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jul 17 2020

Grito da terra, grito dos pobres

  A semana da Laudato Si ‘, que celebrámos no passado mês de Maio para recordar o 5º aniversário da publicação da encíclica Laudato Si’ de papa Francisco, teve como tema “Tudo está conectado” procurando assim envolver todas as comunidades católicas espalhadas nos diferentes continentes no mesmo projecto. A semana foi uma proposta concreta para várias instituições religiosas para reflectir e construir um futuro mais justo e sustentável para a Terra e para a humanidade, seguindo as linhas indicadas pela própria encíclica. A iniciativa terminou com um dia mundial de “oração comum pela terra e pela humanidade” que também marcou o começo do Ano Especial dedicado à Laudato si‘ com objectivo de propor um compromisso público comum com a “sustentabilidade total” a ser alcançada em 7 anos. Considerando a realidade que o Covid-19 provocou nas diferentes partes do Mundo, o Dicastério para o Serviço e o Desenvolvimento Humano Integral, com o apoio de um grupo de parceiros católicos planeou várias iniciativas on-line e durante a semana, pessoas empenhadas na defesa da Casa Comum participaram de treinamentos on-line e seminários interactivos, reflectindo sobre o assunto e aprofundando seu compromisso de salvaguardar a Criação e promover uma ecologia integral. Na mensagem de Papa Francisco para ocasião da semana é realçado o papel de cada pessoa na salvaguarda do ambiente: “Que tipo de mundo queremos deixar para os que vierem depois de nós, para as crianças que estão crescendo?… Renovo o meu apelo urgente para responder à crise ecológica, o grito da terra é o grito dos pobres e não podem mais esperar. Vamos cuidar da criação, um presente do nosso bom criador Deus ”. Em cinco anos desde a publicação da Laudato Si ‘, milhares de comunidades em todo o mundo adoptaram acções destinadas a concretizar a visão de ecologia contida na Encíclica. Mas a crise ambiental é tão séria que é preciso fazer mais. Ninguém pode se sentir omitido de acções mais corajosas e impactantes nas várias instituições religiosas. Os ensinamentos da Encíclica são particularmente relevantes no contexto actual da pandemia de coronavírus: “A pandemia afectou em todos os lugares e nos ensina como apenas com o compromisso de todos podemos levantar e derrotar até o vírus do egoísmo social com os anticorpos da justiça, caridade e solidariedade. Ser construtores de um mundo mais justo e sustentável, de desenvolvimento humano integral que não deixa ninguém para trás”. O 5º aniversário de Laudato Si coincide com dois grandes eventos mundiais relacionados ao compromisso de combate a crise ambiental: o prazo final para os países anunciarem seus planos de alcançar os objectivos de ‘O acordo de Paris sobre o clima”, e também com a conferência das Nações Unidas sobre biodiversidade a realizar-se ao longo do ano, a fim de proteger os lugares e espécies que sustentam a vida no planeta. A profunda conversão para trabalhar pela justiça social, económica e ambiental e para a mudança do estilo de vida de cada um, através de várias iniciativas no nosso contexto Moçambicano, nos vai ajudar a colocarmo-nos em rede no cuidado a Casa Comum. Tutelar, cuidar e amar a nossa mãe terra é criar as bases de um futuro sustentável para as gerações vindouras.   Texto da  papa-francesco enc. laudato si

jul 15 2020

Conto – Soberba lição!!!

Soberba lição!!! Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as  tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões. A sua cama estava junto da única janela do quarto. O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas. Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias… E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela. O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela. A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes, chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte. Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas. Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia apassar: Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas. Dias e semanas passaram. Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia. Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo. Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira  deixou o quarto. Lentavelmente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo! O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela. A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas dar-lhe coragem… Moral da História: Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas. A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada. Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar. ” O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de presente.”

