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mar 31 2023

USAID – FILOVC “abre mão” para 18 mil raparigas de Nampula e Cabo Delgado

Cerca de 18 mil raparigas e adolescentes irão beneficiar do projecto denominado USAID FILOVC, lançado esta quinta-feira, 30/03, na cidade de Nampula. o projecto será implementado nas províncias de Nampula e Cabo Delgado onde o objectivo é apoiar milhares de crianças e raparigas vulneráveis, com risco de contrair o HIV, para alem de deslocados. Detino Augusto, coordenador executivo da Ovarelelana, uma das organizações parceiras do projecto, que apresentou o projeto, falou da estratégia de aproximação e apoio a essas pessoas, olhando que algumas delas são de alguma forma de difícil acesso. No entanto, adiantou que essas pessoas se encontram na comunidade e os actores comunitários irão ajudar na sua localização. o coordenador executivo da ovarelela avançou que a escolha das províncias de Nampula e Cabo Delgado, deve-se pelo facto de estas registarem maiores números de deslocados e pessoas com HIV comparativamente a vizinha província do Niassa. Uma das beneficiárias deste projecto é Elísia da Conceição Augusto, que após interromper por um tempo os seus estudos por falta de condições, veio os retomar, graças ao projecto. Elísia, chamou a mais pessoas que passam por situações de vulnerabilidade a aderirem o projecto. Por Ernesto Tiago

mar 31 2023

USAID – FILOVC estende mão para 18 mil raparigas de Nampula e Cabo Delgado

Cerca de 18 mil raparigas e adolescentes irão beneficiar do projecto denominado USAID FILOVC, lançado esta quinta-feira, 30/03, na cidade de Nampula. o projecto será implementado nas províncias de Nampula e Cabo Delgado onde o objectivo é apoiar milhares de crianças e raparigas vulneráveis, com risco de contrair o HIV, para alem de deslocados. Detino Augusto, coordenador executivo da Ovarelelana, uma das organizações parceiras do projecto, que apresentou o projeto, falou da estratégia de aproximação e apoio a essas pessoas, olhando que algumas delas são de alguma forma de difícil acesso. No entanto, adiantou que essas pessoas se encontram na comunidade e os actores comunitários irão ajudar na sua localização. o coordenador executivo da ovarelela avançou que a escolha das províncias de Nampula e Cabo Delgado, deve-se pelo facto de estas registarem maiores números de deslocados e pessoas com HIV comparativamente a vizinha província do Niassa. Uma das beneficiárias deste projecto é Elísia da Conceição Augusto, que após interromper por um tempo os seus estudos por falta de condições, veio os retomar, graças ao projecto. Elísia, chamou a mais pessoas que passam por situações de vulnerabilidade a aderirem o projecto. Por Ernesto Tiago

mar 31 2023

Aumentam organismos contra a exclusão da mulher

Crescem no país, accões tendes a inversão do fenómeno de exclusão da mulher nos locais de tomada de decisão a vários níveis. Ē assim que o projecto mulher e paz, implementado por um consórcio constituído pela Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade – FDC, pelo Instituto Multipartidário para a Democracia-IMD e pelo Centro Africano para a Resolução Construtiva de Disputas- ACCORD, está a realizar sessões de advocacia que contribuam para a mudança de comportamentos ligados a participação ou envolvimento das mulheres nos processos de resolução de conflitos e construção da paz a todos os níveis. Falando a Rádio e Televisão encontro, Sheila Mafuiane gestora do projecto mulher e paz, sublinhou que são vários os desafios a enfrentar, pois os problemas estão relacionados com a cultura, ao que é necessário desconstruir a ideia de divisão dos papeis da mulher e do homem. Sheila que repudia esta construção social, segundo a qual os papeis são determinados em função do sexo, oque em muitos casos impede a participação das mulheres em lugares de decisão, aponta vantagens da inclusão desta camada social nos processos de construção de paz e trás exemplos. Entretanto, Olinda Mondlane ponto focal da fundação para o desenvolvimento da comunidade – FDC, que também alinha com os desafios do movimento, aponta vários factores que provavelmente estejam a impedir a participação da mulher, como por exemplo o fraco nível de escolaridade, factores culturais, a dependência económica, entre outros. Olinda garantiu que trabalhos estão em curso nas comunidades com objectivo de inverter o cenário através de mensagens de sensibilização quanto a sua liberdade de voz. “ Estamos conversando com as mulheres para que participem activamente nessa luta, porque elas também são importantes na resolução de conflitos”.- disse Olinda Mondlane, defendendo ser necessário “fazer alguma coisa que ajude a camada feminina a conquistar os seus objetivos.” Segundo a fonte, o movimento mulher e paz, foi criado no ano de 2018 numa conferência havida na cidade da Beira, onde foi aprovada uma agenda de trabalho, a qual o presidente da Republica, autorizou para que a mulher trabalhasse em prol da sua liberdade. Por César Rafael

