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Archive for vidanova

ago 17 2020

Acidente de viação faz três mortos

Acidente de viação faz três mortos Três pessoas morreram e 109 pessoas deram entrada no Hospital Central de Nampula na sequencia dos acidentes de viação registados durante os primeiros quinze dias na cidade de Nampula. A informação foi divulgada hoje (segunda-feira) pela médica clinica geral do hospital central de Nampula Laise Duarte, durante a apresentação dos casos que deram entrada na primeira quinzena de agosto naquela maior unidade sanitária da região norte do país. Laise Duarte explicou que, para além das mortes por acidente de viação que o hospital, aquela maior unidade sanitária da região norte registou 47 pacientes entrada por malaria que resultou em uma (1) morte. Laise Duarte, lançou um apelo as pessoas desta cidade para que não ignorem as medidas decretadas pelo ministério da saúde no uso corecto da rede mosquiteira e evitar fazer-se ao volante sob efeito de álcool para evitar derrame de sangue nas estradas desta cidade. No mesmo período em alusão, A fonte explicou que, o hospital registou dois (2) casos de violência sexual contra duas menores de 18 anos de idade. No que diz respeito a situação do coronavírus na província de Nampula, Laise Duarte explicou que o hospital testou 3.820 pacientes incluindo os acompanhantes onde, 90 casos foram suspeitos e 40 pessoas foram colhidas as amostras para a sua testagem. A fonte exortou aos cidadãos residentes nesta província para continuarem a usar a máscara e a lavagem constante das mãos para evitar a contaminação da pandemia mundial do novo coronavírus. De referir que, durante a primeira quinzena de agosto, o hospital central de Nampula registou 1792 pacientes dos quais, 240 foram internados, 137 foram encaminhados nos serviços de medicina, 70 pacientes nos erviços de cirurgia e 33 nos serviços de ortopedia e traumatologia. (Júlio Assane)

