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maio 11 2021

A injustiça da guerra

Por AB À luz da encíclica “Fratelli Tutti” queremos reflectir sobre os conflitos que, no norte e no centro do Pais, criam sofrimentos e mortes. Papa Francisco propõe um percurso de perdão sem esquecimento e enriquecido com a memória para ultrapassar os graves conflitos que assolam o mundo. Desde 2017 a Província de Cabo Delgado no norte de Moçambique, é palco de ataques, acções violentas e atrocidades contra os civis indefesos por parte de grupos de terroristas de matriz islâmica que querem criar o seu próprio ”estado” dentro do Estado moçambicano. Até hoje é uma guerra sem vencedor que provocou a deslocação de mais de 500 mil pessoas que abandonaram as suas casas, as suas machambas, os seus pertences e, sobretudo, a sua existência quotidiana, para encontrar abrigo em Pemba ou na Província de Nampula, bem como em outros distritos de outras Províncias. É uma tragedia que se depara com o fundamentalismo de quem, em nome de Deus, mata, corta as cabeças e queimas as casas. Também no Centro do Pais recomeçaram os ataques armados, daquela que se chama a Junta militar da Renamo, contra viaturas, camiões e machimbombos que transitam na Nacional 1 e nas aldeias circunvizinhas.   O lento caminho da paz Duas realidades conflituosas que paralisam Moçambique, provocam inúteis sofrimentos do povo e mantêm o pais num estado de insuportável ansiedade que prejudica aquele “futuro melhor” proclamado há tanto tempo. Esta é a nossa realidade. Agora vamos ver o que a carta “Fratelli Tutti” nos diz para encontrar um caminho de saída desta situação de escuridão. “No coração dos que maquinam o mal, há falsidade, mas aqueles que têm conselhos de paz, viverão na alegria» (Prov. 12, 20). No entanto, há quem busque soluções na guerra, que frequentemente «se nutre com a perversão das relações, com as ambições hegemónicas, os abusos de poder, com o medo do outro e a diferença vista como obstáculo». A guerra não é um fantasma do passado, mas tornou-se uma ameaça constante. O mundo está a encontrar cada vez mais dificuldade no lento caminho da paz que empreendera e começava a dar alguns frutos (256).   Guerra negação de todos os direitos Dado que se estão a criar novamente as condições para a proliferação de guerras, lembro que «a guerra é a negação de todos os direitos e uma agressão dramática ao meio ambiente. Se se quiser um desenvolvimento humano integral autêntico para todos, é preciso continuar incansavelmente no esforço de evitar a guerra entre as nações e os povos. Para isso, é preciso garantir o domínio incontrastado do direito e o recurso incansável às negociações, aos mediadores e à arbitragem, como é proposto pela Carta das Nações Unidas, verdadeira norma jurídica fundamental» … (257)   Guerra justa ou preventiva? Não! Deste modo facilmente se opta pela guerra valendo-se de todo o tipo de desculpas aparentemente humanitárias, defensivas ou preventivas, recorrendo-se mesmo à manipulação da informação. De facto, nas últimas décadas, todas as guerras pretenderam ter uma «justificação» … Assim, pretende-se indevidamente justificar inclusive ataques «preventivos» ou acções bélicas que dificilmente não acarretem «males e desordens mais graves do que o mal a eliminar» … Assim, já não podemos pensar na guerra como solução, porque provavelmente os riscos sempre serão superiores à hipotética utilidade que se lhe atribua. Perante esta realidade, hoje é muito difícil sustentar os critérios racionais amadurecidos noutros séculos para falar duma possível «guerra justa». Nunca mais a guerra! (258) No nosso mundo, já não existem só «pedaços» de guerra num país ou noutro, mas vive-se uma «guerra mundial aos pedaços», porque os destinos dos países estão intensamente ligados entre si no cenário mundial (259).   A guerra não é solução Toda a guerra deixa o mundo pior do que o encontrou. A guerra é um fracasso da política e da humanidade, uma rendição vergonhosa, uma derrota perante as forças do mal. Não fiquemos em discussões teóricas, tomemos contacto com as feridas, toquemos a carne de quem paga os danos. Voltemos o olhar para tantos civis massacrados como «danos colaterais». Interroguemos as vítimas. Prestemos atenção aos prófugos, àqueles que sofreram as radiações atómicas ou os ataques químicos, às mulheres que perderam os filhos, às crianças mutiladas ou privadas da sua infância. Consideremos a verdade destas vítimas da violência, olhemos a realidade com os seus olhos e escutemos as suas histórias com o coração aberto. Assim poderemos reconhecer o abismo do mal no coração da guerra, e não nos turvará o facto de nos tratarem como ingénuos porque escolhemos a paz (261)”.