jul 15 2020

O HOMEM É MAIS MACACO DO QUE O MACACO

O HOMEM É MAIS MACACO DO QUE O MACACO Por José João Tute, Facebook. Eu nunca vi um macaco a fabricar armas para matar outros macacos nem nunca vi macacos sequestrados por outros macacos para traficar os seus órgãos; ou corpos de macacos espalhados nas ruas. Porém, já vi nas notícias, corpos de homens espalhados, mortos, pessoas sequestradas, tráfico de órgãos e mais. Até às vezes me pergunto se os macacos não são mais inteligentes do que os homens.

jul 15 2020

Comer a farinha do próprio saco

Comer a farinha do próprio saco Abílio de Gouveia Latão, e-mail. É triste ver jovens que não têm opções de vida. Uns pautam pelos crimes, alguns optam pela delinquência, outros tantos se refugiam na droga, no álcool, na violação sexual…. Caros jovens: é do suor onde pode provir a riqueza e o bem estar. Riqueza fácil não dignifica o beneficiário. Meu falecido pai dizia: “Quem cobiça algo sem sacrifício, acabará comendo-o com as mãos sujas”. E hoje vejo isso no meu belo país. Comamos do suor do nosso sacrifício. Nada de invadir casas alheias ou roubar bens dos outros. Sejamos honestos e comamos a farinha do nosso próprio saco!

jul 15 2020

USO DA MÚSICA PARA COMBATER VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

Grupo de cantoras africanas usa música para combater a violência contra a mulher Por Natália da Luz De Bamako, no Mali, um grupo de cantoras usa a música para combater a violência contra mulheres que vivem bem longe dali. Em Kivu do Sul, na República Democrática do Congo, o abuso sexual contra meninas e mulheres é crescente e usado como arma de guerra. Para chamar a atenção do mundo sobre violações que acontecem contra as congolesas, ‘LesAmazones d’Afrique‘ cantam pelo fim da violência e impunidade. -Esse projeto veio num momento em que estávamos fartas de situações terríveis contra mulheres de todo o mundo. Em campos de batalha, a violência sexual é utilizada como um meio para desintegrar comunidades. As mulheres têm sido maltratadas por muito tempo. Pode parecer ingênuo, mas acreditamos que a música pode aliviar a dor – disse Pamela Badjogo em entrevista exclusiva ao Pordentro da África . O grupo foi formado há um ano em Bamako, quando MariamDoumbia, Pamela Badjogo e MariamKoné uniram suas vozes, baterias, guitarras, baixos e koras (uma harpa mandinka construída a partir de uma grande cabaça cortada ao meio e coberto com pele de vaca). Depois, MamaniKeita, KandiaKouyate, Nneka, InnaModja, Imany, RokiaKoné e MouneissaTandina completaram o grupo que canta “I playtheKora”, um hino de igualdade e de reconciliação entre homens e mulheres.   “Homem, os nossos problemas e dores são as nossas armas e nós, mulheres, queremos partilhá-las contigo.” Além da composição lançada em junho, elas criaram uma campanha de crowdfunding, cujas receitas contribuirão para financiar cirurgias da Fundação Panzi, criada em 1999 pelo ginecologista Denis Mukwege, indicado ao Nobel da Paz. O congolês que é herói de milhares de mulheres escravizadas física e emocionalmente, tem a sua missão contada no documentário O homem que conserta as mulheres. Dr Denis Mukwege no hospitalPanzi, na República democrática do Congo – Divulgação Por conta do seu trabalho, ele se tornou o maior especialista em danos provocados por violações, chegando a trabalhar mais de 18 horas por dia fazendo mais de 10 cirurgias. No total, em 15 anos, cerca de 40 mil mulheres já foram operadas pela equipe de Mukwege. E muitas mais ainda serão atendidas, já que o trabalho do hospital permanece. O contexto de guerra que caracteriza a República Democrática do Congo, sobretudo o leste do país, fez das mulheres e meninas seus principais alvos. O estupro em massa praticado por soldados e rebeldes é rotineiro, e as crianças-soldado também são vítimas dessa trágica guerra. Com isso, as mulheres têm perdido o seu lugar na sociedade, após serem estigmatizadas e rejeitadas. Os estupros, muitas vezes, envolvem facas e objetos perfurantes que não apenas atingem a vagina. Nesses ataques, muitas mulheres perdem a vida ou ficam com a saúde e a vida sexual comprometidas. -Acreditamos que a música pode contribuir para a mudança de mentalidade, que ela possa se transformar em um ativo para a mudança social, seja na República Democrática do Congo ou em qualquer outro lugar. Estamos otimistas com a repercussão do nosso trabalho. Torcemos para que o governo do Mali também se envolva para lutar contra a violência em zonas de guerra – ressaltou Pamela.   Riqueza musical no Mali A música do Mali é diversa e repleta de influências das culturas mandinga, fula, songai e tuareg, por exemplo. À frente do ‘LesAmazones d’Afrique’, um dos nomes mais famosos malineses é MariamDoumbia, da dupla Mariam e Amadou. Da nova geração, InnaModja é a principal representante. -Algumas de nossas canções lidam com a feminilidade e como também temos que ganhar o respeito das pessoas. No Mali, enfrentamos, diariamente, alguns preconceitos quando não aceitamos as diferenças. Um dos maiores desafios para as mulheres na África Ocidental talvez seja permanecer na escola, lutando contra a cultura do casamento precoce – contou Mariam. “Não me proíbam de ir à escola.quero aprender como contar, como escrever.” O primeiro disco do grupo, que está sendo gravado em Paris e Bamako, será lançado no início de 2017. As 13 faixas misturam línguas da Nigéria (igbo), Mali (bambara) e Senegal (wolof). Em todas elas, está o som do kora, que também é tocado na Guiné Conacri, Guiné-Bissau, Burkina Faso e Gâmbia. Com suas koras, ‘LesAmazones d’Afrique’ saem em turnê em homenagem às mulheres de todo o mundo. “Nós, mulheres, queremos construir um mundo melhor. O futuro de África também pode ser feminino.”

