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Archive for vidanova

set 05 2022

O lugar de permanência após a circuncisão masculina

‟Namuhakwa” e ‟Nvera” Do lugar das operações, os circuncidados são conduzidos para um sítio, onde passam a noite daquele dia, e dias e noites seguintes, ao relento, deitando-se de costas (para dormir) num chão varrido e relativamente limpo, com as cabeças viradas para a fogueira, para evitar que o calor do fogo aqueça as coxas e (coza) o ferimento no órgão viril. A este sítio chama-se ‟Namuhakwa”. Permanecem aqui, sem comer nem beber toda a noite e todo o dia solar seguinte, até cerca das 17 horas deste dia, hora em que tomam algum alimento, começando pela água, sorvida de uma cova artificial no solo, através de um pequeno tubo de palha. Este processo vai continuar durante vários dias, até ao dia em que se tomar o primeiro banho, o que vai acontecer só após arelativa cicatrização da incisão. A partir de outras tarefas, os padrinhos preparam pequenos paus com forquilhas com os quais prendem as pernas dos afilhados, por altura dos joelhos, para que, sobretudo durante o sono, a ferida não entre em contacto com as coxas, evitando assim a possível infecção da mesma. Andam nus até à cicatrização completa das feridas, após o qual põem algum pedaço de tecido. Transferem-se, depois, para uma construção tosca, denominada ‟Nvera”, um barracão não maticado e mal coberto de capim, deixando entrar a jorros a água da chuva, nos dias em que esta resolve visitá-los, mesmo que não seja torrencial. Aqui cada iniciado toma um nome, à sua escolha, de um animal, de um Pássaro, de uma árvore ou de qualquer objecto, pelo qual deve ser chamado durante o período de permanência no mato, deixando, assim, aquele que recebera da família e conhecido na comunidade de onde veio.   Alguns Conselhos morais – ‟Havara aluwa, munvare mwìl’awe!”. – Quando o leopardo estiver feroz, apanhai-o pela cauda. Esta é uma das inúmeras canções que se entoam e os rapazes repetem, podendo durar tempo indeterminado, para depois o mestre explicar que o leopardo aqui referido é o capim da machamba, do qual não se deve fugir, mas pegá-lo pela ponta e arrancá-lo com a enxada, para as plantas alimentares poderem crescer à vontade. Metáfora popular, para incutir nos jovens a coragem e o espírito de trabalho, sobretudo o de produção agrícola. ‟Naxirakaletthiká, tthiká! Ohiyeonthéiha!”. Ó deficiente, volta para trás, volta para trás! Não venhas provocar riso em nós! A esta canção, aparece um individuo, simulado de portador de deficiência física: lábios revirados para fora e seguros por um fio quase invisível; cabelo desgrenhado e esbranquiçado com farinha ou cinza, andar desajeitado; apoiando-se a um cajado. Figura estranha e de aspeto repelente, perante a qual ninguém deve rir. Isto serve para ensinar aos circuncidados que, na vida real, vão-se deparar com situações idênticas a que está neste momento em frente deles, com a diferença de que esta de hoje é simulada. Então, não se riam. Enkhuma, enkhumaenikonayòmi! – Tudo o que acontece só me vê a mim. Canção alusiva à galinha, a que se recorre para resolver questões de vária ordem. Com isto procura-se demonstrar aos jovens que é importante a criação de aves domésticas, para que quando forem adultos também as criem, porque ‟família sem galinha é uma família pobre” – dizem os mestres abalizados na matéria de ensinamentos e conselhos. Mediante os ritos de iniciação, no barracão de que atrás fizemos menção, durante grande parte de noites, através de canções, provérbios e adivinhas seguidas de respectivas explicações, o rapaz aprendia a ser ‟homem”, aprendia os cuidados e normas a observar em relação a mulher nos seus delicados momentos de vida feminina (período menstrual, gravidez, doenças em geral, necessidades em alimentos, em roupa e em outras coisas). Era nestas circunstâncias que também se explicava aos circuncisos tudo o que se faz nos ritos de iniciação das mulheres, como prévia preparação para o casamento, pois os moços tinham idade para contraírem o matrimónio algum tempo após o regresso à comunidade, deixando de ser dependentes dos pais, já que eram adultos. Achava-se necessário o conhecimento das particularidades da vida feminina, por parte dos jovens, como prevenção, para evitar que estes cometessem inconveniência contra as privacidades das suas futuras esposas. É através de ritos de iniciação que se aprende e se chega ao conhecimento do mundo delicado e quão misterioso segredo do nascimento dos bebés. É ali, no mato, onde o jovem ou adolescente aprende e chega a saber como fica uma pessoa morta e o que se faz em tal circunstância, isto é, como se fecham os olhos do cadáver, como se lava o morto, como se prepara a cova para a sepultura, de que é constituída a mesma na parte interior, como se coloca nela o defunto, quem o coloca e em que posição o coloca. Por Alberto Viegas

set 02 2022

Papa Francisco e o dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação – 1/9/22