mar 31 2023

Via de acesso constitui um martírio para os residentes de Namiepe

Residentes e utentes da Estrada que da acesso a zona da Namiepe no posto administrativo de Namicopo, pedem a quem de direito a reabilitação do troço Namialo/ Namiepe como forma de reduzir o sofrimento a que estão sujeitos na procura de serviços básicos. De entre os serviços básicos, apontam centro de saúde, escolas entre outros, que quase dia após dia, tem sido um calcanhar de akiles para aquela comunidade ter acesso. Alias, este facto faz com que os munícipes se desloquem para a zona de Namiepe onde estão concentradas as infraestruturas que oferecem estes serviços indispensáveis para a vida humana, com inúmeras dificuldades. Entretanto segundo os munícipes, chegar ao centro de Saúde de Namiepe, constitui um martírio, porque, se antes era, agora, não é possível usar a via utilizando viatura, motorizada ou de bicicleta. Estudantes da Escola Secundaria Marcelino dos Santos, que também se localiza próximo do Centro de Namiepe e que viram os transportes Semi colectivos interrompidos por conta da degradação do troço, falam do sofrimento que passam no dia a dia na sua batalha diária na preparação do seu melhor futuro e do país em geral. Estrada condigna, a circulação de transportes semicolectivos vulgo chapas, e outras condições que favoreçam a circulação, é o maior desejo dos munícipes daquele troço. Este e apenas um exemplo de entre vários troços degradados na cidade de Nampula, sobre tudo durante a época chuvosa. Por César Rafael

mar 31 2023

SINTIME procura ser mais unido e coeso em Nampula

O Conselho Provincial do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Indústria metalúrgica, Metalomecânica, e Energia – SINTIME, em Nampula reuniu-se esta sexta feira, 31/03, na sua 6ª conferência, para de entre vários pontos de agenda, fazer avaliação das actividades realizadas entre 2014 a 2023. Falando na abertura da Conferência, o Secretário Geral do SINTIME, Américo Pedro Macamo, observou a necessidade de os sindicalistas continuarem unidos e coesos, como forma de manter o sindicato mais forte. Para defender a sua afirmação, Américo Macamo referiu que a 6ª Conferência Provincial do SINTIME, realiza-se sob lema – “Por um SINTIME uno e indivisível”. O SINTIME através dessa conferencia, pretende acomodar a sua politica económica e social, para adequar ao panorama actual, sem que o trabalhador se sinta indefeso e ultrapassado. “Por isso, nessa conferência nós vamos definir políticas que vão nortear a nossa realidade, porque o mercado de trabalho que tínhamos a 5 anos atrás, é diferente com o de hoje.” – sublinhou Macamo,  recordando que o sindicalista deve continuar a assumir a sua tarefa de defender o trabalhador. Para a nossa fonte, os sindicalistas não são inimigos das entidades governamentais e ou empregadores, mas sim parceiros. Por seu turno a secretária Provincial do Sintime em Nampula, Natália Perreira, aponta como desafios, depois desta conferencia, a criação de mais comités sindicais e capacitar os seus quadros em matérias de lei de trabalho e estatutos desse sindicato. Participaram na VI conferencia, 24 delegados, oriundos de empresas da área de industria, Metalúrgica, Metalomecânica e Energia, na Província de Nampula. Por Amélia Augusto

