de Israel. Refrão Sarou os corações dilacerados e ligou as suas feridas. Fixou o número das estrelas e deu a cada uma o seu nome. Refrão Grande é o nosso Deus e todo-poderoso, é sem limites a sua sabedoria. O Senhor conforta os humildes e abate os ímpios até ao chão. Refrão   SEGUNDA LEITURA 1 Cor 9, 16-19.22-23 «Ai de mim se não evangelizar!» Leitura da Primeira Epístola do apóstolo S. Paulo aos Coríntios Irmãos: Anunciar o Evangelho não é para mim um título de glória, é uma obrigação que me foi imposta. Ai de mim se não anunciar o Evangelho! Se o fizesse por minha iniciativa, teria direito a recompensa. Mas, como não o faço por minha iniciativa, desempenho apenas um cargo que me está confiado. Em que consiste, então, a minha recompensa? Em anunciar gratuitamente o Evangelho, sem fazer valer os direitos que o Evangelho me confere. Livre como sou em relação a todos, de todos me fiz escravo, para ganhar o maior número possível. Com os fracos tornei-me fraco, a fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, a fim de ganhar alguns a todo o custo. E tudo faço por causa do Evangelho, para me tornar participante dos seus bens. Palavra do Senhor.   ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO Mt 8, 17 Refrão: Aleluia. Repete-se Cristo suportou as nossas enfermidades e tomou sobre Si as nossas dores. Refrão   EVANGELHO Mc 1, 29-39 «Curou muitas pessoas, atormentadas por várias doenças» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos Naquele tempo, Jesus saiu da sinagoga e foi, com Tiago e João, a casa de Simão e André. A sogra de Simão estava de cama com febre e logo Lhe falaram dela. Jesus aproximou-Se, tomou-a pela mão e levantou-a. A febre deixou-a e ela começou a servi-los. Ao cair da tarde, já depois do sol-posto, trouxeram-Lhe todos os doentes e possessos e a cidade inteira ficou reunida diante da porta. Jesus curou muitas pessoas, que eram atormentadas por várias doenças, e expulsou muitos demónios. Mas não deixava que os demónios falassem, porque sabiam quem Ele era. De manhã, muito cedo, levantou-Se e saiu. Retirou-Se para um sítio ermo e aí começou a orar. Simão e os companheiros foram à procura d’Ele e, quando O encontraram, disseram-Lhe: «Todos Te procuram». Ele respondeu-lhes: «Vamos a outros lugares, às povoações vizinhas, a fim de pregar aí também, porque foi para isso que Eu vim». E foi por toda a Galileia, pregando nas sinagogas e expulsando os demónios. Palavra da salvação.     MEDITAÇÃO DA LITURGIA DA PALAVRA Sanidade espiritual para anunciar o Evangelho A doença nos impõe limitações no exercício de algumas actividades. Ninguém desenvolve actividades pesadas ou mesmo que exigem de uma reflexão, da mente, da paz interior enquanto estiver doente. Ao longo da história da humanidade e se calhar até aos nossos dias, tem povos que consideram algumas enfermidades como maldição. Para o cristão, toda vez que enfrenta sofrimento, dor ou doença grave, deve encontrar resposta em Cristo Crucificado. Não é saudável que o cristão esteja perambulando nos advinhos, nos macumbeiros, nos feiticeiros, nos curandeiros excluindo a presença de Deus na sua vida mesmo em momento de sofrimento e dor. Deus está sempre conosco! Ele não nos abandona. Recomendo que a gente leia sempre o livro do Job toda vez que nos encontramos em situação de desespero, angústia e abandono. O que é necessário, então, entender como cristãos diante de vários fenómenos que podem desafiar nossa fé e relação com Deus? 1. Reconhecer que somos pessoas humanas Ao reconhecermos que somos pessoas humanas assumimos igualmente que temos limitações e fraquezas como seres humanos: O tempo é limitado. Ninguém vive para sempre. A saúde é limitada. Todos somos sujeitos a ficar doentes. O espaço geográfico limita-nos por isso ninguém vive para sempre. Chega um momento que a pessoa deve sair desse mundo para a eternidade. A carne já vem com o tempo limitado. O espírito e alma devem ir ao encontro do Criador. Por isso temos que aceitar que apesar de tanta beleza e delícia da vida, a pessoa humana, um dia deve partir. Mas que parta confiante em Deus. Como disse um dos salmos da liturgia de exéquias: alegres vamos a casa do Senhor. 2. Reconhecer a presença de Deus na nossa vida É fácil conviver com a realidade da presença de Deus no momento que estamos bem de vida, de saúde, bem com os outros e talvez ricos. A primeira ideia que surge quando passamos por turbulências é que “Deus abandonou-me”. Não Senhora! Deus nunca abandona seu filho, sua filha. Que fique claro e cultivemos a presença de Deus mesmo em tempos de crises. Que as crises nos ajudem a estar com Deus. Quem abandona quem? Se Deus nunca nos abandona, então é o ser humano que abandona Deus: Construindo na cabeça outros deuses: dinheiro, ciência, poder e todo tipo de riqueza. Entretanto, quando tudo

