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jul 17 2026

Sem água, não há vida

Por Thomas Selemane Segundo dados oficiais, cerca de dois terços da população moçambicana têm acesso a fontes melhoradas de abastecimento de água. Contudo, esta média nacional esconde profundas desigualdades. Nas cidades, a cobertura é significativamente superior, enquanto nas zonas rurais milhões de cidadãos continuam percorrendo longas distâncias para obter água, muitas vezes de qualidade duvidosa. O resultado é um paradoxo preocupante: um país atravessado por alguns dos maiores rios da África Austral continua incapaz de garantir água potável para todos os seus habitantes. Moçambique possui uma riqueza hídrica invejável. Os rios Zambeze, Rovuma, Limpopo, Save, Púnguè, Buzi, Licungo e inúmeros outros atravessam o território nacional. O país dispõe ainda de extensas reservas de águas subterrâneas e beneficia de uma localização privilegiada em importantes bacias hidrográficas regionais. No entanto, a abundância de água na natureza não se traduz automaticamente em água nas torneiras das famílias. A razão é simples: não basta ter água; é preciso captá-la, tratá-la, armazená-la e distribuí-la. E é precisamente nestas áreas que persistem enormes défices de investimento público no nosso país. Em muitas localidades, os rios continuam sendo a principal fonte de abastecimento das comunidades. Durante a estação seca, os níveis de água diminuem drasticamente. Durante a época chuvosa, a contaminação aumenta. Em ambos os casos, as consequências recaem sobre a população, sobretudo mulheres e crianças, que continuam suportando o peso diário da procura de água para consumo doméstico. A questão da água não deve ser vista apenas como um problema de infraestruturas. Trata-se de uma questão de saúde pública, produtividade económica e dignidade humana. Sem acesso regular a água potável, aumentam os casos de diarreias, cólera e outras doenças de origem hídrica. Hospitais ficam sobrecarregados, crianças faltam às aulas e trabalhadores perdem dias de produtividade. Os impactos económicos são igualmente significativos. Empresas necessitam de água para operar. Agricultores precisam de água para irrigação. Escolas e centros de saúde dependem de água para funcionar adequadamente. Sem um abastecimento fiável, torna-se difícil promover o desenvolvimento local e atrair investimento privado. Apesar dos progressos registados nas últimas décadas, o ritmo de expansão dos sistemas de abastecimento continua insuficiente para acompanhar o crescimento populacional e a rápida urbanização do país. Nas periferias urbanas, milhares de famílias ainda dependem de fontanários públicos, vendedores informais ou poços precários. Em várias zonas rurais, sistemas construídos com apoio de parceiros de desenvolvimento acabam abandonados por falta de manutenção e gestão sustentável. O desafio não está apenas na construção de novas infraestruturas. Está igualmente na preservação das existentes. Muitos sistemas de abastecimento enfrentam avarias recorrentes, perdas elevadas de água e insuficiência de recursos para manutenção. Em alguns casos, a infraestrutura existe, mas não funciona de forma regular ou eficiente. As mudanças climáticas tornam a situação ainda mais complexa. Secas prolongadas, ciclones e cheias extremas estão a aumentar a pressão sobre os recursos hídricos nacionais. Comunidades inteiras enfrentam períodos de escassez cada vez mais frequentes. Sem investimentos robustos em resiliência climática, armazenamento e gestão integrada dos recursos hídricos, o país continuará vulnerável a crises recorrentes de abastecimento. O problema não decorre da falta de água. Decorre, sobretudo, da insuficiência de investimento na sua transformação em água segura para consumo humano. Durante décadas, a gestão do sector tem avançado através de projectos dispersos, muitas vezes dependentes de financiamento externo e sem continuidade suficiente para responder às necessidades nacionais de longo prazo. É necessário elevar a água à categoria de prioridade estratégica nacional. Tal como a energia, as estradas ou a agricultura, o abastecimento de água deve ser encarado como um investimento estruturante para o desenvolvimento. Cada metical investido em água gera benefícios múltiplos em saúde, educação, produtividade e redução da pobreza. Nenhum país alcançou elevados níveis de bem-estar sem garantir acesso universal à água potável. A experiência internacional demonstra que sociedades mais saudáveis, produtivas e resilientes são aquelas que investem de forma consistente nos seus sistemas de abastecimento e saneamento. Moçambique não é um país pobre em água. É um país que ainda não investiu o suficiente para transformar a sua abundância hídrica em bem-estar colectivo. Enquanto milhões de moçambicanos continuarem sem acesso seguro e regular à água potável, o desenvolvimento permanecerá incompleto. Porque, em última análise, sem água não há saúde. Sem água não há produtividade. Sem água não há dignidade. E sem água não há bem-estar. Por isso se diz sem água não há vida!

