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Archive for vidanova

jul 15 2020

USO DA MÚSICA PARA COMBATER VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

Grupo de cantoras africanas usa música para combater a violência contra a mulher Por Natália da Luz De Bamako, no Mali, um grupo de cantoras usa a música para combater a violência contra mulheres que vivem bem longe dali. Em Kivu do Sul, na República Democrática do Congo, o abuso sexual contra meninas e mulheres é crescente e usado como arma de guerra. Para chamar a atenção do mundo sobre violações que acontecem contra as congolesas, ‘LesAmazones d’Afrique‘ cantam pelo fim da violência e impunidade. -Esse projeto veio num momento em que estávamos fartas de situações terríveis contra mulheres de todo o mundo. Em campos de batalha, a violência sexual é utilizada como um meio para desintegrar comunidades. As mulheres têm sido maltratadas por muito tempo. Pode parecer ingênuo, mas acreditamos que a música pode aliviar a dor – disse Pamela Badjogo em entrevista exclusiva ao Pordentro da África . O grupo foi formado há um ano em Bamako, quando MariamDoumbia, Pamela Badjogo e MariamKoné uniram suas vozes, baterias, guitarras, baixos e koras (uma harpa mandinka construída a partir de uma grande cabaça cortada ao meio e coberto com pele de vaca). Depois, MamaniKeita, KandiaKouyate, Nneka, InnaModja, Imany, RokiaKoné e MouneissaTandina completaram o grupo que canta “I playtheKora”, um hino de igualdade e de reconciliação entre homens e mulheres.   “Homem, os nossos problemas e dores são as nossas armas e nós, mulheres, queremos partilhá-las contigo.” Além da composição lançada em junho, elas criaram uma campanha de crowdfunding, cujas receitas contribuirão para financiar cirurgias da Fundação Panzi, criada em 1999 pelo ginecologista Denis Mukwege, indicado ao Nobel da Paz. O congolês que é herói de milhares de mulheres escravizadas física e emocionalmente, tem a sua missão contada no documentário O homem que conserta as mulheres. Dr Denis Mukwege no hospitalPanzi, na República democrática do Congo – Divulgação Por conta do seu trabalho, ele se tornou o maior especialista em danos provocados por violações, chegando a trabalhar mais de 18 horas por dia fazendo mais de 10 cirurgias. No total, em 15 anos, cerca de 40 mil mulheres já foram operadas pela equipe de Mukwege. E muitas mais ainda serão atendidas, já que o trabalho do hospital permanece. O contexto de guerra que caracteriza a República Democrática do Congo, sobretudo o leste do país, fez das mulheres e meninas seus principais alvos. O estupro em massa praticado por soldados e rebeldes é rotineiro, e as crianças-soldado também são vítimas dessa trágica guerra. Com isso, as mulheres têm perdido o seu lugar na sociedade, após serem estigmatizadas e rejeitadas. Os estupros, muitas vezes, envolvem facas e objetos perfurantes que não apenas atingem a vagina. Nesses ataques, muitas mulheres perdem a vida ou ficam com a saúde e a vida sexual comprometidas. -Acreditamos que a música pode contribuir para a mudança de mentalidade, que ela possa se transformar em um ativo para a mudança social, seja na República Democrática do Congo ou em qualquer outro lugar. Estamos otimistas com a repercussão do nosso trabalho. Torcemos para que o governo do Mali também se envolva para lutar contra a violência em zonas de guerra – ressaltou Pamela.   Riqueza musical no Mali A música do Mali é diversa e repleta de influências das culturas mandinga, fula, songai e tuareg, por exemplo. À frente do ‘LesAmazones d’Afrique’, um dos nomes mais famosos malineses é MariamDoumbia, da dupla Mariam e Amadou. Da nova geração, InnaModja é a principal representante. -Algumas de nossas canções lidam com a feminilidade e como também temos que ganhar o respeito das pessoas. No Mali, enfrentamos, diariamente, alguns preconceitos quando não aceitamos as diferenças. Um dos maiores desafios para as mulheres na África Ocidental talvez seja permanecer na escola, lutando contra a cultura do casamento precoce – contou Mariam. “Não me proíbam de ir à escola.quero aprender como contar, como escrever.” O primeiro disco do grupo, que está sendo gravado em Paris e Bamako, será lançado no início de 2017. As 13 faixas misturam línguas da Nigéria (igbo), Mali (bambara) e Senegal (wolof). Em todas elas, está o som do kora, que também é tocado na Guiné Conacri, Guiné-Bissau, Burkina Faso e Gâmbia. Com suas koras, ‘LesAmazones d’Afrique’ saem em turnê em homenagem às mulheres de todo o mundo. “Nós, mulheres, queremos construir um mundo melhor. O futuro de África também pode ser feminino.”