mar 31 2023

A obediência canina das FDS e o Estado de Direito

A obediência canina das FDS e o Estado de Direito Diferente dos países de regime de ditadura, nos países chamados de direito a polícia usa a força e a violência só em casos de extrema necessidade. Seu trabalho, por isso, baseia-se no diálogo para educar os cidadãos a assumirem o civismo como modo de vida e para convencer cidadãos a agirem segundo a ordem estabelecida. Assim, sua formação é mais de domínio de ferramentas legais e de fundamentos de direitos humanos para saber dialogar do que para agredir, ferir ou matar cidadãos indefesos. É assim que devia ser a nossa polícia! Mas infelizmente não é assim! Há alguns anos, comentando o escândalo que envolveu instrutores que engravidaram suas alunas no centro de formação básica da polícia, um jurista dizia que os membros da nossa polícia são instruídos a ter uma obediência canina. Fiquei depois a pensar num cão que não pergunta, não reclama, faz o que o seu dono mandar. Obedecer a ordens sem avaliar nem questionar equipara-se, de facto, a obediência de um cão domesticado. A nossa polícia forma seus homens apenas para dominar os métodos de violência. A avaliar pelo modo como age, é possível perceber que os direitos humanos, as leis, as liberdades básicas das pessoas não fazem parte do curriculum de sua formação. Quando um cidadão é retido de forma violenta e desrespeitosa na rua por não ter BI, quando alguém é baleado apenas por dar uma resposta legal à acção da polícia ou porque apenas não cumpriu um decreto presidencial não trajando a máscara, quando uma casa por qualquer motivo é invadida pela polícia sem respeito ao direito de privacidade nem um mandado do tribunal, isso denota falta de domínio das regras básicas de tratamento de cidadãos num país democrático. O mais grave é notar que o agente da polícia moçambicana não pensa nem age por conta própria, é marionete de seus superiores porque ao ser questionado sobre sua atitude não se envergonha de dizer: “apenas cumpro ordens superiores!”, mesmo que tais ordens sejam ilegais. Sem prejuízo da disciplina de obediência (mas não cega) que caracteriza as instituições paramilitares, julgo ser idiotice violentar pessoas, invadir residências, agredir cidadãos e até mesmo matar, sem saber os motivos pelos quais tem que levar a cabo tais actos. Ninguém em sã consciência faria tais actos sem se preocupar em saber sobre sua legalidade ou pelo menos sobre os motivos pelos quais deve agir tal como as tais ordens superiores mandam. A quem realmente beneficia a obediência canina da nossa polícia tal que ninguém se preocupe em mudar seu comportamento? No dia 18 de Março, aquando da marcha da sociedade civil em homenagem ao carismático músico Azagaia, a Polícia, movida de novo por ordens superiores, fez-se a rua das principais cidades do país para violentar, agredir e prender sem observar o mínimo da legalidade para tais actos. De novo, o único documento que a polícia tinha para sustentar suas práticas ilegais eram as “ordens superiores”. O curioso é que tais ordens superiores nunca têm rosto. Tem sido um superior cobarde, por isso oculto. Com tal atitude de se ocultar, o suposto superior demonstra estar a usar a polícia por motivos egoístas, sem justificação legal e que portanto precisa esconder-se. Outra coisa curiosa é que sempre que a polícia obedece a supostas ordens superiores sem rosto, sai para ameaçar, violentar e, por vezes, até mesmo matar. Que tipo de Estado de direito estamos a constituir com uma polícia violenta? Que tipo de corporação policial é possível constituir com agentes que desconhecem o mais básico princípio dos direitos humanos? Que modelo de polícia não sabe nem compreende que ordens superiores só são obedecidas se forem conformes a lei? É por obedecer ordens sem avaliar que agentes da polícia matam cidadãos inocentes; é por essa obediência dita canina que nas vias públicas a extorsão a automobilistas tornou-se normal; é por essa obediência cega às ordens que, tal como a imprensa denuncia muitas vezes, as agentes da polícia mais lindas da corporação ou da instrução entregam-se a relações sexuais que as coisificam, apenas para cumprir a vontade de seus chefes ou instrutores, mesmo que para isso percam a sua dignidade como mulheres; é por obedecer ordens de forma apática que nem sequer são capazes de exigir um serviço com dignidade que se recomenda e com o salário segundo o risco do seu trabalho. Enquanto cumprem ordens, sua vida vai se enterrando na lama da imoralidade, da pobreza e do isolamento porque aqueles a quem corrompem, violentam e baleiam durante a jornada de trabalho, no final do seu turno, no bairro, são seus vizinhos, seus concidadãos. Todos nós cumprimos ordens em qualquer âmbito social. É verdade que nas instituições paramilitares cumprir ordens superiores é norma. Mas cumprir ordens ilegais, imorais e criminosas continua sendo repugnável e vergonhoso. Mas por que motivos nossos agentes da polícia obedecem cegamente as ordens? Nos outros países, sobretudo os democráticos, a carreira paramilitar é sustentada pelo patriotismo. O amor pela pátria e pelos concidadãos leva jovens a se entregarem a Missão. Por isso, obedecem mais a bandeira, a ordem constitucional e as leis do que a pessoas. Ordens vindas de pessoas, ainda que sejam chefes, se forem ilegais e imorais, são previamente questionadas para perceber o seu verdadeiro sentido e finalidade. Em Moçambique, não se começa a carreira de agente da polícia por patriotismo, mas como mecanismo de sobrevivência. A procura de emprego leva jovens à polícia e ao exército. Por isso, na consciência dos agentes da Polícia está a convicção de que o seu chefe é o responsável pelo seu emprego. Obedecer às vontades do chefe tornou-se uma estratégia de manutenção do próprio emprego. Beneficiários da obediência canina da polícia Os superiores da polícia sabem que a obediência cega dos agentes da polícia é ilegal. Entretanto, convém a eles que os agentes continuem assim, para viabilizar seus interesses. Aliás, a obediência canina serve também para manter interesses políticos de quem governa. Por isso, no seio do partido,