ago 17 2020

Fiscalização e apoio ao governo

Fiscalização e apoio ao governo Tem gente que chama de corno uma pessoa que sofre traição no relacionamento amoroso. Entretanto, vou usar o termo “corno” nesta minha breve reflexão a respeito da traição que certos povos sofrem por não quererem chegar a ciência sobre a democracia e política. Olhando profundamente o que muitos povos passam e vivem em muitos países, podemos trazer a provocação seguinte: muitos povos aceitam serem cornos, ou seja, são traídos ou se deixam ser traídos pior que num casamento. Alguém pode dizer  não, eu não sou traído, outros irão se sentir ofendidos outros ainda irão preferir serem indiferentes ao assunto. Não adianta fugir da realidade. Estou a falar da necessidade de apoiamos os  políticos e partidos que na hora da campanha eleitoral  vão ao encontro dos eleitores em busca de votos e prometem milhares de coisas. Já pensou alguma vez que ao aceitar o compromisso de ser cabo eleitoral ou eleitor de um candidato e chegando a hora de eleições vais  votar num partido e seu candidato sem saber seu manifesto ou programa de governação, estás a ocupar posição de traído ou mafiado? Isso mesmo, você é traído ou se deixa trair.  Até quando continuará sendo traído? Quando é que o cidadão, o povo é traído? Preste muita atenção. No casamento os dois juram a fidelidade, respeito, honestidade, transparência e viverem juntos para sempre. Quando uma das partes não cumpre com a aliança, significa está a trair ao outro. Porém, no contexto político, uma parte promete e outra sem muitos questionamentos vota no candidato ou algum partido. Será que no momento de pedido de voto  é o término da missão dos dois envolvidos na construção democrática? Em primeiro lugar, cidadão ou o povo é traído quando no relacionamento entre candidato e seu eleitor somente o primeiro ganha vantagens e o segundo é jogado ao lixo. Ele é enganado. Em segundo lugar, quando não há fiscalização nem apóio ao governo eleito e tudo depende do candidato ou o partido se cumpre ou não o que prometeu na campanha eleitoral. Quer no primeiro quer no segundo exemplo, o cidadão e o povo são traídos. Até quando continuaremos assistindo a traição? Tomemos como objecto de estudo o contexto que vivemos  causa por Covid-19, vai se revelando cada ferida escondida por muitos anos. Vamos ilustrar o que deveria ser feito e não  houve avanços em muitos países: Educação: formação de professores e remuneração são ainda pontos a discutir, mas a falta de infraestruturas dignas quando todos anos os relatórios apontavam que já construíram milhares e milhares de escolas. Afinal de tipo de edifícios? Por que neste momento de exigências constatou-se que em todo país, para o reinício de aulas, todos alunos deveriam ir a um capital da província ou mesmo do país onde se encontra talvez três escolas com mínimos requisitos para acolher alunos? Onde estão as escolas melhoradas que tanto tem se falado? Isso é traição. Encontramos milhares de escolas sem água nem energia nem latrinas melhoradas. Como vamos combater o coronavirus dessa forma? Saúde: são construídos muitos hospitais  e cada ano há formação de enfermeiros, além dos poucos médicos locais, cada país tem fundo que recebe ou proporciona para a área de saúde. Mas não é possível curar alguém doente se não há vontade e há falta de remédios. O assunto de remédios veio piorar neste momento de Covid-19. Não há remédio nos hospitais. Traição! Se o povo não morrer de coronavirus então já está a morrer das antigas doenças pois verificamos hospitais temporariamente fechados a espera de casos positivos de Covid-19. É problema de  amnésia ou quiseram ignorar para ver muitos povos, principalmente aqui na África, mortos de malária, de tuberculose, de HIV, de diabetes e hipertensão? Isso é traição. Segurança: cada país investe nessa área principalmente pelo avanço do terrorismo mas alguns  vivem,  em pleno momento de Covid-19,  num ambiente de Afeganistão.  Tem países que não confiam seu exército e prefere contratar mercenários. Onde está o exército? Onde estão os filhos do povo? O que falta nessa força local? Isso é traição. Contudo, neste momento de desespero,  qualquer povo quer sair da pandemia e de qualquer tipo de guerra de rebeldes ou de terroristas, pois o que mais se quer é ter  ambiente de paz e tranquilidade. Que a segurança seja restabelecida em todos os povos do mundo. Economia: África é um continente mais ricos em recursos naturais mas ao mesmo tempo é mais pobres do mundo. Que contradição! Onde vai a riqueza do povo? Não há justiça social. O que verificamos é o enriquecimento exagerado de poucos e ao mesmo tempo milhares de africanos ou outros povos excluídos necessitam de comida. Não há emprego para os jovens. A agricultura que resolveria o problema da pobreza, ninguém investe para a modernização e para o povo largar a enxada de cabo curto. Muitas empresas fortes pertencem aos patrões multinacionais e alguns amigos de gente de costas quentes. Isso é traição! A pobreza mata e escraviza. O sistema de transportes coletivos não garante uma viagem saudável. Muitos países na África, por exemplo, se o motorista querer distanciamento não haverá condições de viajar porque ele não terá dinheiro suficiente para compra de  combustível. Os povos Continuam a usar o “my love”, os chapa cem com o perigo de continuarem a propagar a Covid-19. Isso é traição! Como podemos sair disso? Quando uma pessoa é traída, senta com o traidor e pede que se arrependa se quer o perdão e prometa melhorar e nunca mais continuar a pecar. Ninguém confia mais no outro. O povo confia ou não aos seus candidatos? Não é tempo de eleições, mas o que se vive em muitos países principalmente na África, caro amigo, é a consequência de eleições sem critérios nem objectividade. Não adianta ir votar mas deve votar consciente. Ainda há tempo, por isso, vamos agora fiscalizar, monitorar o uso correcto do dinheiro do povo. Vamos ajudar os governos eleitos sem jogar a areia na cara deles. Claro devem os governos aceitarem