maio 11 2021

O drama de Cabo Delgado

Por Dr. Deolindo Paúa O drama de Cabo Delgado deixa qualquer cidadão consciente, preocupado, pois, o nosso destino não pode ser definido pelo egoísmo de um grupo de pessoas. O nosso destino deveria pertencer-nos, não apenas como uma sociedade, mas sobretudo como um Estado soberano. Ninguém deveria ser condenado a abandonar a sua casa e os seus bens para vaguear no nada à procura de um destino incerto. A nossa sensibilidade como seres humanos já deveria ter sido reposta com os vários sofrimentos que passámos. Realmente, passámos por muitas guerras, como moçambicanos. Desde o início da colonização, escasseia a paz. Mas por outro lado, pela nossa experiência de gestão de conflitos, deveríamos ter melhorado e adoptado uma abordagem razoável de comunicação com o público. Até aqui, o que ouvimos como cidadãos sobre Cabo Delgado são trocas de acusações. De um lado uma sociedade civil e uma imprensa que acusam as Forças de Defesa e Segurança de inoperância. Do outro lado, as constantes conferências de imprensa do governo para rejeitar as acusações e assumir o seu activismo no terreno e denunciar a desinformação dos primeiros.   Gestão de conflito baseada na autoimagem A estas alturas já devíamos ter abandonado um modelo de gestão de conflitos baseado na auto-imagem como parece ser o caso. As nossas acções como Estado deveriam ser tendentes a garantir a soberania e os direitos dos cidadãos. Aliás, que Estado seríamos, se a nossa prioridade não fosse a de defender a dignidade de nossos cidadãos? O que constatamos neste momento é que há refugiados em muitas províncias do país, vindos de Cabo Delgado à procura de segurança. Então perguntamos: a situação em Cabo Delgado está ou não controlada? O que vemos e o que ouvimos como sociedade provoca-nos confusão e não nos deixa perceber o que se passa realmente nas terras do Norte de Cabo Delgado. Infelizmente estamos numa época em que pelas tecnologias de informação, as pessoas relatam tudo. Nesses relatos, verdades e mentiras vão sendo veiculadas. A porta para a desinformação pode justamente ser esse antagonismo: entre uma autoridade que nega factos ocorridos, interessada em limpar a sua imagem para ganhar as eleições, e uma imprensa supostamente interessada em exagerar nos relatos. Em quem se pensa que o povo vai acreditar? Precisamos de colocar os interesses nacionais acima de tudo.   A desinformação nunca é solução Nenhuma desinformação evitou que as pessoas morressem. Do mesmo jeito, defender a imagem de um governo inoperante em vez de defender o povo, jamais será solução. Negação de factos e descredibilização da imprensa jamais evitou mortes. É assumindo a verdade que se podem construir estratégias de remoção de um obstáculo aos direitos humanos. Apesar da teimosia dos factos, as nossas autoridades parecem comprometidas com a promoção da própria imagem. Com elas todos nós diante do horror aos nossos olhos, preferimos pontapear a verdade e vivermos como se nada estivesse a acontecer.   Ambição política mata a moral A guerra provoca o desespero das pessoas a quem afecta. Por isso, o que elas esperam não é necessariamente discussões e sobre quem tem razão nelas. O que elas esperam são acções concretas que lhes tirem essa aflição. Por debaixo do fogo provocado pela guerra, receio que haja um cidadão aflito interessado em saber quem tem razão na discussão sobre o tamanho de seu sofrimento. A sua única preocupação é a sobrevivência. A nossa ambição política já matou a nossa moral. Não deixemos que mate também a nossa sensibilidade sobre a vida e sobre o sofrimento das pessoas que fogem de uma guerra cujas motivações desconhecemos. Negar factos pode ser politicamente correcto, mas jamais será estratégia quando os factos contradizem esses factos. Entre esta aposta no politicamente correcto que as nossas autoridades preferem, ao abordar o assunto de Cabo Delgado, há factos que teimam em nos surpreender.   Todos no mesmo barco Supostamente o drama não é apenas do povo que foge, aterrorizado. É também das nossas forças militares visivelmente desmotivadas por causa de problemas logísticos que envolvem além de alimentação, dificuldades de equipamento militar. Continuamos a investir o nosso melhor armamento para a protecção de pessoas singulares, de altas individualidades. Continuamos a investir melhor igualmente nas nossas forças para conter manifestações pacíficas de cidadãos descontentes. Mas talvez não investimos, ou pelo menos não alocamos a técnica adequada num conflito que devia ser levado a sério por afectar a nossa soberania. É uma estranha forma de gestão de uma guerra extremamente assassina. Como cidadãos, não estamos interessados na suposta desinformação de alguma imprensa, mas também não estamos interessados numa FDS falante e não operante. As vidas de Cabo Delgado também são humanas!

