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fev 10 2021

Venda de mercados pela edilidade coloca mais de mil famílias sem alternativas para a vida em Nampula

Número de vendedores supera capacidade de oferta de espaços legais decretados pela edilidade em Nampula. A venda do mercado dos Belenenses entre outros, coloca este grosso da classe social sem alternativa para a vida. Espera-se um quadro negro no município de Nampula na sequência de falta de alternativas para os vendedores fixos nas ruas e artérias da cidade de Nampula. O mercado que acolhia o grosso destes vendedores caso do mercado dos belenenses foi vendido para singulares visando cenário não menos bons. Contudo dizem não ter alternativas, tendo em conta que é disto que estes ganham a vida para sustento dos seus dependentes. “Nós não sabemos onde iremos realizar as nossas actividades comerciais, porque os mercados que nós confiávamos para vender os nossos produtos todos parece terem sido vendidos pela edilidade” avançaram vendedores que se encontram a exercer a sua actividade comercial nas vias da cidade de Nampula. Entretanto, recentemente, Paulo Vahanle, Chefe do executivo do Conselho Autárquico de Nampula fez menção que estão autorizados apenas a venda nas ruas os ambulantes, e todos os vendedores fixos serão todos removidos para os mercados que se encontram na cidade. (Júlio Assane)

fev 10 2021

Emakhuwa Consultoria e Serviços lança campanha de inscrições para cursos profissionalizantes

Com vista a cooperar na formação profissional e profissionalizante de jovens, a Emakhuwa Consultoria e Serviços lançou na manhã desta quarta-feira, (10) o arranca da segunda fase de inscrições. Trata-se de uma campanha que irá decorrer até 31 de Março do corrente ano. De acordo com o Director da Emakhuwa Consultoria e Serviços, Pe Cantífula de Castro, constam na lista do menu institucional, cursos de curta duração a serem ministrados a partir de Abril próximo: o Curso Regular da Língua Emakhuwa, Curso de Inglês, Curso Básico de Jornalismo e Curso de Recursos Humanos. “Nós estamos a trabalhar por forma a marcar diferença no mercado global. Pois, apostamos na qualificação dos nossos estudantes. Estamos certos que há muitos lugares que formam jovens, mas nós fazemo-lo de maneira diferente e sempre focados no mercado laboral e com preços Xapunttheya”, referiu a fonte. Ademais, o Director da Emakhuwa Consultoria e Serviços reconhece a pertinência da formação online sem prescindir a formação presencial, como forma de dar oportunidade aos jovens que trabalham durante o dia e a qualquer momento podem realizar os seus sonhos fazendo um curso através de plataformas digitais. “De facto, temos consciência da urgência e pertinência da formação online, sobretudo no contexto da proliferação da pandemia da Covid-19. Julgamos que é preciso dar oportunidade a todos que sonham em fazer seus cursos. Mas devido a carga de trabalho, por vezes não conseguem faze-lo de forma presencial. Eis-nos aqui com este desafio que é, igualmente, traduzido como ocasião de valorar e estimular para o bom uso das teconoligas digitais”, disse o Pe Cantífula. Refira-se que a Emakhuwa Consultoria e Serviços (ECS), – Sociedade Unipessoal Limitada, é uma pessoa colectiva de direito privado, dotada de personalidade e capacidade jurídica, com autonomia administrativa financeira e patrimonial e é uma pessoa de natureza lucrativa. A sociedade tem a sua sede na cidade de Nampula – MOÇAMBIQUE. (Por Kant de Voronha)

fev 08 2021

Recenseamento militar decorre a passos de camaleão em Nampula

O Centro Provincial de Recrutamento e Mobilização de Nampula recenseou até ao momento cerca de dez mil jovens para o cumprimento do serviço militar. Esta cifra representa, 45 % dos 24424 planificados, contra 22000 de igual período do ano passado. A pandemia da covid-19 que está a ganhar contornos alarmantes a cada dia que passa, está a impactar de forma negativa o processo de recenseamento militar segundo deu a conhecer o delegado do Centro Provincial de Recrutamento e Mobilização em Nampula. Numa outra vertente a fonte referiu-se da instalação de cerca de 94 postos de recenseamento nos 23 distritos da província de Nampula. Anunciou ainda que serão criados 13 centros moveis que irão abranger os deslocados de Cabo Delgado que se encontram no centro de acolhimento de Corrane, distrito de Meconta, zona intermédia da província de Nampula. Contudo, o nosso interlocutor apela a todos os jovens com idade para se recensear a dirigir-se aos postos de recenseamento. Por Júlio Assane