ago 17 2020

Bauman e a dificuldade de amar e egocentrismo exagerado

Bauman e a dificuldade de amar e egocentrismo exagerado A minha breve reflexão está basicamente inspirada no Amor líquido de Bauman e a actual conjuntura que estamos mergulhados. A primeira questão que coloco a todos é se há clara compreensão sobre o amor e quando pronunciamos o que pretendemos atingir. A outra verificação embora não muito profunda é a “alegria” dos egocêntricos neste tempo de COVID-19. Pois é, eles estão bem e são os mais felizes porque se antes se incomodavam ao encontrar e conviver com os outros, com o distanciamento social ninguém os incomoda. Mas até quando essa alegria vai durar?  Se por um lado os egocêntricos estão em festa os joviais e amigáveis estão de luto pois não conseguem partilhar a vida devidamente devido às restrições. Coragem!  Isso tudo vai passar.  Nos dois lados, os extremos: egocêntricos e amigáveis, há um aprendizado muito além da capacidade humana.  Uns querem continuar se isolando e outros querem estar com os outros brevemente. Aristotéles diz que o ser humano é um ser social, mas hoje podemos trazer nova afirmação: alguns seres humanos são seres sociais e outros são seres selvagens. Dependendo do ambiente em que a pessoa cresce e como ela assimila as coisas, umas são sociais e outras são selvagens. Cabe o estado isolar os selvagens para uma correção e posterior reintegração na sociedade. Outros selvagens continuarão a conviver conosco porque não cometem crimes mas se distanciam de todos  por causa dos seus comportamentos de pensarem que os outros são inimigos. Podemos passar anos e anos sem compreender como os egocêntricos processam suas mentes e suas emoções. Vamos ao nosso amigo Zygmunt Bauman  que é autor de inúmeras obras com a palavra líquido em seu título. A noção de liquidez proposta pelo filósofo e sociólogo polonês,  já  falecido, é aplicada aos mais variados temas como a modernidade, o amor, o medo, a vida e o tempo, expressando a fluidez, isto é, a imensa facilidade com que estes elementos escorrem pelas mãos do homem moderno. Nesse tempo de COVID-19, o medo perpassa nos vários cenários sociais: na Educaçao todos têm o medo de perder o ano lectivo e atrasar os projectos dos filhos e filhas. Na saúde, os governos temem um colapso total do sistema de saúde. Os pobres e os ricos têm medo da morte. Os ricos têm medo de perder toda riqueza. Os fundamentalistas têm medo que Deus esteja a condenar a humanidade.  E você qual é o seu medo? Ao escrever este texto direciono me a si para que saia do medo e covardia. Abra seu coração para viver o agora com todos os desafios mas pense sempre nos outros e na complexidade da vida.  A seguir trago o que Bauman no livro sobre o amor líquido, num dos capítulos no qual ele fala sobre a dificuldade de amar o próximo destacando o modo como lidamos com os estranhos. O medo de amar o estranho aprisiona muita gente mas como dissemos acima, essa dificuldade tem a ver com a própria forma como cada um é criado.  Quem cresceu tomando surra e quase numa cadeia domiciliar, qualquer atitude do outro pode abrir as sequelas das torturas antigas.  Eu acredito que nessa dificuldade de amar é que se encontra a raiz de tantos dos nossos problemas seja na esfera pessoal ou pública. Se não consegue amar então vai odiar ou invejar. O pior é quando uma pessoa olha aos outros como inimigos ou responsáveis pela desgraça que vive. Outro ponto discutido pelas novas atitudes do homem moderno está no consumismo e possessão. Vivemos em uma sociedade fortemente marcada pelo conflito “*ser*” versus “*ter*” na qual o homem passa a se expressar pelas suas posses, ou seja, isso é meu, este é meu marido, esta é minha esposa, este é meu pai, esta é minha mãe etc, elementos definidores de sua própria identidade, o que reflete na busca por certa conformidade que ceifa a pluralidade de existências e segrega o que é diferente, estranho. O termo “nosso” é aplicado para um determinado grupo e o resto não.  O modo como as cidades se dividem é exemplo de possessão, os nichos considerados seguros são aqueles onde todos se parecem, exacerbando a nossa dificuldade em lidar com os estranhos que passam a ser evitados através de sistemas de segurança, muros, investimento de cães bravos etc. A ideia que aparece é a resposta imediata do que o estado não providencia que é a segurança. Será que estamos seguros mesmo quando nossa casa esteja com todo aparato de segurança? A ideia de ser seguro engana muita gente. Como posso ficar unicamente seguro se ao lado está uma palhota que pode pegar fogo facilmente? Como posso estar na minha casa seguro se a cidade que vivo está a enfrentar na luta contra diferentes crimes? Muita gente evita a todo custo o incômodo de estar na presença de estranhos, começar a enxergar naquele que sequer se sabe o nome é visto como um inimigo em potencial e desconfiar de tudo e de todos só é possível graças ao desengajamento e ruptura de laços como sustenta Bauman. Se levarmos em conta que amar outra pessoa não é amar o que projetamos nela e sim a sua humanidade e singularidades, não será difícil compreender que o amor é um desafio nos tempos de modernidade líquida.  A busca pela felicidade individual nos transforma em tribunais individuais e, na disputa pela sentença a ser proferida, não raro, o que se vê é sair vencedor aquele que se recusa a ouvir o outro.  Facilmente, pois, livramo-nos dos compromissos e de tudo aquilo que nos pareça incômodo. Ninguém quer compromissos longos como casamento porque vai sofrer  por toda vida. Por isso encontramos pessoas que namoram hoje e dia seguinte abandonam. Trocam parceiros como se estivesse a trocar de roupa. Ainda que tão agarrados a nós mesmos, paradoxalmente, é bastante comum que a solidão seja companhia (e problema) constante de quem vive a descartar. No entanto, a solidão solitária, colocar-se numa ilha deserta, é início de um