«Escuta a voz da criação» é o tema e o convite do «Tempo da Criação» deste ano. O período ecuménico começa no dia 1 de setembro com o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação e termina a 4 de outubro com a festa de São Francisco. É um momento especial para todos os cristãos, a fim de orarmos e cuidarmos, juntos, da nossa casa comum. Inspiração originária do Patriarcado Ecuménico de Constantinopla, este «Tempo» é uma oportunidade para aperfeiçoarmos a nossa «conversão ecológica», uma conversão encorajada por São João Paulo II como resposta à «catástrofe ecológica» pressagiada por São Paulo VI já em 1970…… mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial de Oração pelo cuidado da criação 2022  

ago 30 2022

A IMBISA CAMINHANDO COM O SEUS JOVENS

A Associação Inter-regional dos Bispos da África Austral (IMBISA) prepara-se para celebrar a sua XIII Assembleia Plenária de 22 a 27 de Setembro de 2022 em Windhoek, Namíbia. A mesma tem como tema: Construindo juntos-Reimaginando o envolvimento da Igreja com os Jovens na Região da IMBISA à luz da Exortação do Papa Francisco, Christus Vivit. Esta Plenária conta com a participação dos representantes dos Jovens dos Países que fazem parte da IMBISA. A Constituição dogmática Lumen Gentium define a Igreja como povo de Deus em marcha ao afirmar que «Assim a Igreja toda aparece como «um povo unido pela unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo»(LG 4), por sua vez a Exortação apostólica pós-sinodal Ecclesia in Africa define a Igreja que está em África como  familia de Deus (EA 63), pensamento retomado no Documento de Kampala. Na família todos contam, aliás este é o espírito do Sinodo sobre a Sinodalidade convocado pelo Papa Francísco subordinado ao tema: Por uma Igreja sinodal: comunhão, participação e missão, cujo processo de preparação pretende envolver todos.Caminhar juntos, é o espírito da IMBISA desde a sua fundação que agora caminha a passos largos para o seu Jubileu de Ouro. Foi guiados pelo mesmo espírito de uma Igreja família procurando consolidar a sinodalidade que pensaram em convidar os Jovens para a próxima Plenária. É típico de uma boa família que todos os membros estejam envolvidos nos acontecimentos que dizem respeito à familia, cada membro de acordo com o seu lugar na família. A exemplo da Santíssima Trindade onde não há confusão nem superposição de papeis, pois as três pessoas divinas entrepenetram-se num relacionamento harmonioso. Na Santíssima Trindade o Pai se relaciona com o Filho com espírito paterno e o Filho com o Pai com o espírito filial. Portanto, a terceira pessoa da Santíssima Trindade, o Espírito Santo, está sempre presente. O mesmo se dá na família, pois os pais agem como pais.Interagem com os filhos com o espírito paterno, por sua vez os filhos agem como filhos, isto é, interagem com os pais com espírito filial. O que une os pais e os filhos ou está sempre presente nos pais e nos filhos, é o espírito de família, expresso mormente pela escuta, valorização dos pontos de vista, preocupações e partilha de bons momentos e também dos desafios de todos os membros da família. Os jovens na IMBISA durante o encontro pré-sinodal que teve lugar de 19 a 24 de Março de 2018 em Joanesburgo, África do Sul, exprimiram na sua mensagem o desejo de serem consultados em decisões e assuntos que afectem os jovens, bem como serem guiados no desempemnho de responsabilidades e tarefas. Pediram que lhes seja dada a possiblidade de se expressarem na Igreja. Julgo constituir motivo de alegria o facto de os jovens clamarem pela inclusão ou por um papel mais relevante na vida Igreja. Que não sejam somente cumpridores ou consumidores das decisões dos adultos. Querem se sentir parte integrante da Igreja hoje e não só no futuro como se costuma ouvir. De facto todos somos Igreja hoje, desde crianças até adultos. Nenhuma camada social ou faixa etária está à espera da sua vez para ser Igreja. Os jovens, com o seu vigor físico, sua  capcidade imaginativa e inovativa podem fortalecer mais a sua família, a Igreja. Pois há trabalhos que só os adultos podem e há também aqueles que só os jovens podem. Há coisas que os adultos sabem mas dada a fragilidade física não podem realizar e por sua vez os jovens há coisas que não sabem, mas com a sua vantagem física sabendo podem fazer. Em geral, a conjugação de esforços ou a sinergia tem como resultado o fortalecimento ou consolidação de qualquer que seja o empreendimento, neste caso é o fortalecimento da nossa família, a Igreja. A união faz a força e como diz diz  a sabedoria africana ‘a união do rebanho obriga o leão a dormir com fome’. Pedro na Sagrada Escritura nos alerta: « Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda à volta, como leão que ruge procurando alguém para devorar; resisti-lhe firmes na fé» (1Pe 5,8-9). A nossa sociedade é chamada a enfrentar o demónio que anda à solta como leão que ruge e o melhor antídoto para essa constante ameaça é a união,  cada um de acordo com as suas forças. O convite dos Bispos da IMBISA aos jovens da região austral da África para a Plenária, não só expressa o seu elevado espírito de família e de sinodalidade como também é uma evidência que estão sintonizados com o Papa Francísco, que,com o seu grande espírito de pastor, deu um grande exemplo de consideração aos jovens, convocando um Sínodo para os Jovens, o qual deu origem à Exortação apostólica pós-sinodal Christus Vivit, a carta magna para a Pastoral Juvenil e o Secretariado da IMBISA, inspirando-se no mesmo documento, concebeu um manual intitulado Manual da Pastoral juvenilcomo um instrumento de comunhão para a sua região procurando dar o seu contributo  no projecto de construção da sinodalidade. No seu documento o Santo Padre aponta uma pastoral sinodal para os jovens.Pois Francisco  defende uma pastoral juvenil que conta com com os jovens, aliás, eles são os protagonistas. Na Sagrada Escritura não faltam passagens ondeos jovens são protagosnistas. Como é o caso do jovem que se dirigiu a Jesus preocupado com a vida eterna, ou por outras palavras com a sua salvação e Jesus interagiu com ele com  paciência e consideração (Mt 19,16-30), dando exemplo que todos contam. Rafael Sapato (rafaelbacianosapato@gmail.com)