fev 07 2021

Moçambique precisa de uma cura urgente

Curar-se de uma ferida exposta é fácil porque além da dor, pode também provocar mau cheiro ou atrair moscas. A cura que vamos partilhar nesta breve crónica é de uma ferida que vem corroendo a cada moçambicana e moçambicano sem perceber ou fingindo que não percebe. O pior somos nós que fingimos que não sabemos, fingimos que estamos bem, fingimos que não temos ferida, porque arrastamos os demais ignorantes e consequentemente tornaremos o país num centro de tratamento de feridas incuráveis. Vamos aos pontos para que cada um perceba que é de facto urgente que assumamos que estamos feridos e precisamos da cura o mais rápido possível. 1. Guerras contínuas Precisamos de cura de várias guerras que vêm se arrastando e ultimamente tem sido quase um hábito de vivermos na e de guerra. São poucos anos que passamos sem nenhuma guerra. Aliás é difícil lembrar que passamos algum tempo sem guerra. Basta lembrar que desde 1964, a luta dos dez anos de libertação do país, até aos nossos dias, quase sempre respiramos de guerra. Algumas pessoas que se acham que têm ou são donos da razão de provocar guerra como forma de reivindicar seus direitos, não usam da razão para dialogar e encontrar soluções. A guerra não é e nunca será o caminho para se chegar ao consenso, pois temos acompanhado que só perdemos concidadãos inocentes e destroem muitos bens. O país, além de perder milhares de irmãos, de crianças e mulheres inocentes, de jovens sem a realização dos seus sonhos, provoca traumas, pânicos e feridas de difícil cura por serem guerras entre irmãos e guerras contra os nossos bens. A miséria cresce cada minuto porque não há tempo suficiente para reconstruir o capital humano que está totalmente degradado. Temos que assumir essa ferida e buscarmos a cura que consiste em: 1.1. Diálogo entre o visado e a parte que se acha ter ofendido Permitir que a conversa traga frutos de reconciliação e amadurecer a fraternidade. 1.2. Segurança nacional O investimento na segurança nacional é urgente. Reforço de pessoal e proteção das fronteiras terrestres e marítimas. Não vamos esquecer da fragilidade das nossas fronteiras e a fama de acolhedores não deve ser o motivo de invadirem o país. Que entre no país gente autorizada conforme a lei: entrada de turistas, missionários, funcionários e diplomatas. 1.3. Desarmamento e controle rigoroso de armas Não deve ser permitido a posse de armas nas mãos de desconhecidos nem de pessoas mentalmente desafiadas. A soberania de um país passa necessariamente pelo rigor no uso de armas e razões para compra de armas. 2. Calamidades naturais O país está desprotegido. As políticas ambientais não favorecem, por exemplo, a resistência contra qualquer vento, qualquer seca ou um pouco mais de chuvas. 2.1. Construção de casas melhoradas Milhares de moçambicanos vivem em casas precárias e por isso qualquer vento derruba facilmente. Deve haver política de investimento de casas a preços acessíveis mas resistentes. 2.2. Proteção de locais de grande risco Não é lógico que haja gente que insiste em morar nas regiões de risco como nas margens de grandes rios ou em pântanos. O governo tem poder de retirar essa gente e assentar em lugares mais seguros. 2.3. Monitoramento dos ciclones Ultimamente, o país está de parabéns porque o instituto metereológico tem trabalho bem e conseguido avisar cada situação que se aproxima ora de chuvas ora de ciclones. O povo deve seguir as orientações para evitar que aconteça o pior. 3. Doenças frequentes Em muitos países, há doenças que já não são nenhum problema porque conseguiram erradica-las. A malária mata mais que as balas perdidas. Milhares de crianças morrem em Moçambique devido à malária. Nos hospitais já não há mais controle de quem morre ou sobrevive de malária. Doenças diarreicas, como a cólera mata mais o ano todo. A bebida de água não potável é a causa principal e muitas aldeias, o povo ainda continua a consumir água dos rios sem nenhum tratamento. Deve haver vacinas dessas doenças. Deve haver controle epidemiológico e tratamento das águas para que o povo se previna das doenças. Ainda presenciamos, nas cidades onde há condições de testes, a prevalência de doenças como febre tifoide e cancro. Entretanto, milhares de moçambicanos morrem sem saber do que morrem porque não há testes disponíveis para alguns tipos de doenças perigosas. Como solução, as políticas de saneamento ambiental e medidas de prevenção devem ser aplicadas e intensificadas. O povo deve ter acesso aos testes para evitar-se qualquer mal. Tudo é possível basta ter vontade política . Para hoje é tudo. Vamos festejar o dia dos heróis e se também lutarmos para o bem de todos um dia vamos ser heróis anônimos. O que interessa é lutar sem armas para o bem do povo, principalmente, os excluídos. Servo inútil, Pe. Fonseca Kwiriwi, CP.