mar 29 2023

Ser elegante não significa ser Santo

“Um Católico elegante não é um católico santo”.- afirmou Papa Francisco, durante o seu encontro Semanal com os fiéis na Praça de São Pedro no Vaticano. O sumo Pontífice, pronunciou-se assim na sua catequese da Audiência Geral desta quarta-feira, 29/03, onde colocou no centro de reflexão a figura da conversão de São Paulo, que se encontrou com Jesus ressuscitado. Segundo Francisco, o que muda a vida é o encontro com o Senhor e único que pode mudar os nossos corações é o Esprito Santo. O líder da igreja Católica no Mundo lembrou que tornar-se cristão não é uma maquiagem que muda o rosto. Para ilustrar essa afirmação, deu o exemplo da Eucaristia na qual o pão e o vinho não desaparecem, mas tornam-se o corpo e sangue de cristo. Lembrou que converter-se significa refazer aquela mesma experiência de queda e ressurreição que Paulo viveu. Trouxe também para reflexão, a conversão de Paulo que depois de perseguir os que testemunhavam a palavra do Senhor, se tornou Apóstolo de Cristo. Para o Santo Padre, “esta experiencia evidencia que um católico elegante, não é um Católico Santo, porque o verdadeiro caótico e o verdadeiro Cristão é aquele que recebe Jesus dentro de si”. Redação

mar 29 2023

Activistas sociais negam ser inimigos do Governo

O presidente da Associação de paralegais para Assistência no Apoio do desenvolvimento Sustentável da Comunidade – APAADEC disse estar satisfeito com a expansão, a nível nacional da instituição que dirige. Sismo Eduardo Muchaiabande, que falava ontem, 28 de Março, no inicio das actividades da sua agremiação, para o presente ano, recordou as acções desenvolvidas em benefício das comunidades. Falou igualmente dos desafios daquela organização na área da mineração, apontando como exemplo algumas violações contra o ambiente, com destaque para a poluição do mar e a falta de reposição do mangal, nas zonas de exploração mineira, sem a devida fiscalização. “Assistimos poluição das aguas do mar em Larde, por navios de grande porte e falta de reposição do mangal na área de exploração mineira, mas que infelizmente ninguém fiscaliza.”- Lamentou o presidente da Associação de paralegais Para Assistência no Apoio do desenvolvimento Sustentável da Comunidade – APAADEC, falando por ocasião do arranque das actividades da sua agremiação, para o ano de 2023, na cidade de Nampula. Os Membros da APAADEC, recordam que, como ativistas sociais, não são braço de ferro para o poder, mas sim companheiros de caminhada, numa clara alusão de que apoiar as opiniões das organizações da sociedade civil, é fortalecer e dar o seu devido valor a constituição da Republica. “Enquanto os políticos lutam para substituir o governo do poder, os activistas sociais lutam para que o governo melhore a forma de servir o seu povo.” – clarificou Cismo Muchaiabande. De Salientar que a APAADEC tem como objectivo, promover a justiça social e do bem-estar comunitário, criando capacidades para a defesa dos direitos e deveres no uso e aproveitamento sustentável da terra e recursos naturais, contribuindo para a boa governação e prestação de contas. Por Eva Bento

