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set 04 2019

RASTOS DA VISITA PAPAL

RASTOS DA VISITA PAPAL Apos a visita de Papa Francisco à Moçambique e a sua carinhosa recepção por parte dos fiéis da Igreja Católica e de muitos outros, fazemos um balanço da visita a partir da conversa que o Papa teve com os jornalistas no avião na sua viagem de volta para Roma. Francisco levava na sua “bagagem de mão”, uns objectivos essenciais para o País, entre outros: a implementação duma paz duradoura, o cuidado com o meio ambiente, o diálogo inter-religioso e a visão de uma Igreja aberta e que se solidarize com as últimas fronteiras da sociedade num mundo globalizado, mas justo. Paz De facto, Ele nos disse: “Em Moçambique fui semear sementes de esperança, paz e reconciliação numa terra que tanto sofreu no passado recente por causa de um longo conflito armado e que na passada Primavera foi vítima de dois ciclones que causaram danos muito graves.” Depois, clamou perante as autoridades: “Não à violência que destrói, sim à paz e à reconciliação.” Papa Francisco reconheceu que o processo de paz foi fruto dum trabalho de conjunto com a comunidade internacional: “a reconciliação é o melhor caminho para enfrentar as dificuldades que tendes como Nação… Vós tendes uma missão valorosa e histórica a cumprir! Que não cessem os esforços, enquanto houver crianças e adolescentes sem educação, famílias sem tecto, operários sem trabalho, camponeses sem terra, de alcançar uma verdadeira reconciliação que os leva a esperança e a dignidade. Estas são as armas da paz.” Terra Mãe Certamente pensando no facto de Moçambique, entre 2001 e 2008, ter perdido 3 milhões de hectares de floresta — um total de 11% da sua área florestal (Madagáscar perdeu 3,63 milhões de hectares, o que representa uma diminuição de 21%), declarou que “A defesa da terra é também a defesa da vida, que reclama atenção especial quando se constata uma tendência à pilhagem e espoliação, guiada por uma ânsia de acumular que, em geral, não é cultivada sequer por pessoas que habitam estas terras, nem é motivada pelo bem comum do vosso povo. Uma cultura de paz implica um desenvolvimento produtivo, sustentável e inclusivo, onde cada moçambicano possa sentir que este país é seu, e no qual possa estabelecer relações de fraternidade e equidade com o seu vizinho e com tudo o que o rodeia”. Visita em Tempo oportuno Tendo observado que o Papa estava a visitar Moçambique preste a começar a campanha eleitoral, Francisco respondeu, já no avião, de regresso a Roma: “Não foi um erro, foi uma opção decidida livremente, porque a campanha eleitoral começou nestes dias e foi eclipsada pelo processo de paz. O importante era ajudar a consolidar este processo. E isto é mais importante do que uma campanha que ainda não começou. Ao fazer o balanço, é necessário consolidar o processo de paz. E também me reuni com os dois opositores políticos, para sublinhar que o importante era isso e não para animar o presidente, mas para sublinhar a unidade do país.” A sociedade civil Ao Papa foram endereçadas duas cartas por parte de algumas organizações da sociedade civil para o ajudar a fazer uma leitura atenta de Moçambique. … “As Organizações da Sociedade Civil, Centro para a Democracia e Desenvolvimento (CDD), o Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC), o Centro de Integridade Pública (CIP) e o Observatório do Meio Rural (OMR), apresentam-lhe as melhores boas vindas a Moçambique… Na sua visita, Santo Padre, temos a esperança que haja meditação e que se reze a Deus para que a nossa Pátria retome caminhos da justiça, da democracia, do Estado de Direito, da defesa dos mais pobres num processo de desenvolvimento sustentável e socialmente cada vez mais justo e equitativo. As suas intervenções deverão assinalar um marco para que o Governo de Moçambique possa ser mais respeitoso, justo e com um modelo de desenvolvimento, com e para o Povo moçambicano, e não para uma elite minoritária as vezes corrupta”. Outra carta, assinada pela organização Amnistia Internacional e outras entidades, apresentava a situação dos direitos humanos no País e pediu ao papa Francisco para que “ a visita de sua Santidade a Moçambique possa representar uma genuína oportunidade para o Governo Moçambicano de reafirmar o próprio compromisso na defesa dos direitos humanos assim como está consagrada na Constituição da República”. Percorrendo os caminhos da Paz O Papa deixou-nos umas dicas para poder alcançar uma boa qualidade de vida: “Nós não devemos ser triunfalistas nestas coisas. O triunfo é a paz. Não temos o direito de ser triunfalistas, porque a paz ainda é frágil no seu país, tal como é frágil no mundo. A paz deve ser tratada da mesma forma como se tratam as coisas recém-nascidas, como as crianças, com muita, muita ternura, com muita delicadeza, com muito perdão, com muita paciência, para fazê-la crescer e ser robusta. É o triunfo do país: a paz é a vitória do país, é preciso entender isso… E isso vale para todos os países, que se destroem com a guerra. As guerras destroem, fazem perder tudo”. Pedimos a todos os homens e as mulheres de boa vontade de percorrer os caminhos da Paz para que todos os moçambicanos tenham uma vida digna e saudável.