abr 21 2021

Encerramento de fábricas de processamento da castanha põe em causa mais de 30 mil postos de trabalho

Mais de cinco fábricas de processamento de castanha de caju instaladas um pouco por toda a província de Nampula, encontram-se encerradas, e outras em número não especificado trabalham a meio gás, colocando em causa pouco mais de 30 mil postos de emprego entre fixo e sazonais. Face a esta situação, a Associação dos Industriais de Caju, está a fazer de tudo, com vista a salvar este sector, e recolocar a província e o país em particular, na rota dos mais produtores e exportadores da África. Mahumed Yunus Abdul Gani, presidente da AICAJU, falando em entrevista, assegurou que decorrem negociações com o governo, para a concessão de financiamentos través créditos para aquisição da matéria-prima. De sublinhar que nos últimos três anos, os níveis de produção da castanha de caju na província de Nampula, registaram uma queda significativa, passando das 70 mil toneladas anuais para perto de 20 mil toneladas.

mar 22 2021

Cidade de Nampula sem espaços para parqueamento de viaturas

Munícipes da cidade de Nampula ressentem-se da falta de espaços para parqueamento de automóveis, situação esta que se arrasta há bastante tempo. O Parque automóvel da cidade de Nampula aumentou de forma significativa e a urbe está ficar sem capacidade de resposta em termos de espaço para estacionamento dos veículos. Esta situação poderá se exacerbar nos próximos tempos tendo em conta que a construção dos edifícios ao nível da cidade, não cria condições para essas infra-estruturas. A Avenida Eduardo Mondlane é exemplo desta realidade porque as viaturas são estacionadas quase no leito da estrada. Abordados pela nossa equipe de reportagem, alguns munícipes consideram que esta situação em algum momento tem provocado acidentes de viação, uma vez que o lugar dos pedestres é ocupado por viaturas. Contudo, os munícipes pedem a edilidade de Nampula para identificação de espaços para parqueamento de viaturas de modo a inverter o cenário actual. Em torno do assunto, a Revista Vida Nova contactou o Conselho Autárquico de Nampula na Pessoa de Nelson Carvalho director de Comunicação e imagem o qual prometeu pronunciar-se posteriormente. (Júlio Assane)