ago 17 2020

Conheça os africanos que já receberam o Prêmio Nobel da Paz

Conheça os africanos que já receberam o Prêmio Nobel da Paz Albert Lutuli Quatro deles são da África do Sul e passaram muitos anos de suas vidas lutando contra o apartheid, regime de segregação que dividiu o país de 1948 a 1994. Na luta pelos direitos humanos, três mulheres (duas liberianas e uma queniana) também foram contempladas. O primeiro africano a ganhar o Prêmio Nobel da Paz foi Albert Lutuli (1898-1967). Inspirado em Mahatma Gandhi, tornou-se o porta-voz da campanha de desobediência civil contra a política de segregação de seu país. Lutuli nasceu na Rodésia do Sul, atual Zimbábue, mas adquiriu a nacionalidade sul-africana. Por sugerir um dia nacional de lamentação pelo Massacre de Sharpeville (março de 1960) e haver queimado publicamente o passe obrigatório (que os negros usavam), num gesto simbólico de desobediência civil às leis segregacionistas, Lutuli foi condenado, em 1960, a seis meses de prisão. Mesmo sofrendo pena de restrição, foi autorizado a sair do país para que, em dezembro de 1961, fosse até Oslo receber o Prêmio Nobel da Paz. Desmond-Tutu – ONU Em 1984, foi a vez do sul-africano Desmond Tutu, o primeiro negro a ocupar o cargo de Arcebispo da Cidade do Cabo. Após ser nomeado bispo, dirigiu a diocese de Lesoto (país vizinho) de 1976 a 1978, ano em que se tornou secretário-geral do Conselho das Igrejas da África do Sul. Sua proposta para a sociedade sul-africana incluía direitos civis iguais para todos; abolição das leis que limitavam a circulação dos negros; um sistema educacional comum e o fim das deportações forçadas de negros. Sua firme posição anti-apartheid – a política oficial de segregação racial – lhe garantiu, em 1984, o Nobel da Paz. Nelson Mandela e Frederick de Klerk – Wikipedia Em 1993, dois sul-africanos dividiram o Nobel da Paz. Nelson Mandela foi o presidente da África do Sul de 1994 a 1999, considerado o mais importante líder da África Negra. Até 2009, ele havia dedicado 67 anos de sua vida a serviço da humanidade. Foi o mais poderoso símbolo da luta contra o regime segregacionista do apartheid. Frederik Willem de Klerk foi o último branco a ser presidente da África do Sul. De Klerk é conhecido por fazer a transição do apartheid para a era democrática, permitindo à maioria negra direitos civis iguais aos brancos. Em 1994, Nelson Mandela se tornou o presidente do país e, de Klerk, o vice. Três anos depois, De Klerk abandonou a vida política. As mulheres da Paz Wangari Mathai – Foto: Unep.org Em 2004, Wangari Maathai (01/04/1940 – 25/09/2011) foi a primeira africana a ganhar um Nobel da Paz. Ela nasceu no distrito de Nyeri, na Província Central do Quênia, e ficou conhecida pela sua luta de conservação das florestas e do meio ambiente. Ainda na década de 1970, fundou o movimento do Cinturão Verde Pan-africano (Pan-African Green Belt Network), no Quênia, uma iniciativa que plantou 30 milhões de árvores. Ela serviu como uma inspiração para muitos na luta por direitos democráticos. Cinco