mar 29 2023

Governo Canadiano é pela “potencialização” da mulher e Rapariga em Moçambique

A Alta Comissária do Canadá em Moçambique entende que as mulheres e raparigas desempenham um papel catalisador para as mudanças económica, ambiental e social rumo ao desenvolvimento sustentável do país. Caroline Delany que esta terça feira, 28 de Março visitou as instalações da Rádio e Televisão Encontro, lamentou o facto de este papel que a mulher e a rapariga tem, estar a fracassar devido aos casamentos prematuros que, algumas vezes, acontecem contra a vontade delas. “Muitas raparigas no mundo e em moçambique em particular, são impedidas de atingir o seu pleno potencial, comprometendo o seu futuro e consequentemente o seu estado de saúde, o que as torna cada vez mais vulneráveis a violência, descriminação e abusos.” – observou Caroline Delany, acrescentando que muitas raparigas ainda não conseguem terminar os seus estudos, devido a esses factores. Essa realidade foi segundada pela embaixadora por um dia, do Canada em Moçambique, Teresa Abdala, que fazia parte da delegação da Alta Comissária, a qual anotou ser importante a potencialização da rapariga e da mulher na sociedade, numa altura em que há muita limitação dessa camada nas comunidades. “Seria bom investir-se mais na reintegração escolar das mulheres e raparigas, que por várias razões estejam fora da escola”. – anotou Teresa Abdala, que na opinião dela, “se ajudarmos as mulheres e raparigas, e informá-las sobre os seus direitos, terão uma mente mais aberta, porque conhecimento é poder”. Para o sucesso dessa ideia, Teresa Abdala defende ser importante o uso das rádios para a disseminação de informações sobre os direitos da mulher e da rapariga na sociedade, desencorajando os casamentos prematuros. A visita da Alta Comissaria do Canada, a Província de Nampula, enquadrava-se nas celebrações do mês da mulher, sabido que o governo Canadiano adotou uma política de assistência internacional feminista, com objetivo de reduzir a pobreza extrema e construir um mundo mais pacífico, inclusivo e próspero. Essa política, segundo a Alta Comissária do Canadá em Moçambique, reconhece que promover a igualdade de género e capacitar mulheres e raparigas, é a abordagem mais efectiva para o alcance desse objectivo. Por Elísio João

mar 28 2023

Baixa visão em tratamento mo HCN

A Associação Amor à Vida está a promover uma campanha de atendimento a pessoas com baixa visão na cidade de Nampula. Os membros dessa Associação, na sua maioria, com problemas de pigmentação da pele, promovem esta campanha desde Dezembro do ano passado e até este momento já abrangeu pouco menos de 20 pessoas. Nesta segunda fase, o atendimento massivo das pessoas com baixa visão está a acontecer no Hospital Central de Nampula e a agremiação espera a aderência de todos que tenham este problema. A vice coordenadora da Associação Amor a Vida, Márcia Bacar disse que as intervenções são gratuitas e são direcionadas a todos interessados, dos 05 a 19 anos de idade. “Estamos preocupados pela fraca aderência nesta actividade.” – Disse Márcia, observando que a vantagem de fazer parte dessa observação, é que os que tem o problema de baixa visão, depois de observados, poderão receber óculos de vista. “Depois das intervenções de oftalmologia, os pacientes terão a possibilidade de receberem um par de óculos de vista, oque ajudará a melhorar a sua visão e consequentemente os seus estudos.” – Admitiu a nossa fonte, acrescentando que a Associação de pessoas com albinismo viu a necessidade de ajudar estas pessoas uma vez que nem todos têm a possibilidade de adquirir óculos de vista. “Todo trabalho é gratuito e ninguém paga nada pelas intervenções.”- disse repetidas vezes  Márcia Bacar, renovando o convite para adesão nesta campanha, que está a decorrer no Hospital Central de Nampula. Por Assane Júnior

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