fev 03 2021

SERNIC em Nampula Neutraliza cidadão estrangeiro na posse de material usado para falsificação de dinheiro

O indiciado que responde pelo nome de Matondo Diavanda, de nacionalidade congolesa, residente no bairro de Mutauanha, arredores da cidade de Nampula, foi neutralizado no último sábado, na posse de material que usava para a falsificação de moeda. Apesar de confirmar tratar-se de material usado para o mencionado esquema, este refuta tratar-se de ser da sua pertença, justificando contudo, que apenas foi encarregue por um comparsa seu, a fim de receber a encomenda enviada a partir da província da Zambézia. Entretanto, Enina Tsenine, porta-voz da SERNIC em Nampula, disse que o indivíduo foi neutralizado na sequência de denúncia anónima, sobre a existência de uma rede interprovincial de falsificadores de moeda. E decorre um trabalho que tem em vista desmantelar os restantes integrantes. À nossa entrevistada referiu ainda por outro lado, que as notas mais cobiçadas pelas diferentes redes tem sido as de 200, 500 e 1000mt.

fev 03 2021

Avaria da Pá escavadora condiciona remoção de lixo em Nampula

A Avaria de única pá escavadora no município de Nampula, compromete trabalhos de remoção de lixo na cidade de Nampula, segundo justificação dada pelo respectivo presidente Paulo Vahanle. Paulo Vahanle, presidente do Conselho Autárquico da cidade de Nampula, confirmou que a avaria da máquina especializada para o efeito, está a dificultar o processo, e como consequência, a edilidade, está há duas semanas com o lixo aos montões, por falta de remoção. Contudo, o edil assegurou que esta a fazer de tudo para ultrapassar o problema, com vista a repor a imagem desta que é a terceira maior cidade do país. Numa ronda efectuada em diferentes pontos da cidade de Nampula, o cenário que encontramos é deveras preocupante. Os bairros de Mutauanha, Murrapaniua, Napipine, Muahala expansão e outros, devido os montões de lixo que não são removidos pela edilidade nas últimas duas semanas, estraga aquela que é a estética da própria cidade de Nampula. De recordar que a falta de remoção de resíduos sólidos na autarquia de Nampula, tem sido apontada como a principal causa de eclosão de doenças de origem hídrica, com destaque para a diarreia, cólera e malária. Júlio Assane

fev 03 2021

Pontes precárias em Nampula desconfortam Munícipe

Pontecas construídas na base de material precário preocupam Residentes do bairro de Mutauanha, na cidade de Nampula. E há relatos de morte de pelo menos duas pessoas em consequência de quedas. A circulação de pessoas e bens, ligando os bairros de Muatala e Mutauanha, arredores da cidade de Nampula, é feita de forma condicionada e no meio de muitas dificuldades, devido a precariedade do material usado na construção destas pontecas. Entretanto, são no total sete infra-estruturas e não fornecem o mínimo de segurança para os utentes que por aqui passam. Relatos colhidos pela nossa equipa de reportagem, nos meados do ano passado, pelo menos duas pessoas morreramsegurança há não especificado de feridos, em consequência de quedas, derivado ao estado destas infra-estruturas. Tânia Rui, residente no bairro de Mutauanha, conta que contraiu a deficiência física depois de ter quedado duma daquelas pontecas, quando esta tentava atravessar para outra margem. “Contraí a deficiência física no ano de 2018 quando tentava atravessar para a outra margem, porque esta ponte não reúne nenhuma segurança para nós, por isso que actualmente me encontro neste estado” avançou Tânia Rui. Aliás, esta acrescenta que desde o dia que contraiu a deficiência física nunca mais se fez a outra margem para visitar os seus familiares. Com a precariedade das pontecas, os residentes apontam o dedo acusador as autoridades municipais de nada estarem a fazer, “senão nada” para corrigir este triste cenário. Que assola os moradores do bairro de Mutauanha na cidade de Nampula. Júlio Assane