ago 30 2022

as leituras dominicais

Estamos a receber muitas mensagens referentes às leituras da liturgia dominical. Infelizmente houve um erro na nossa calendarização. Queremos confirmar que as leituras do domingo 4 de Setembro 2022 correspondem aos do Domingo 23ºdo Tempo Comum contrariamente a como indicado nas páginas da VN de Agosto. A partir da VN de Setembro o erro já foi corrigido. Pedimos desculpas pelos transtornos involuntariamente causados.

ago 29 2022

BUSCANDO a VERDADEIRA PAZ em MOÇAMBIQUE

Por ocasião dos 30 anos do Acordo Geral de Paz a CEM propõe um mês de oração e reflexão pela PAZ em Moçambique. 04 de Setembro 2022 – 04 de Outubro 2022       Oração pelos 30 anos do Acordo Geral de Paz                            Pai Santo fonte da verdadeira paz,                         Ao celebrarmos, em Moçambique, os 30 anos do Acordo geral de Paz                         Agradecemos por todos os bons sinais que nos tendes oferecido,

ago 26 2022

CAJUPANA apostada na Promoção de ajuda humanitária e Profissional aos deslocados

Esta visão foi partilhada na manhã de hoje (26/08) pelo Pe Jacinto Augusto, Coordenador Arquidiocesano da Comissão de Justiça e Paz (CAJUPANA). O clérigo falava à margem da cerimónia de Graduação de 12 jovens deslocados de guerra de Cabo Delgado que foram formados em matérias de Electricidade. De acordo com a fonte, a formação visava potenciar aos jovens de conhecimentos e práticas que possam inseri-los na luta pela sobrevivência, mas com técnicas do saber fazer. “A CAJUPANA selecionou estes 12 jovens como beneficiários deste curso de Electricidade porque estamos apostados na promoção de ajuda humanitária e formação profissional com vista a munir os deslocados de guerra de Cabo Delgado de ferramentas que contribuam para o seu bem-estar” referiu o Pe Jaconto. Numa altura em que o terrorismo não dá tréguas em Cabo Delgado, apesar de haver cidadãos que regressam às suas aldeias, a fonte esclareceu que o número de graduados podia ser ainda maior. Entretanto, espera-se que num futuro próximo sejam alocados quites de material de trabalho para fortalecer as iniciativas dos graduados e sua entrada no mundo do empreendedorismo. A nossa equipa de redação ouviu alguns graduados os quais louvando a iniciativa da CAJUPANA se comprometem a tornar realidade os conhecimentos adquiridos durante as aulas. Kant de Voronha