mar 19 2026

Como identificar a diarreia em crianças?

Por: Celina Paulo DIARREIA EM CRIANÇAS BOX É muito comum que nas épocas chuvosas, em Moçambique, se ouça falar do aumento dos casos de diarreias. Estes casos afectam, principalmente, crianças e estão, muitas vezes, ligados a saneamento precário, água contaminada e alimentos inseguros, levando a surtos de doenças como cólera.   A diarreia é uma evacuação frequente, solta ou líquida que difere do padrão normal de uma criança. É um problema muito comum em crianças.   Como identificar a diarreia em crianças? Identificar a diarreia pode ser difícil, porque em crianças saudáveis, o número e a consistência das evacuações variam com a idade e a dieta. Bebés amamentados que ainda não estão recebendo alimentos sólidos, por exemplo, com frequência têm evacuações soltas que são consideradas normais. Um súbito aumento no número e na consistência pode indicar diarreia nesses bebês. Contudo, ter evacuações líquidas por mais de 24 horas nunca é normal. Às vezes, a diarreia contém sangue ou muco. Crianças com diarreia podem perder o apetite, vomitar, perder peso ou ter febre. Se a diarreia for grave ou durar muito tempo, as crianças provavelmente perderão uma quantidade significativa de líquido corporal (desidratação). Bebês e crianças pequenas podem ficar desidratadas mais rapidamente, às vezes em menos de um dia. A desidratação grave pode causar convulsões, danos cerebrais e morte. Breve: Certos sintomas são motivo de preocupação. Incluem: Sinais de desidratação, como aumento da micção, letargia ou apatia, choro sem lágrimas, sede extrema, boca seca e perda de peso; aparência doentia; febre alta; sangue nas fezes; dores abdominais e, quando o abdômen é tocado, sensibilidade extrema; sangramento na pele.   Tipos de diarreia – Diarreia aguda: quando dura menos do que duas semanas; – Diarreia crónica: quando dura mais de duas semanas. NB: A maioria dos casos que se têm registado é de diarreia aguda.   Causas A diarreia aguda é em geral causada por Gastroenterite infecciosa (bactérias ou parasitas), Intoxicação alimentar (ingestão de alimentos contaminados), uso de antibióticos, alergias alimentares. A diarreia crônica é em geral causada por factores da dieta, como intolerância à lactose ou consumo exagerado de certos alimentos; Infecções (especialmente aquelas causadas por parasitas); doença celíaca; doença inflamatória intestinal. Às vezes, a diarreia resulta da constipação. Quando fezes endurecidas se acumulam no reto, fezes moles podem vazar ao redor delas e chegar à roupa de baixo da criança.   Tratamento O correcto é sempre dirigir-se a unidade sanitária mais próxima para o tratamento.