maio 26 2019

6º Domingo da Páscoa

Act. 15, 1-2.22-29; Ap. 21, 10-14.22-23; Jo. 14, 23-29 O coração novo (o Espírito) de Jesus guia a Igreja Já víamos no Domingo passado que o coração de Jesus tem sentimentos diferentes dos nossos e que só entrando no seu modo de sentir e viver (o seu Espírito) se constrói a nova Jerusalém, a Igreja, a nova sociedade. Esta dispensa a luz do sol e da lua (a esperteza humana); basta-lhe o Cordeiro, como lâmpada (a sabedoria da cruz), como diz hoje o Apocalipse. No Evangelho, Jesus firma que quem O segue será amado por Deus e Deus habita nele. Que significa Deus “abitar” em alguém? Significa que alguém tem o Espírito de Jesus e, por isso, atua com um coração novo, vivendo na sociedade de acordo com a sabedoria de Jesus e não segundo os critérios egoístas do coração humano. Não é difícil de compreender que quem não respeita o marido ou a esposa, quem gasta o salário na bebida e deixa a família à fome, quem enriquece através da corrupção e do desvio dos bens públicos… não é habitado por Deus. A seguir Jesus promete o Espírito e chama-lhe o Consolador (Paráclito). Deus habita-nos para nos animar no caminho da entrega aos irmãos e para nos consolar quando erramos, de forma a não desanimarmos. “Função” do Espírito é ensinar, isto é, explicar melhor o que não compreendemos do ensino de Jesus, sobretudo para sabermos aplicar o Seu ensino às situações novas colocadas por situações novas ou pelos costumes culturais diferentes das pessoas que querem viver o Evangelho. Uma dessas situações é descrita na primeira leitura de hoje: os cristãos que não são judeus têm que se circuncidar como os judeus para serem baptizados? Podem comer carne de porco? Têm que cumprir todas as prescrições da religião judaica? Etc. Uns diziam que sim; outros que não. Nesta situação os Apóstolos decidem juntar-se para rezar, pedir a luz do Espírito Santo e dar uma resposta. No fim, sentem que a decisão que tomam, não é só deles: o Espírito de Jesus também participou, ensinando-lhes o caminho a seguir. Outra função do Espírito é recordar: entre tantas coisas que Jesus ensinou, é fácil pôr algumas de parte. O Espírito de Jesus não permite isso. Às vezes só nos interessam certas partes do Evangelho. Outras esquecemo-las de propósito porque não nos agradam. Isso não vem do Espírito Santo e mostra que nem sempre Lhe damos espaço de manobra.  