jul 15 2020

VERDADES SOBRE A RADIOGRAFIA DO TÓRAX

VERDADES SOBRE A RADIOGRAFIA DO TÓRAX Por: Éden Mucache Radiografia de tórax, comumente chamada de raio-X de tórax, é uma imagem semelhante a uma fotografia do coração e dos pulmões, que usa uma pequena dose de radiação para criar uma imagem. Esse é um dos exames médico mais realizado. O exame de raios-X fornece imagens rápidas, de alta qualidade e são relativamente baratas. O tempo médio para os exames de filmes simples não leva mais do que 10-15 minutos e não requerem preparação especial do paciente. A imagem dos raios-X é estocada em um pedaço de filme que é chamada de radiografia. As partes do corpo envolvidas são coração, vasos sanguíneos próximos ao coração, pulmões e costelas e outros ossos. O raio X do tórax é feito para verificar doenças ou anormalidades do coração, dos pulmões, dos ossos ou vasos sanguíneos no tórax. O médico pode solicitar um raio X do tórax em resposta a determinados sintomas ou para ajudar a diagnosticar um problema médico. Entre os sintomas que podem requerer um raio X do tórax estão: Tosse intensa ou persistente; dor no peito; tosse com sangue e falta de ar. Os seguintes problemas podem ser diagnosticados por um raio X do tórax: Doença cardíaca congênita; insuficiência cardíaca, fraturas das costelas; cancro de pulmão;pneumonia e tuberculose. A radiação ionizante utilizada na produção das imagens de raios-X é carcinogênica e a exposição contínua a estes raios ao longo do tempo pode causar dano ao corpo e aumentar o risco de câncer. Entretanto, especialistas consideram que os benefícios de um diagnóstico e tratamento precisos compensam o pequeno risco envolvido no exame. Os riscos dos raios-X são maiores para crianças pequenas e bebês em gestação e o médico deve ter isso sempre em mente quando decidir sobre a necessidade de um exame por imagem utilizando raios-X. Se você estiver grávida ou com suspeita de gravidez, informe seu médico ou técnico de radiografia. Então? Já percebe porque o seu médico pede a radiografia do tórax?

nov 29 2019

O PAIS DOS “OCULTOS”