mar 22 2021

Reserva de Mecubúri vai beneficiar de reflorestamento

Reserva de Mecubúri beneficia de reflorestamento com mais de 600 Mudas de árvores. A actividade está inserida na passagem do dia mundial do ambiente. Segundo Nélio Manuel chefe de departamento de ambiente, disse que o reflorestamento de uma das maiores reservas de Moçambique, surge por causa da invasão da população que habita há décadas na área de conservação ambiental e vive da agricultura recusando-se a sair. Aliás, segundo suas palavras o governo junto de parceiros vai levar a cabo trabalhos de sensibilização das comunidades que construíram suas moradias dentro da reserva para procurarem lugares melhores para a sua habitação que não seja dentro da reserva. Nélio Manuel, avançou que para o plantio das mudas de árvores nativas dentro da reserva foi identificado o local e, serão usados um total de 2000 hectares e, contará com a participação do governo da província de Nampula. De referir que a reserva nacional de Mecubúri localizada a oeste da província de Nampula, tem uma extensão de 230.000 hectares que nos últimos tempos tem sido palco de acções humanas que de certa forma colocam em causa a sua biodiversidade. (Júlio Assane)

mar 22 2021

Chuva deixa alagada a zona baixa de Nacala-porto em Nampula

A zona baixa da cidade portuária de Nacala em Nampula, ficou submersa em consequência da chuva que se abateu na tarde de ontem naquela região da província. Sem fazer vítimas mortais, a chuva deixou alagada a zona baixa da cidade portuária de Nacala condicionando circulação de pessoas e bens. O cenário teve incidência nos bairros de Mokone e Triângulo, respectivamente. Segundo relatos de algumas testemunhas vários produtos e bens que se encontravam na via pública, foram arrastados pela fúria das águas. O administrador de Nacala-a-Porto, Fernando Doda, avançou que neste momento decorrem trabalhos com vista apurar os estragos causados pela chuva. (Júlio Assane)

mar 22 2021

Em Nampula Dos 2.549.486 hectares planificados Nampula conseguiu apenas lavrar 2.486.834

A província de Nampula não atingiu a meta de produção agrária que era de dois milhões quinhentos e quarenta e nove mil e quatrocentos e oitenta e seis hectares previstos. A campanha agrária prestes a findar a província de Nampula tinha como meta lavrar cerca de dois milhões quinhentos e quarenta e nove mil e quatrocentos e oitenta e seis hectares mas deste plano apenas foram lavrados dois milhões quatrocentos e oitenta e seis mil e oitocentos e trinta e quatro. Os dados foram avançados esta quarta-feira pelo Director Provincial de Agricultura e Desenvolvimento Rural, Ernesto Pacule, o qual referiu que neste momento há acções em curso visando sensibilizar as comunidades para apostar na segunda época agrícola. Neste âmbito, de acordo com a fonte, a aposta vai para a produção de hortícolas nos próximos seis meses. Numa outra abordagem, o dirigente exortou aos camponeses para evitar a venda excessiva de produtos alimentares que neste momento já estão prontos para o seu consumo.