anos após receber o Nobel, Wangari Maathai se tornou Mensageira da Paz das Nações Unidas, a convite do secretário-geral, Ban Ki-moon. Ellen Johnson-Sirleaf Em 2011, três mulheres dividiram o Nobel da Paz. Tawakkol Karman (Iêmen) e as liberianas Ellen Johnson Sirleaf e Leymah Gbowee. Ellen Johnson Sirleaf foi a vencedora das eleições presidenciais de 8 de novembro de 2005 e reeleita em 2011. Líder do Partido da Unidade (Unity Party), foi a primeira mulher chefe de estado de um país africano (Carmen Pereira foi a primeira mulher a presidir um pais africano, com um mandato interino na Guiné-Bissau, de 14 a 16 de maio de 1984). Ellen defende que todas as mulheres maltratadas lutem pela liberdade. Leymah Gbowee é uma ativista africana que foi encarregada de organizar o movimento de paz que colocou fim à Segunda Guerra Civil da Libéria, em 2003. Gbowee nasceu na zona central da Libéria e, aos 17 anos, se mudou para Monróvia, a capital, quando a Segunda Guerra Civil explodiu. Formou-se terapeuta durante a guerra civil e trabalhou com crianças que foram meninos-soldados do exército de Charles Taylor, o ex-presidente. Rodeada pelas imagens da guerra, Gbowee se deu conta de que “se qualquer mudança tivesse que acontecer na sociedade, isso teria que ser feito pelas mães”.   Egito e Gana (O leitor Alessandro Mathera relembrou as três personalidades africanas abaixo que não haviam sido citadas anteriormente no post do Por dentro da África). Falecido em 1981, Muhammad Anwar Al Sadat foi um militar e político egípcio, presidente do país de 1970 a 1981. Foi prisioneiro dos britânicos por ser agente alemão em 1942, e novamente, em (1946), por atos terroristas. Participou do golpe de 1952, que derrubou o rei Farouk e que levou Nasser ao poder. Sucedeu a Nasser como presidente do Egito (1970-1981). Em 1972, dispensou a missão soviética em seu país e, em 1974, após perder militarmente a guerra de Iom Kippur (1973), recuperou, no acordo de separação de forças, o canal de Suez das mãos de Israel. Recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1978 junto com Menachem Begin, nascido na Bielorússia. Mohamed ElBaradei é um diplomata egípcio, antigo diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). ElBaradei licenciou-se em direito pela Universidade do Cairo em 1962 e doutorou-se em Direito Internacional pela Universidade de Nova Iorque em 1974. Iniciou a sua carreira no Ministério dos Negócios Estrangeiros do Egipto em 1964, tendo exercido funções na missão permanente do Egipto na ONU em Nova Iorque e em Genebra. Entre 1981 e 1987 foi professor, Foi premiado com o Nobel da Paz de 2005, juntamente com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). Kofi Atta Annan é um diplomata de Gana. Foi, entre 1 de janeiro de 1997 e 1 de janeiro de 2007, o sétimo secretário-geral da Organização das Nações Unidas. Annan e as Nações Unidas foram co-receptores do Prêmio Nobel da Paz de 2001 pela criação do Fundo Global de Luta contra Aids, Tuberculose e Malária para ajudar países em desenvolvimento em