maio 19 2019

5º Domingo da Páscoa

Act. 14, 20-26; Ap. 21, 1-5; Jo. 13, 31-35 Os novos céus e a nova terra Quando Judas sai do Cenáculo para iniciar todo o processo que levará Jesus até à morte na cruz é quando Jesus diz que chegou o momento da Sua glorificação. Segundo os nossos manuais de história, os heróis, os gloriosos são aqueles que venceram, nem que, para isso, tenham matado e maltratado os que consideravam “inimigos”. Jesus diz que a sua glória não está em destruir aqueles que lhe fazem mal, mas em dar a vida por eles. Quer dizer que, para Jesus, a glória não está em vencer: está em ser vencido. Lembramos que ele já tinha dito: “quem perder a vida por minha causa, ganhá-la-á” (Mt. 16,25). Neste render-se perante a violência e o mal está a grande vitória de Jesus. Esse render-se exige mais força e dignidade humana para dominar o poder do ódio e da vingança, do que deixar-se levar pela fúria da ira descontrolada. Quem, na sociedade, às vezes aparece como forte e poderoso, afinal pode ser muito fraco e desumano. É por essas e por outras que a justiça de Deus tantas vezes nos parece injusta. O misericordioso não é fraco: é um herói! Perdoar não é perder: é ter um coração grande! Lavar os pés aos irmãos não diminui a grandeza humana: aumenta-a! Trabalhar e sacrificar-se (na família, na sociedade, na Igreja) sem esperar agradecimentos ou recompensas não é empobrecer: é ficar mais rico! É precisamente quando morre que Jesus ressuscita! Esse é o mandamento novo, que não é imposto, mas nasce de um coração novo, no qual entrou o Espírito de Jesus. Não sei bem se eu, que sou padre, acredito muito nisto. Talvez acredite na teoria, mas na prática!?!… No entanto é assim que se constroem os novos céus e a nova terra, a nova Jerusalém, bela como a noiva no dia do seu casamento, de que fala o Apocalipse. Ela não se constrói com a minha mentalidade humana e mesquinha: ela desce do Alto; nasce do testemunho activo d’Aquele que veio de Deus. O mundo renovado é fruto da abnegação do Filho do Homem “que se humilhou até à morte e morte de cruz. Por isso Deus o exaltou…” (Fil. 2, 8-9).

maio 12 2019

4º Domingo da Páscoa

Act.13, 14.43-52; Ap. 7, 9-17; Jo. 10,27-30 A alegria de morrer com Cristo O livro dos Actos conta hoje o que aconteceu a Paulo e a Bernabé em Antioquia da Pisídia. Depois de terem anunciado a Boa Notícia de Jesus, vencedor da morte, as pessoas ficaram entusiasmadas, mostrando a sua alegria em seguir Jesus e em ser por Ele libertadas da morte e de todos os males. Mas, uma semana depois, a situação muda completamente: embora os pagãos aderissem com alegria à fé, os judeus moveram uma perseguição terrível contra Paulo e Bernabé. Eles tiveram que fugir para Icónio e, depois, para Listra e Derbe. Aí, as coisas pioraram ainda mais: foram apedrejados e deixados meio mortos (Act. 14, 19). Embora se diga que os Apóstolos continuaram a pregar, felizes por sofrer pelo Evangelho, isso não tira que Paulo, (em 2Cor. 1, 8-9) diga que aqueles acontecimentos o chocaram muito, para além das suas forças. Os discípulos de Jesus são, aqui, alertados para o facto de que “é através de muitas tribulações que se entra no Reino dos Céus” (Act.14,22). Seguir Jesus não garante sucessos imediatos. De facto, o livro do Apocalipse, apresentando os participantes do banquete das bodas de casamento do Cordeiro imolado, protegidos pela mão do Altíssimo, diz que “eles são os que vieram da grande tribulação e lavaram as suas túnicas no sangue do Cordeiro”. Quem deseja o céu (a felicidade) já sabe o caminho. Não vale a pena tentar outros atalhos mais fáceis. Seguir Jesus é bonito; a meta da caminhada é maravilhosa; beber na fonte das águas vivas é uma delícia, mas só lá chega quem assume as escolhas do Mestre, quem aceita ser cordeiro imolado, cuja vida é oferecida para o bem dos outros. Ali não há lugar para gente fechada nos próprios interesses. Não basta receber baptismo: é preciso viver o baptismo. Isso é ouvir a voz do Pastor.