mar 17 2021

Mercado do peixe no bairro de Carrupeia funciona em condições deploráveis

O mercado municipal de peixe localizado no bairro de Carrupeia, arredores da cidade de Nampula, funciona em condições de higiene deploráveis, sob todos os riscos de saúde pública dai decorrentes. A realidade que vivem no quotidiano dos vendedores de peixe naquele mercado, baptizado por Comauto, localizado no bairro nobre de Carrupeia arredores da cidade de Nampula é caótica. Ali falar de mínimas condições de higiene é o mesmo que falar de uma luz no fundo do túnel. Sem frigoríficos para a conservação de pescado, bancas adequadas para a exposição do produto no processo de venda, são parte das preocupações que afligem os comerciantes. Abordados pela VN, os vendedores não esconderam a sua insatisfação e afirmam que em algum momento os mariscos chegam a deteriorar-se devido a falta de um frigorífico no raio do mercado, mas não há outra alternativa, visto que é a única actividade para estes ganharem dinheiro. No acto da construção, o município ergueu um edifício para colocação de um frigorífico visando a conservação de peixe mas, nos últimos dias serve para armazenamento de diversos produtos. Para além de higiene e falta de frigorífico, o estágio das infra-estruturas não justifica o estatuto que este mercado ostenta. Ana Alexandre, uma das vendedeiras daquele mercado, manifestou preocupação quanto a esta realidade e vincou ser necessário a criação de condições para o bem-estar dos vendedores e compradores. Recordar que este é um dos mercados que, com as receitas diárias, mais contribui para os cofres da edilidade. (Júlio Assane)

mar 17 2021

O preço de milho está cada vez mais a subir nos mercados de Nampula

A título de exemplo, uma lata de milho de 20 quilogramas é vendido entre 420 a 470 meticais, contra 320 a 350, preço aplicado até finais de Novembro do ano passado. E o saco de 90 quilogramas varia entre 1200 a 1300 meticais, contra 600 meticais de igual período do ano passado. Todavia, os vendedores entrevistados pela Vida Nova consideram que, este cenário é mais agravante neste ano, quando comparado com os anos anteriores. Carlos António vendedor de milho no mercado grossista do Waresta, disse por exemplo que, adquire o milho na Zâmbia ao preço de 18 meticais o quilograma e revende no mercado Nampulense por 25 meticais. Alguns compradores entrevistados pela nossa reportagem avançaram que para este ano a situação está deveras preocupante. Contudo, enquanto prevalecer a situação da subida de preço de milho afigura-se dias de ranger os dentes devido a fome que poderá assolar as comunidades. Para além do milho, o tomate também está na lista dos produtos que está a registar um agravamento onde a cada dia, está cada vez mais difícil comprar tomate nos mercados de Nampula. Devido ao agravamento de preço de tomate, trava-se uma autêntica batalha na procura do tomate nos mercados de Nampula, um dos produtos de referência para colorir o caril devido ao elevado valor de compra. Só para elucidar, o quilograma que antes era comercializado por apenas 30 a 50 meticais, actualmente, chega a ser vendido ao triplo deste valor, isto é, 150 meticais, e cesto de aproximadamente 25 quilogramas, está entre 1500 a 2000 meticais, contra os anteriores 700 meticais. Os comerciantes, ouvidos pela nossa reportagem, apontam a falta de chuva na fonte, como estando na origem do sumiço de tomate, o que concorre para a explosão do preço. (Júlio Assane)

mar 17 2021

Em Nampula Mercado Waresta continua com problemas de lama

O Mercado grossista de Waresta debate-se com problemas de lama, devido a paralisação das obras de pavimentação do troço que dá acesso ao interior daquele estabelecimento comercial, situação que vem se arrastando há um ano. Quando tudo se pensava que, o problema de lama teria o seu fim, com o arranque das obras de pavimentação de algumas vias que dão acesso ao interior do maior mercado da cidade de Nampula, não passou de um alarme visando aldrabar os munícipes que, acorrem aquele estabelecimento comercial a fim de fazer suas compras e vendas. A exemplo disso, a nossa equipa de reportagem testemunhou a última quinta-feira, o sofrimento daquele que, diariamente, tem o mercado como fonte de sobrevivência. Entretanto, desesperados estão os munícipes que clamam a quem de direito a inverter o cenário. Aliás, o dedo indicador aponta ao executivo de Paulo Vahanle de nada estar a fazer naquele mercado, tendo em consideração que pagam as taxas diárias exigidas pelo município. Todavia, sem entrar em detalhes, Paulo Vahanle, presidente do conselho autárquico de Nampula, reconhece a paralisação das obras de pavimentação no mercado do Waresta, e promete soluções a breve trecho. (Júlio Assane)

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