ago 17 2020

20 OBRAS DE MISERICÓRDIA PARA CONTIGO

20 OBRAS DE MISERICÓRDIA PARA CONTIGO Por Marta Rocha Disse Maria Robinson: «Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas qualquer um pode começar hoje a fazer um novo fim.» Pára de desperdiçar o teu tempo com as pessoas erradas A vida é curta demais para gastares o teu tempo com pessoas que sugam a tua felicidade. Se alguém te quiser na sua vida, eles vão arranjar espaço para ti. Não deves ter de lutar por um lugar. Nunca insistas em alguém que continua a desvalorizar os teus esforços. Lembra-te, não são as pessoas que estão ao teu lado quanto estás no teu melhor, mas aquelas que ficam contigo quando estás no teu pior; esses sim, são os teus verdadeiros amigos. Pára de fugir dos teus problemas Enfrenta-os de cabeça. Não, não será nada fácil. Não existe nenhuma pessoa no mundo capaz de aguentar todos os murros que a vida lhe dá. Na verdade, fomos feitos para ficar tristes, desmotivados, magoados, tropeçarmos e cairmos. Porque essa é a verdadeira essência da vida – enfrentar problemas, aprender, adaptar e resolvê-los ao longo do tempo. Isso será o que nos irá moldar na pessoa que um dia seremos. Pára de mentir a ti mesmo(a) Podes mentir a qualquer pessoa no mundo, mas não podes mentir a ti mesmo. Tudo fica mais fácil quando aceitamos a situação em que estamos, sem ilusões e sem acreditar que algo é de uma forma quando tu próprio sabes que não é. Procura ser um pessoa mais honesta com ela própria! Pára de colocar as tuas necessidades em segundo plano Não há nada mais doloroso do que te perderes durante o processo de amares alguém, e esqueceres que tu também és especial. Sim, ajuda outros; mas ajuda-te a ti próprio. Se existe um momento para seguires a tua paixão e fazeres algo de significante para ti, esse momento é agora! Pára de tentar ser uma pessoa que não és Um dos maiores desafios na vida é tentares ser tu próprio num mundo que está sempre a tentar que seja como qualquer outro. Alguém será sempre mais bonito, alguém será sempre mais inteligente, alguém será sempre mais novo, mas esse alguém nunca será como TU. Não mudes para que as pessoas gostem de ti. Sê tu próprio e as pessoas certas vão adorar o teu verdadeiro eu. Pára de ter medo de cometer erros Fazer alguma coisa e falhar é pelo menos dez vezes mais produtivo do que não fazer nada. Cada sucesso tem um imenso historial de erros por trás, e cada um deles aproxima-te cada vez mais do sucesso. Tu irás acabar por te arrepender MUITO MAIS das coisas que não fizeste do que das coisas que acabaste por fazer. Todos cometemos erros, temos problemas e arrependemos-nos de coisas no nosso passado. Mas tu não és os teus erros, não és os teus problemas, e tu estás aqui AGORA com o poder de moldares o teu dia e o teu futuro. Pára de pensar que não estás pronto(a) Nunca ninguém se sente 100% preparado quando uma oportunidade aparece. Isto porque as melhores oportunidades na vida fazem com que tenhamos que crescer para além da nossa zona de conforto, o que significa que não nos vamos sentir confortáveis no início. Pára de te envolveres em relacionamentos pelos motivos errados Os relacionamentos devem ser escolhidos convenientemente. É melhor ficares sozinho do que em má companhia. Não precisas de te apressar. Se algo estiver destinado a acontecer, vai acontecer – na altura certa, com a pessoa certa, e pela razão certa. Apaixona-te quando estiveres pronta, não quando estiveres sozinha. Pára de tentar competir com todas as pessoas Não te preocupes com o que os outros possam estar a fazer melhor que tu. Concentra-te em bateres os teus próprios recordes todos os dias. O sucesso é uma batalha entre ti e os teus resultados. Pára de reclamar e sentir pena de ti A vida dá-te vários desafios por uma razão – para mudar o teu rumo na direcção certa para ti. Podes não ver ou perceber no momento em que acontece, e pode até ser bastante duro, mas reflecte um pouco sobre os difíceis desafios que já tiveste. Vais reparar que isso te levou a lugares melhores, pessoas melhores, situações melhores. Por isso, SORRI! Deixa que todos saibam que hoje estás muito mais forte do que estavas ontem, e amanhã estarás ainda melhor. Pára de guardar rancor Não vivas a tua vida com ódio no coração. Vais acabar por te magoares muito mais do que às pessoas que odeias. Perdoar não é dizer, “o que me fizeste está ok”. É dizer, “Eu não vou deixar que o que me fizeste arruíne a minha felicidade para sempre”. Perdoar é a resposta… deixa passar, encontra paz, liberta-te! Pára de perder tempo a dares explicações aos outros Os teus amigos não vão precisar e os teus inimigos não vão acreditar de qualquer maneira. Faz aquilo que achas que é certo no teu coração. Pára de negligenciar os pequenos momentos Aproveita as melhores coisas na vida, porque um dia podes olhar para trás e veres que elas eram as coisas maiores. A grande parte da tua vida serão os momentos pequeno em que passas a sorrir com alguém que é importante para ti. E isso é maravilhoso. Pára de seguir o caminho mais fácil A vida não é fácil, especialmente quando pensas em conseguir algo significativo. Não escolhas a saída mais fácil, faz algo extraordinário. A recompensa será muito maior. Pára de fingir que está tudo bem quando não está Nem sempre tens que fingir que és forte, e não há necessidade de provares constantemente que tudo te corre bem. Não te deves preocupar com o que as outras pessoas vão pensar. Chora, se precisares; é saudável e quanto mais cedo fores capaz de fazer isso, mais cedo serás capaz de voltar a sorrir novamente. Pára de culpar os outros pelos teus problemas A medida em que podes realizar os teus

ago 17 2020

Qual a origem do símbolo da paz?