fev 03 2021

Os Profissionais da Saúde são os verdadeiros heróis

O Secretario de Estado na provincia de Nampula, Mety Gondola, afirma de forma categórica que na conjuntura actual a qual nos encontramos para além dos libertadores da pátria, os profissionais da saúde são os verdadeiros heróis, tendo em conta a batalha que enfrentam em cenários de entrega das suas vidas por conta de pacientes da covid-19. O reconhecimento neste sentido foi manifestado esta manhã pela passagem de mais um aniversário daqueles que fizeram de tudo e tombaram por um Moçambique livre. Aliás, no âmbito do três de Fevereiro dia dos heróis moçambicanos. Gondola fez estes pronunciamentos parabenizando com vivacidade os profissionais de saúde pelo espírito patriótico em resposta da entrega na missão nobre na luta contra a pandemia da COVID-19 dos que lutam acima de muitas dificuldades e no meio de muitos riscos de contrair a doença. Como era de se esperar, Gondola, fez menção das dificuldades que a província se ressente no provimento de água potável, produto indispensável para o cumprimento das medidas de prevenção da covid-19, tendo assegurado que o governo, tem para breve trecho, solucionar o problema e estão em curso acções de negociações com os parceiros. Como medidas urgentes Gôondola anunciou que está em curso a instalação na cidade de Nampula de tanques gigantes de água um pouco por todos os bairros assim como a circulação de camiões para fazer face a crise do precioso liquido.

fev 03 2021

Ferroviário de Nampula sucumbiu no seu próprio reduto ao ceder os três pontos ao Costa Sol

Em partida pontuável para a 4ª Jornada, o Ferroviário de Nampula recebeu e perdeu diante do Costa do Sol pelo magro resultado de uma bola sem concorrência, na tarde do último domingo no estádio 25 de Junho. O golo foi apontado aos 62 minutos por meio de Abu. Com este resultado, os canários sobem da sexta para quinta posição e Ferroviário de Nampula reduzindo a sua marcha na tabela classificativa desta competição do futebol Mocambicano. Nesta mesma terceira jornada outro representante de Nampula deslocou-se a capital do país onde empatou com nulo no marcador, diante do seu homónimo de Maputo, garantindo a passagem da décima para a oitava posição. As outras partidas desta terceira jornada tiveram os seguintes resultados: Associação desportiva de Vilankulo recebeu e derrotou Textafrica de Chimoio por 3 bolas sem nenhuma correspondência, União desportiva de Songo empatou diante do Desportivo de Maputo por duas bolas, Matchedje de Mocuba recebeu a Associação Black Bulls de Maputo e perdeu por duas bolas a uma, Incomati de Xinavane venceu Ferroviário de Lichinga por três bolas a zero e por último Desportivo de Maputo venceu Ferroviário da Beira por duas bolas a uma. Na tabela de classificação Associação Black Bulls ocupa a primeira posição com nove pontos, em segundo Incomanti de Xinavane com seis pontos, associação desportiva de Vilankulo ocupa terceira posição com seis pontos, em quarto está o Ferroviário da Beira com seis pontos, na quinta Costa Sol com seis, sexta posição Ferroviário de Maputo com cinco pontos, sétima posição União desportiva de Songo com cinco, ferroviário de Nacala ocupa oitava posição com quatro pontos, nona posição está a Liga Desportiva de Maputo com três pontos, decima posição Ferroviário de Nampula com três pontos, Ferroviário de Lichinga ocupa a décima primeira posição com três pontos, décima segunda posição gGupo Desportivo de Maputo com com dois pontos, Matchedje de Mocuba na décima terceira com apenas um ponto e por último Textafrica de Chimoio. Júlio Assane

fev 03 2021

SERNIC em Nampula Neutraliza cidadão estrangeiro na posse de material usado para falsificação de dinheiro

O indiciado que responde pelo nome de Matondo Diavanda, de nacionalidade congolesa, residente no bairro de Mutauanha, arredores da cidade de Nampula, foi neutralizado no último sábado, na posse de material que usava para a falsificação de moeda. Apesar de confirmar tratar-se de material usado para o mencionado esquema, este refuta tratar-se de ser da sua pertença, justificando contudo, que apenas foi encarregue por um comparsa seu, a fim de receber a encomenda enviada a partir da província da Zambézia. Entretanto, Enina Tsenine, porta-voz da SERNIC em Nampula, disse que o indivíduo foi neutralizado na sequência de denúncia anónima, sobre a existência de uma rede interprovincial de falsificadores de moeda. E decorre um trabalho que tem em vista desmantelar os restantes integrantes. À nossa entrevistada referiu ainda por outro lado, que as notas mais cobiçadas pelas diferentes redes tem sido as de 200, 500 e 1000mt.

fev 03 2021

Avaria da Pá escavadora condiciona remoção de lixo em Nampula

A Avaria de única pá escavadora no município de Nampula, compromete trabalhos de remoção de lixo na cidade de Nampula, segundo justificação dada pelo respectivo presidente Paulo Vahanle. Paulo Vahanle, presidente do Conselho Autárquico da cidade de Nampula, confirmou que a avaria da máquina especializada para o efeito, está a dificultar o processo, e como consequência, a edilidade, está há duas semanas com o lixo aos montões, por falta de remoção. Contudo, o edil assegurou que esta a fazer de tudo para ultrapassar o problema, com vista a repor a imagem desta que é a terceira maior cidade do país. Numa ronda efectuada em diferentes pontos da cidade de Nampula, o cenário que encontramos é deveras preocupante. Os bairros de Mutauanha, Murrapaniua, Napipine, Muahala expansão e outros, devido os montões de lixo que não são removidos pela edilidade nas últimas duas semanas, estraga aquela que é a estética da própria cidade de Nampula. De recordar que a falta de remoção de resíduos sólidos na autarquia de Nampula, tem sido apontada como a principal causa de eclosão de doenças de origem hídrica, com destaque para a diarreia, cólera e malária. Júlio Assane

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