O PAÍS DOS “OCULTOS“ Por Alberto António Carlos Moçambique é um país em franco desenvolvimento. Tem recursos que se invejam pelo mundo fora. Recursos da flora, recursos minerais, e, sobretudo petrolíferos, os quais mexem com o mundo. Desde a independência, o país passou por única governação mas com variadas manifestações. Tornou-se independente em fase crítica, economicamente e num preparativo humano/social. Quer dizer, faltava quase tudo e apenas havia liberdade colonial. Isso era o melhor ganho, o ganho dos moçambicanos. Repito “moçambicanos”. Porque todos moçambicanos estavam confortáveis pois sentiam que estavam libertos do poder opressor colonial, o colono português ou de suas influências. Esse era o desejo de todos os que se identificavam como moçambicanos. Há um dado importante neste assunto, talvez seja esse mesmo dado que se tenha esquecido da sua essência “libertar o país da opressão para o bem de todos”. Aqui não há espaço para discriminação. Neste trecho, se entendi, não dá oportunidade para certos grupos, como “o último ou o primeiro moçambicano” de certas personalidades. Portanto, tudo era para o bem-estar socioeconómico, cultural, etc, etc, de todos moçambicanos. O assunto torna-se complicado na medida em que o moçambicano particularizou as coisas colectivas. Na medida em que começou a usar muitas camisolas: camisola politica, camisola económica, social de entre outras cores que envenenam esta sociedade. Daí nasce o problema. O problema tem o nome de “EU”, tem o nome de “MEU”. Aquele plano comum começou a ganhar outras proporções, proporções que até certo ponto desmistificam o nosso ser. O particular substituiu as intenções da independência. A ganância pelos bens materiais confundiu ainda mais os moçambicanos. Me parece que logo que espreitamos a Europa para nos escolarizarmos transformamo-nos em colonos naturais. Tudo passou a necessidades mais pessoais em detrimento do comum. Até este ponto o assunto não estava grave mas não bem. Tudo se complica quando o país enche de coisas ocultas. Adianto a dizer que não importa a posição dos factos nesta descrição mas dos mesmos. O governo tem um desafio de implantar a paz verdadeira em todo país. Devem ser calados os insurgentes de Cabo Delgado e seus acólitos e discípulos. Já vão pelo menos dois anos que se morre de forma brutal, desumana, inaceitável nos distritos do norte da Província de Cabo Delgado. Quem mata? Porque mata? O governo que adquiriu meios para a vigilância do país, num valor muito elevado, não conhece? Os órgãos da justiça espalhados pelo país, os agentes de investigação dos secretos do Estado, igualmente dispersos pelo país, ainda não conseguem identificar os rostos desses criminosos? A polícia de protecção que se encontra em quase todos povoados do país, cai na mesma sorte de vista oculta. Todos com dever de esclarecer não o fazem porque estão penumbrados pelas vontades. Enquanto os inocentes morrem os jornalistas são presos, privados de exercer o seu dever. E quem prende é aquele que tinha de esclarecer o que acontece, como acontece, porque acontece. O alarme é de o facto estar a ganhar proporções elevadas. A sua evolução tende a arrastar-se a fronteiras não só distritais mas também provinciais. Devemo-nos preparar para travar eventual segunda guerra civil. Mas desta vez sem rosto do inimigo? Se for o caso, a quem o governo vai combater? Segundo: O país é orientado pela Assembleia da República, quer dizer, nada pode acontecer, sobre a gestão legal e económica do país, sem o consentimento daquele órgão. Afinal são os representantes do povo. E tudo realizado à sua margem é ilegal, é oculto. O engraçado é que há parlamentares que desafiam consigo mesmos. Defendem ilegalidades. São amigos da ilegalidade. Em suma, são ilegais, são ocultos. Aplaudem o erro porque têm benefícios nisso. Num momento em que o país espreita portas de desenvolvimento mais coisas ocultas enchem. Há indivíduos que se endividam e penhoram o país inteiro e o governo fica taciturno ainda com promessas de pagar a dívida com as divisas de hidrocarbonetos. Será uma tentativa de recuperar as desgraças e voar com duas asas?

jan 03 2016

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jan 03 2016

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jan 03 2016

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