Qual a origem do símbolo da paz? Quantas vezes já viste o símbolo da paz em t-shirts, bandeiras, paredes, entre outros? Quando vemos este símbolo, todos pensamos em paz, mas o que é que este símbolo significa em concreto? Quem o inventou e quando? Hoje cientista, vamos contar-te tudo sobre os segredos escondidos desta figura, uma vez que hoje se celebra o Dia Internacional da Paz! Quantos símbolos da paz existem? Até hoje já deves ter visto muitos símbolos da paz, como a pomba branca com um ramo de oliveira, a imagem com origens judias-cristãs e a CND (Campanha pelo Desarmamento Nuclear), normalmente conhecido como o símbolo do “Hippie”. No entanto, há muitos outros, como o Tubo da Paz, usado pelos nativos americanos (mais conhecidos como índios) para estabelecer a paz entre duas tribos; o “Senbazuru” do Japão, cuja lenda diz que uma grua concederá um milagre para quem conseguiu criá-los e que se tornou mais popular depois de uma menina desejar superar a sua doença causada pela radiação de uma bomba atómica; o círculo de três pontos, usado pelos barcos como um símbolo de rendição e paz; e muitos outros. Interessante, não é cientista? Qual a origem desses símbolos da paz? Embora haja um número infinito de símbolos de paz, há essencialmente dois que são mais conhecidos: a pomba branca e o símbolo do hippie, mas … por quê? O símbolo da pomba branca é um dos símbolos de paz mais conhecidos! No continente europeu essencialmente, devido às suas origens, uma vez que estas são as duas religiões predominantes neste continente. A sua origem encontra-se na Bíblia, mas só em 1949 é que se tornou símbolo da paz, após a Segunda Guerra Mundial. Pablo Picasso foi quem desenvolveu este símbolo, quando pintou algumas sobre o tema Paz. Para além disso, uma das suas pinturas foi imagem principal de um Congresso Mundial da Paz em 1949. Em relação ao símbolo CND (Campanha para o Desarmamento Nuclear), foi criado para uma proposta diferente. O seu autor, Gerald Holtom, criou-o como um símbolo para representar a luta pelo desarmamento de um armamento nuclear da indústria nos arredores de Londres em 1958. No entanto, começou logo a tornar-se popular! O movimento Hippie começou a usá-lo para lutar contra o racismo e a Guerra Vietnam, e transformou-o num símbolo pacifista. Mais tarde, os punks e outros grupos também o usaram, sendo atualmente considerado um símbolo de paz universal. Curiosidades: O símbolo CND foi originalmente criado com apenas um cartão e palitos. Olhando para o alfabeto da bandeira marinha, o significado do símbolo CND é um “N” e “D” sobreposto. Acredita-se que os antigoss egípcios usaram um ganso como um símbolo de paz. A palavra “calumet” (origem francesa) também é usada para se referir ao Tubo da Paz. O Círculo de Três Pontos foi estabelecido como uma bandeira da paz no Acordo de Paz de Roerich em 1935.   Agora que já conheces um pouco mais sobre os diferentes símbolos de paz, podes fazer algo mais cientista … usa-os! Comemora o Dia Internacional da Paz e perdoa aqueles com quem estás chateado!

ago 17 2020

Alfabeto da paz/ vocabulário da Paz

Alfabeto da paz/ vocabulário da Paz A   amor, aprender, ajuda B   beleza, bondade C   compartilhar, comunicar, cooperar, colaborar cidadania D   dignidade, deveres, direitos, dialogo E     educar, emprego, ecologia, esperança, esquecer F     família, fraternidade, fé G     generosidade, gargalhada, graças, gentiliza H     harmonia, historia I     inteligência, informar, igualdade J     justiça, juventude L     liberdade, língua M   mundo, movimento, melhorar N     não violência, natureza O     ousar, ouvir, olhar, optimismo P     perdão, preservar, pensar, paciência Q     qualidade, questionar, querer R     respeitar, reciclar S     ser, sonhar, solidariedade T     tolerância, trabalho, transparência U     unidade, universo V     vontade, voluntariado, vida X   xenia (palavra grega que resume o conceito de hospitalidade próprio do antigo                                        mundo grego onde era dever dar hospitalidade a quem o pedia) Z   zelar