nov 12 2017

COMUNICADO DA CONFERÊNCIA EPISCOPAL DE MOÇAMBIQUE

COMUNICADO DA CONFERÊNCIA EPISCOPAL DE MOÇAMBIQUE Às Comunidades cristãs e a todos os homens de boa vontade, paz e alegria no Senhor ressuscitado. Desejamos-vos a mesma paz e alegria que o Senhor, repetidas vezes, desejou e deu aos seus discípulos. Queremos, através deste meio, exprimir a nossa comunhão convosco, manifestar-vos a nossa presença espiritual e partilhar convosco o fruto das nossas reflexões e deliberações sobre a nossa vida eclesial e social deste tempo. De 7 a 12 de Novembro de 2017, nós, os Bispos Católicos da Conferência Episcopal de Moçambique, estivemos reunidos no Seminário Interdiocesano Filosófico de Santo Agostinho na Matola, na II Sessão da Assembleia Plenária de 2017. Estiveram presentes todos os Bispos Diocesanos e dois Bispos Eméritos, Sua Eminência o Cardeal D. Júlio Duarte Langa e D. Januário Machaze. Participou pela primeira vez o Reverendo Padre Sandro Faedi, Administrador Apostólico da Diocese de Tete. Na abertura da Sessão, D. Francisco Chimoio, Arcebispo de Maputo e Presidente da CEM, saudou todos os Bispos. O Senhor Núncio Apostólico, D. Edgar Peña Parra, no seu discurso de saudação transmitiu uma mensagem de encorajamento da parte do Santo Padre e partilhou alguns temas de particular importância para serem submetidos à consideração da CEM. A primeira parte, a partir da leitura dos relatórios das Dioceses e das Comissões Episcopais e do Secretariado Geral da CEM e ajudados pela reflexão de um economista, consistiu na análise e reflexão da realidade sócio – política e económica do nosso País no momento presente. CLIMA SOCIAL Entre as várias feridas que fazem sofrer o nosso povo verificamos a prevalência da corrupção e a violência generalizada; o aumento da pobreza em contraste com a acumulação da riqueza nas mãos de poucos; a falta de esclarecimento das dívidas ocultas e a devida responsabilização dos autores; o abuso nos recursos da natureza pela desflorestação, mineração e conflitos de terra; o desemprego que aumenta a instabilidade e desesperança na juventude; a fragilidade da paz, sinal de falta duma verdadeira reconciliação baseada na justiça, respeito dos direitos humanos e na participação de todos os moçambicanos; e o excessivo números de mortes por causa dos acidentes de viação. Da leitura dos relatórios constatámos a necessidade de potenciar a Catequese, a formação ética, moral e espiritual, o trabalho pela reconciliação, a promoção da formação em doutrina social da Igreja e o testemunho de uma vida cristã coerente. A JUVENTUDE, A ANIMAÇÃO VOCACIONAL E OS SEMINÁRIOS Reflectindo sobre a problemática juvenil, damos graças a Deus pelo aumento significativo do número de seminaristas nos seminários maiores e nas casas de formação das congregações religiosas. Entretanto, ficamos preocupados por constatarmos uma desorientação generalizada da juventude, talvez como consequência da degradação da vida familiar, que também conhece momentos muito difíceis. PRÓXIMOS EVENTOS Olhando para o futuro, apelamos a todos os fiéis a orar pelo sucesso dos próximos eventos eclesiais e a participar activamente em cada um deles. Em 2018, celebraremos os seguintes: – O 30º ano da Visita Papal de S. João Paulo II ao nosso País; – Os 50 anos do Seminário Maior São Pio X. – A realização da XIX Assembleia Nacional da Caritas Moçambicana. Iniciaremos também a preparação da IV Assembleia Nacional de Pastoral, momento de fortalecimento da comunhão, de renovação espiritual e de conversão pessoal e comunitária da Igreja em Moçambique. Exortamos a todos a dar o seu melhor para o bom sucesso deste evento muito importante para a nossa Igreja e para toda a família moçambicana. Apelamos igualmente a todos a unirmos e rezar pela próxima Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos sobre a Juventude, que terá o seguinte tema: OS JOVENS, A FÉ E O DISCERNIMETO VOCACIONAL.   Nós pastores, unidos e solidários com o povo que sofre, exortamos a não perder a coragem mas caminhar na esperança que nasce da fé em Jesus Cristo Rei do Universo, como anuncia o profeta: “O Povo que andava nas trevas viu uma grande luz: sobre os que habitavam na sombra da morte resplandeceu a luz” (Is 9,2). Com alegria do Nascimento do Salvador, desejamos Boas Festas de Natal e Próspero Ano Novo.   Matola, 12 de Novembro de 2017   + Francisco Chimoio, ofmcap Arcebispo de Maputo e Presidente da Conferência Episcopal de Moçambique

jan 03 2016

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jan 03 2016

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