abr 10 2023

Mais Técnicos Médios de Saúde para o mercado de emprego

Mais Técnicos Médios de Saúde para o mercado de emprego O Instituto de Gestão de Ciências de Saúde – IGCS, lançou no último sábado, 08/04, para o mercado de emprego, 398 Técnicos médios de Saúde, nas áreas de SMI, Enfermagem Geral, Técnicos de medicina Geral e de Farmácia. Desse número, 299 são mulheres e 99 homens, os quais em coro, juraram aplicar os conhecimentos adquiridos com zelo e dedicação, valorizando a pessoa humana, em qualquer canto deste moçambique. Numa mensagem, os graduados recordaram os momentos difíceis durante a formação, mas que serviram para amadurecer o espírito de servir com amor aos que precisarem. Para eles, os anos de formação, assim como os de estágio, foram desafiadores e agradeceram todo apoio prestado pela instituição e pelos seus pais e encarregados de educação. A Directora Geral do IGCS, Carima Fátima, recordou que esta é a VI graduação do instituto que dirige, e que durante os 9 anos de sua existência, muitos profissionais foram formados, estando a contribuir neste momento, no sector de Saúde, nas diferentes áreas. Carima Fátima sublinhou que durante os 9 anos, o IGCS mostrou-se comprometido com a qualidade de ensino. Por seu turno, o Presidente do Conselho de Administração do IGCS, Paulo Henriques, recordou aos graduados que desta feita, começa um novo desafio, olhando pelo mercado de emprego. Porém, lamentou o facto de em moçambique, a seleção de pessoas para o emprego, com destaque para a área de saúde, não ser feita de forma justa, tendo pedido a ordem dos enfermeiros para intervir nisso. A Ordem dos Enfermeiros de Moçambique, na pessoa do seu representante, Felizardo Raul, anotou que a concorrência no mercado de emprego é um desafio para os recém graduados. Entretanto desencorajou aos novos técnicos a prática de corrupção nas instituições hospitalares onde forem trabalhar, ao mesmo tempo que pediu para não se meterem no esquema de venda de medicamentos, porque, segundo ele, isso poderá manchar a carreira. Outra exortação veio dos serviços de representação do Estado, na voz de Angelino Cipriano, o qual desafiou aos novos técnicos a absterem-se do mau atendimento e que esta consciente de que vão contribuir  na redução do défice de profissionais no sector. Para além de entrega de certificados, a VI cerimónia de graduação de Técnicos Médios do IGCS, foi caracterizada por atribuição de prémios aos melhores estudantes dos 4 cursos, acompanhado por atuação de músicos de referência na província de Nampula. Por Elísio João

fev 24 2023

Qualidade dos profissionais recém formados na saúde continua desafio

O chefe da secção dos cursos do Instituto de Ciências de Saúde de Nampula, considera que a qualidade de formação por parte dos profissionais de saúde continua a ser um desafio. Eduardo Henriques falando em exclusivo a Radio e Televisão Encontro na manha desta sexta-feira, 24 de Fevereiro, disse que nos anos anteriores tornava-se difícil controlar a qualidade dos profissionais de saúde, visto que o ICS de Nampula era a única instituição vocacionada para formação nessa área. Henriques disse porém, que o surgimento de várias instituições de formação dos profissionais de saúde em Nampula, veio para corresponder a demanda nessa área. O chefe da secção dos cursos do Instituto de Ciências Saúde de Nampula, fez saber que aquela instituição continua a monitorar e coordenar o processo de estágios dos recém-formados de institutos privados. “Existe um sector, na Direção Provincial de saúde de Nampula que inspeciona a formação nos institutos privados, cabendo ao ICS apenas coordenar os estágios dos formandos”.- disse a fonte explicando que a qualidade dos profissionais de saúde continua a constituir um desafio enorme. Para este ano, poderão se ingressar um total de duzentos e cinquenta formandos de diversos cursos da área de saúde, cuja formação arranca no mês de Abril. Por. Felismino Leonardo

jan 31 2023

É possível viver dignamente tendo HIV SIDA?