ago 12 2020

Comemoração do dia da juventude

FALTA DE EMPREGO E HABITAÇÃO PREOCUPA JOVENS DE NAMPULA   O governador de Nampula, Manuel Rodrigues Alberto, desafiou aos jovens desta parcela do país a continuarem a trabalhar no processo de desenvolvimento do país. O desafio lançado pelo governador da província foi feito durante a comemoração do dia internacional da juventude, que este ano é celebrado com o lema “Engajamento da juventude para acção global”. Manuel Rodrigues disse que os jovens devem trabalhar para enfrentarem os actuais desafios que esta camada enfrenta no que diz respeito a falta de emprego e espaço para a construção das suas moradias. Dos 378 mil empregos previstos até 2024, Manuel Rodriguês explicou que o seu executivo junto dos parceiros já criou só no primeiro semestre deste ano 12 mil empregos, onde destes foram ocupados maioritariamente por jovens. “O acesso a habitação condigna para os jovens desta província continua a ser uma aposta para o governo de Nampula” sublinhou Manuel Rodrigues, onde prometeu que, o seu executivo vai continuar a criar condições junto dos municípios desta província de modo que os jovens sejam atribuídos espaços para a construção das suas casas. Alguns jovens entrevistados pela equipa da Vida Nova, disseram que a situação de falta de emprego na província de Nampula piorou e ligado a este problema está também a falta de habitação que constitui um calcanhar de Aquiles. O presidente do conselho provincial da juventude de Nampula, Gilberto Francisco, explicou que a juventude de Nampula deve trabalhar com base nas acções do governo para conseguir ultrapassar todos os desafios que a camada está a enfrentar neste tempo da COVID-19 e não só que é a falta de emprego e espaço para a construção das suas residências. (Por Júlio Assane)

ago 11 2020

Carência de água em Nampula

FRACO ABASTECIMENTO DE ÁGUA PREOCUPA MORADORES Os moradores do bairro de Muahivire na cidade de Nampula mostram-se preocupados com o fraco abastecimento de água potável para aquela zona residencial. Alguns moradores ouvidos pela nossa reportagem explicaram que a falta de água para aquele bairro regista-se há um ano sob olhar negligente das autoridades competentes que velam a área da distribuição do precioso líquido. Agostinho Carlos, um dos moradores do bairro de Muahivire explicou que a fraca distribuição da água para aquela zona residencial leva a que muitas famílias que ali vivem usem água que não esteja em condições para o seu consumo perigando desta a saúde dos cidadãos. “Já lá vão três anos que somos obrigados a pagar as facturas de água, mesmo sabendo que a mesma não sai e, por conta desse problema, muitas famílias não pagam e são lhes cortadas a água. Não pagamos porque a consumimos. As torneiras não jorram água”- apontou o nosso entrevistado acrescentando que a falta de água naquele bairro faz com que muitas famílias se desloquem para outros bairros mais distantes para ter acesso ao precioso líquido. Os nossos entrevistados explicaram que, para além do não abastecimento de água para aquele bairro, o outro problema está ligado com a não abertura das fontenárias públicas que o FIPAG tinha disponibilizado gratuitamente por conta da COVID- 19 para a higienização das mãos. (Por Júlio Assane)

ago 11 2020

Província de Nampula

CERCA DE 200 CRIANÇAS ASSISTIDAS NOS CENTROS DE ACOLHIMENTO O Departamento provincial de Género Criança e Acção Social da província de Nampula está neste momento a assistir cerca de 200 crianças nos centros de acolhimento nesta época da COVID-19. Outras 340 já se encontram no convívio familiar onde, antes de serem entregues aos seus legítimos familiares foi feito um estudo para se aferir se as mesmas reúnem ou não condições para receber as crianças. O Representante do Departamento Provincial de Assuntos de Género Criança Acção, Augusto Mário, explicou que o departamento está a monitorar os centros de acolhimento e famílias para dar resposta as medidas de prevenção e combate ao novo coronavírus. Augusto Mário afirmou que recebeu baldes com torneira, sabão, máscaras e javel dos seus parceiros para apoiar as famílias carenciadas com maior destaque para pessoas com deficiência e crianças responsáveis de famílias para se prevenirem do novo coronavírus. “Neste momento o sector está a fazer o registo de pessoas vulneráveis para que tenham um apoio em produtos alimentares e, para além disso, as mulheres que realizam actividades informais, viúvas e solteiras vão beneficiar de subsídio de 1500 meticais mensal para se manterem prevenidas neste tempo da COVID-19ʺ- apontou Augusto Mário acrescentando que em todo o país o sector registou cerca de 900 famílias vulneráveis que serão assistidas. (Por Júlio Assane)

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