ago 26 2022

IFPELAC gradua 12 jovens formados em Electricidade Instaladora em Anchilo

A cerimónia de Graduação teve lugar na Paróquia de Anchilo, na manhã desta sexta-feira (26). Na ocasião, um grupo de 12 jovens deslocados de guerra que se beneficiaram da formação foram declarados aptos para o mercado do emprego. Os beneficiários graduados louvam a iniciativa da Comissão Nacional de Justiça e Paz porque conseguiram adquirir conhecimentos que lhes levarão ao saber fazer, apesar das dificuldades havidas durante a formação. “Esta formação projetou-nos à racionalidade do mundo em que vivemos, apostados no desenvolvimento do pensamento. Acreditamos que uma vida sem desafios não vale a pena ser vivida. Por isso vencemos as dificuldades que enfrentamos durante as aulas”, lê-se na mensagem assinada pelos graduandos. Promovida pela Comissão Nacional de Justiça e Paz, a formação teve a duração de 2 meses e foi ministrada pelo Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo, Delegação de Nampula. Kant de voronha

ago 18 2022

O Clero Diocesano de Nampula faz balanço positivo do decurso do seu retiro espiritual

Para reflectir em torno do tema “o Sacerdócio Ministerial que eu carrego é segundo o coração de Jesus Cristo ou segundo o meu coração?”, o Clero Diocesano de Nampula encontrava-se reunido de retiro nas instalações do Centro Catequético de Paulo VI de Anchilo, da última terça-feira para quarta (16-17/08). Fazendo o balanço, por ocasião do encerramento daquele exercício espiritual, nesta quarta-feira, o padre Benvindo Tápua, Director espiritual do Clero, disse não estar arrependido ter participado do retiro, pois foi ao encontro das expectativas em tratar da vida sacerdotal: “as nossas expectativas foram respondidas positivamente, porque tratamos da vida sacerdotal e não de questões de teoria […], mas da realidade a mostrar que o que está na sagrada Escritura de facto leva-nos a concretizar na vida. Então foi positivo este retiro, e o tema foi bastante sugestivo, e envolveu mesmo a nossa vida do dia-a-dia”. Por seu turno, o padre Adelino Lopes, diocesano de Lichinga e de apenas 7 anos de sacerdócio, que pregou o retiro, disse ter sido um desafio pregar aquele retiro a um grupo de sacerdotes mais velhos na ordem de experiência pastoral, ao mesmo tempo que afirmou que o retiro serviu para o próprio crescimento e instou a que os padres sejam o modelo para a conversão do mundo: “trouxe-me um desafio quando essa proposta chegou, como, de facto, vou fazer? Pregar retiro, sendo mais novo, mas depois ganhei coragem. Os padres devem ser modelo para conversão do mundo”. O padre Avelino Arlindo, Decano Do Clero Diocesano de Nampula, falando à margem do encerramento do retiro, enfatizou que o retiro foi de grande relevo, pois abriu espaço para ver o horizonte de amanhã: “foi de grande relevo recordar, os documentos já estudados, a bíblia, os Decretos Presbyterorum Ordinis, mas cada palavra pronunciada por um irmão constitui uma novidade”. O padre Avelino não poupou, em suas palavras, mencionar os desafios que apoquentam o ministério sacerdotal nos dias actuais, com destaque para a globalização, a multiplicação das seitas religiosas e a observância dos conselhos evangélicos, como a pobreza, a castidade e a obediência. Por Serafim João Muacua        

ago 16 2022

Município de Quelimane aberto para negócios com países vizinhos

O presidente do Concelho Autárquico de Quelimane, Manuel de Araújo, defende que o Município que dirige está preparado para acolher negócios com os paises vizinhos. Manuel de Araújo falava na semana finda à impressa onde afirmou que a cidade de Quelimane de hoje não aquela de ontem porque, segundo suas palavras, é um Quelimane muito organizado. Questionado sobre a suposta perseguição por indivíduos até então desconhecidos, o autarca disse não temer a perseguição por ser um cidadão livre e que exerce o seu direito na plenitude. De Araújo aproveitou os microfones para revelar que acidade de Quelimane vai fazer oitenta anos de elevação à categoria de cidade no dia 21 do mês em curso, facto este que semeia alegria no rosto daquele Edil. Por Malito João

ago 16 2022

O porta-voz da Arquidiocese de Nampula, Pe. Pinho dos Santos Martins, faz um balanço positivo da realização da peregrinação ao Santuário de Meconta no último final-de-semana

Avaliando o grau de envolvimento dos fiéis nos preparativos daquele acto de fé, o porta-voz confessou que “o nível organizacional permitiu que a cerimónia decorresse sem sobressaltos”. Ademais, o clérigo sublinhou que este foi o evento com maior número de participantes se comparado com os anteriores e que tudo correu bem, entretanto sem registo de incidentes. Para terminar a sua alocução, o sacerdote endereçou palavras de gratidão a todos que, directa ou indirectamente, participaram da festa da peregrinação ao Santuário, pois as suas orações ajudaram bastante. Por: César Rafael    

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