No início da epidemia do SIDA, assim como no combate às drogas, foram utilizadas muitas mensagens preventivas, baseadas no terror. Com a “pedagogia do terror” as pessoas sentem medo, mas não necessariamente adquirem competências para a construção de práticas de protecção e cuidado. Sabe-se hoje que a prevenção depende muito mais de atitudes de cuidado de si e dos demais do que de informações científicas. Quais são as formas de transmissão do HIV? As formas de transmissão são: sexual, sanguínea e perinatal (contacto com sangue contaminado, com objectos pontudos ou cortantes com resíduo de sangue contaminado etc.). Como se prevenir do HIV quando se usam drogas injectáveis? Os riscos de uma pessoa se infectar por meio do uso de droga injectável (pelo HIV ou por outro agente de doença) estão relacionados à forma como a droga é utilizada, ou seja, pelo compartilhamento de seringas e agulhas. O HIV pode penetrar pela pele? Não. A pele serve normalmente como barreira. Mas é importante lembrar que essa barreira pode ser quebrada, quando acontecem cortes, escoriações, úlceras, feridas, sangramento. O HIV pode ser transmitido pela tosse ou espirro? O HIV não é transmitido por tosse, espirro, alimentos, piscinas, toalhas, assentos sanitários, animais caseiros, mosquitos e outros insectos. Tomar água no copo ou comer com os mesmos talheres de um portador do HIV é perigoso? Não. Podemos tomar água ou qualquer bebida no mesmo copo de uma pessoa que tem SIDA porque a saliva não transmite o vírus. Há risco em dormir com uma pessoa que estiver com o vírus? Não há risco. Dormir na mesma cama, compartilhar os mesmos lençóis de uma pessoa com SIDA não infecta, porque o vírus não passa através de objectos. Quando as pessoas devem fazer o teste do HIV? Todas as pessoas com dúvidas se estão ou não infectadas pelo HIV ou que se expuseram a situações de risco de infecção devem realizar o teste sorológico anti-HIV. Se você estiver infectado com o HIV: Poderá receber tratamento precoce e viver mais tempo com melhor qualidade de vida; Poderá usar novos medicamentos, à medida que forem sendo descobertos; Poderá informar seu(s) parceiro(s) de que você tem o HIV evitando que seja(m) infectado(s); Poderá decidir não doar sangue ou outros tecidos; Poderá desenvolver um bom sistema de apoio emocional para melhor enfrentar a doença.

nov 25 2022

HCN supera a meta de 120 para 125 pacientes com catarata

As cirurgias decorreram com sucessos segundo fez saber Marta Abudo, médica oftalmologista em serviço na maior unidade e responsável das cirurgias. A fonte sublinhou que está em curso neste momento a 2ª etapa da campanha que diz respeito ao controlo. A médica insta aos pacientes com estes problemas de forma a aderirem as campanhas que são realizadas trimestralmente. Aliás, a meta prevista para este ano é de 2800 cirurgias, o que a médica acredita que será alcançada: “neste momento nós ainda não terminamos, mas conseguimos cumprir com aquilo que são as nossas metas”. A médica fez saber que a província tem um número elevado de pessoas com problemas de catarata, pelo que é um desafio lutar para reduzir os casos pese embora seja uma doença que tem que ver com a idade, facto que pode tornar difícil eliminar. “À medida do possível gente vai tentar reduzir, por isso que fizemos as cirurgias também ao nível dos distritos”, cimentou Marta Abudo. E porque é uma patologia ligada ao factor idade, Marta deixa algumas recomendações que possam retardar: “evidentemente existem algumas formas que maior parte dos casos estão ligados com a serenidade, pelo que todos são chamados para vir ao hospital central”.    Rádio e Televisão Encontro (RTE)

nov 25 2022

HCN registou 10 óbitos dos 5160 pacientes atendidos nos últimos 20 dias 

São dados referentes ao movimento de pacientes que durante este período procuraram pelos serviços de saúde no maior hospital da região Norte do país, segundo Carlitos Laissone, substituto do Director do Banco de socorro desta unidade sanitária, falando à imprensa nesta 5ª feira (24/11): “dizer que durante este período grande parte deles foram transferidos em estado grave de saúde”. Carlitos fez saber que agressões físicas, acidentes de viação e mordeduras humanas foram as principais causas da procura dos serviços no período em referência. Sem precisar dados, Laissone sublinhou que o número de pacientes nos últimos dias tem vindo a crescer se comparado com igual período do ano passado: “comparando ao igual período do ano passado agora há filas enormes no banco de socorros”. Evitar excessos é o apelo que fica por parte do sector a toda população, numa altura em que a quadra-festiva está às nossas portas. Rádio e Televisão Encontro (RTE)