dez 21 2020

Preço de batata e tomate dispara em Nampula

Vendedores do mercado grossista de Waresta em Nampula aproveitam-se da quadra festiva e agravam preços de produtos como são os casos de batata e tomate. Os consumidores da cidade de Nampula foram colhidos de surpresa na semana passada, com o agravamento de preços da batata e tomate produzidos no país. A título de exemplo, a batata que no princípio de Dezembro em curso custava entre 25 e 30 meticais o quilograma, deste semana passada o valor disparou para 40 a 60 meticais o quilograma, e o tomate passou dos 40 meticais para actuais 70 meticais o quilograma. Os comerciantes reconhecem a subida de preço fora da média e justificam-se pela escassez destes produtos nos campos de produção. As nossas fontes garantiram que o problema de especulação de preços de produtos da primeira necessidade vai até os meses de Janeiro e Fevereiro quando os mesmos estiver a ser retirados das machambas. Entretanto, revelaram igualmente que tal facto poderá comprometer a oferta destes produtos na quadra festiva, devido ao baixo stock que estes dispõem. Sem registo magnético, o delegado do INAE em Nampula, Hélio Rareque, assegurou que foi criada uma equipa de inspecção, para monitorar de forma relâmpago, ainda esta semana, a especulação de preços de produtos alimentares um pouco por todos mercados da cidade de Nampula e distritos, como forma de evitar que o pior aconteça. (Por Júlio Assane)

dez 15 2020

Deslocados de guerra denunciam actos de discriminação em Namutequeliua

Por: Gelácio Rapieque A denúncia foi apresentada ao arcebispo de Nampula, Dom Inácio Saure, que no último sábado esteve naquele bairro, onde dirigiu a celebração do natal Solidário, organizado pela sua igreja em favor das crianças e adolescentes de famílias deslocadas de Cabo Delgado. Segundo informaram ao Dom Inácio, quando são vistos a passear, são chamados de terroristas e mais ainda, são consideradas de pessoas preguiçosas e esfomeadas. A outra denuncia efetuada por aqueles deslocados, tem que ver, com o alegado desvio e ou roubo de apoios, que muitas pessoas de boa fé confiam as autoridades para fazerem chegar a eles. Em jeito de comentário a estas denúncias, o Dom Inácio Saurecomeçou por agradecer o espirito solidário do povo de Nampula,que desde o primeiro minuto esta acolher nas suas casas famílias deslocadas e tem apoiado na logística das mesmas. E quando a descriminação denunciada, Dom Inácio disse: Desvio de alimentos. Neste encontro com represente máximo da Igreja Católica em Nampula, os deslocados também apresentaram as suas dificuldades ligadas a participação e inserção na vida litúrgica da Arquidiocese. Eles pediram para que nas paróquias onde estão acolhidas, possa haver leituras em língua maconde.

dez 15 2020

Na barragem de Nampula: Crocodilo fere e mata no rio Monapo

Por Júlio Assane Pelo menos duas pessoas perderam a vida e outras cinco contrairam ferrimentos entre ligieros e graves na sequência de ataques protagonizados por crocodilos ainda este ano no rio Monapo, concretamente na barragem de captaçãoo e bombagem de água para a cidade de Nampula. As vítimas, na sua maioria são pescadores que no seu dia-a-dia recorrem a pesca como alternativa para ganhar a vida. Alguns entrevistados reconhecem o perigo que represnta ao se fazerem ao rio mas sustentam não ter altrnativa para encarar a conjuntura económica que o país enfrenta para sustentar as suas familias. Jose Adriano, mais conehcido por pernas cumpidas, avançou que um dos motivos que lhe leva a se fazer a barragem tem a ver com a falta de emprego. “Nós aproveitamos entrar na água para pescar e termos algum dinheiro para ajudar os nossos filhos em casa” avançou aquele pescador, que, por outro lado, reconhece o perigo que ele corre ao se fazer ao rio. Para reduzir os ataques naquele rio, o Secretário do bairro daquela circunscrição geográfica, salientou que tem vindo a criar actividades de sensibilização as comunidades para evitarem se fazer ao rio.

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