out 20 2022

Moçambique regista anualmente três mil mortes e 5 mil casos de cancro de mama

Estes dados foram tornados públicos na manhã desta quarta-feira (19/10) pelo chefe do departamento de saúde pública dos serviços provinciais de saúde de Nampula, Geraldino Avelino, durante a realização de uma palestra Outubro Rosa. O evento visa a consciencialização de mulheres com idades superiores a 25 anos de idade para fazerem rastreio da doença nas unidades sanitárias. Na ocasião, Avelino explicou que a doença evolui de forma silenciosa, chegando, no entanto, a níveis alarmantes até a ponto de criar luto no seio das comunidades. A fonte olha com indignação algumas mulheres que por questões culturais não se fazem às unidades sanitárias, em casos de alguns sintomas, daí que insta a esta camada social a aderir o rastreio para preservar a saúde. Sobre a celebração do Outubro Rosa, Geraldino explicou que esta é uma grande oportunidade em que os serviços de saúde, juntamente com os estudantes carregarem mensagens apelativas para as comunidades no combate a este problema de saúde pública. Entretanto, os estudantes, que estiveram presentes na palestra, garantem difundir as mensagens às mulheres sobre a necessidade de se prevenirem do cancro da mama. Jornalista Baptista    

set 06 2022

DIARREIA

Quase todo mundo já passou pela situação e sabe o quanto é desagradável: a vontade é incontrolável e não dá coragem de ficar longe de um banheiro. Embora existam inúmeras doenças ou situações capazes de provocar diarreia, a maior parte dos quadros agudos tem origem infecciosa, ou seja, é uma reacção do organismo contra bactérias, vírus, parasitas, toxinas. Os agentes podem ser transmitidos por bebida ou comida contaminada, ou ainda de pessoa para pessoa, por hábitos inadequados de higiene. Enfim, a diarreia e o aumento de volume das fezes, diminuição na consistência ou frequência das evacuações.   CAUSAS A diarreia pode ser causada por inúmeros factores, sendo os mais frequentes são: Infecções por vírus e bactérias; Uso prolongado de medicamentos; Alergias alimentares; Distúrbios intestinais.   SINTOMAS Dor abdominal em cólicas; Suor e frio; Febre; Enjoos e vómitos; Sensação de peso no abdómen; Sensação de esvaziamento incompleto do intestino; Presença de sangue ou pus nas fezes.   Prevenção Construir e usar correctamente as latrinas; Lavagem constante das mãos apos o uso de latrina e, antes de comer; Lavar bem os alimentos antes de consumir; Higiene pessoal Ferver a água antes de beber; Lavar bem as verduras e mariscos; Beber muitos líquidos.  

maio 18 2022

O governo da província de Nampula doa cadeiras de rodas para crianças deficientes em Murrupula

O governador da província de Nampula, Manuel Rodrigues, efectuou a entrega de cadeiras de rodas a duas crianças deficientes no distrito de Murrupula. Rodrigues acredita que as cadeiras de rodas irão mudar drasticamente a vida dessas crianças, melhorando a sua dinâmica de circulação e contribuindo significativamente para o seu desenvolvimento individual. O dirigente encorajou às famílias a levar suas crianças com deficiência às escolas para que assim tenham um futuro melhor. Manuel Rodrigues disse que este gesto é uma acção que se enquadra no âmbito do programa quinquenal do governo. Amisse Tomas, pai de uma das crianças beneficiárias das duas cadeiras de rodas, agradece a iniciativa do governo da província e considera que o gesto vai mudar sobremaneira a vida do seu filho com deficiência físico-motora.

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