jul 15 2020

7 COISAS QUE OS PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS DETESTAM

7 COISAS QUE OS PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS DETESTAM Por: Lisa Wade Ensino numa escola superior há alguns anos e, durante este tempo, tenho descobertouma curiosa lista de coisas que espevitam os nervos dos instrutores e,então, resolvi partilhar. Não use a linguagem informal. Comunique-se com os seus professores como se estivesse no seu local de trabalho, pois você está. A linguagem deve ser cuidada e respeitosa, seja ela escrita ou falada, o estudante deve ser capaz de perceber quando a comunicação é ou não é a apropriada. Não questione ao professor se você “perdeu alguma coisa importante” durante uma ausência. Se realmente estiver preocupado com o que perdeu, faça leituras, obtenha apontamentos a partir de um colega de turma. Procure o professor no escritório, durante as horas normais de expediente, para discutir qualquer coisa não compreendida. Não arrume as suas coisas antes do fim da aula. Não faça isso. Espere mais 10 segundos até que a aula esteja realmente terminada. Se você não fizer isso, o professor pensará que você estava morrendo de vontade de sair da sala. Não faça uma pergunta sobre as lições ou deveres antes de verificar o plano analítico da cadeira. Faça um esforço de boa-fé para descobrir a resposta antes de perguntar ao professor. Não peça melhor classificação. Pode procurar o professor no seu escritório, durante o horário de expediente, para saber como estudar melhor ou melhorar o seu desempenho, mas não espere mudar a mente de seu professor em relação as suas notas. Reclamar uma suposta falha de classificação é aceitável, mas não pressione demais. Aplique a sua energia nos estudos e nas próximas avaliações. Não brinque com a formatação do trabalho. O trabalho não é longo o suficiente? Acha que o docente não conhece a diferença entre as fontes 11 e 12, ou entre “Arial” e “Times New Roman”? Não faça isso. Invista na sua pesquisa, não nas configurações do documento. Não encha de tolices as suas introduções e conclusões. Em sua conclusão, diga algo inteligente.

jul 15 2020

O CATECUMENADO: CAMINHADA DAS TREVAS PARA A LUZ

O CATECUMENADO: CAMINHADA DAS TREVAS PARA A LUZ (1Sam. 16, 1b.6-7.10-13ª; Ef. 5, 8-14; Jo. 9, 1-41) A caminhada do cego corresponde à dos catecúmenos. O momento que marca o encontro com a Luz é o dia do batismo. É interessante que o cego não vê a Luz (não chega à fé em Jesus) de repente. Primeiro Jesus suja-lhe os olhos (para que reconheça que é pecador e confie naquele que o pode libertar do mal). Só mais tarde, fazendo o que Jesus mandou (a luz nasce da obediência ao Evangelho), ao lavar-se na piscina de Siloé (o batismo), é que começa a ver. Mas ainda não consegue ver tudo. Só depois de ser provado pelas dificuldades que lhe foram criadas pelos chefes do povo e até pelos seus próprios familiares, depois de ser maltratado pelo nome de Jesus é que o cego se prostra diante do seu Salvador, o Filho do Homem (o Filho de Deus que assumiu a natureza humana para a libertar do pecado, pela morte na cruz) e proclama: Eu creio em ti, Senhor! Caro catecúmeno: Dizer “eu creio em Ti, Senhor” não são palavras para serem ditas da boca para fora. Para veres a Luz tens que estar disposto a deixar-te lavar os olhos, a ver as coisas com o olhar de Jesus (o Evangelho) e a enfrentar com firmeza e decisão as forças que te querem fazer desistir: não deixes que nada te faça desanimar. Então chegarás à Páscoa e verás a Luz em todo o seu esplendor!

jul 15 2020

A SAMARITANA ENCONTRA O CAMINHO DE JESUS

A SAMARITANA ENCONTRA O CAMINHO DE JESUS (Ex. 17, 3-7; Rom. 5,1-2. 2, 5- 8; Jo. 4, 5-42) A mulher da Samaria percorre um caminho semelhante ao do catecúmeno, na compreensão de Jesus. Ela só conhecia a água do poço (uma felicidade material, relações amorosas com muitos homens). Pouco a pouco, na conversa com Jesus (as várias etapas do catecumenado) ela descobre coisas admiráveis: primeiro, que está a falar com uma pessoa extraordinária; depois, começa a ver que ele pode ser o messias prometido; por fim, sente que ele faz nascer dentro dela uma fonte de água viva (sente-se respeitada e amada como nunca tinha sido: o seu coração fica preso a Jesus, mas não fica ciumenta por outros o terem para eles, porque vai chamar toda a gente para conhecer Aquele que ela tinha encontrado). Ela termina proclamando Jesus como o Salvador do mundo. Caro catecúmeno, caro cristão: esta descoberta de Jesus parece fácil. Podes imaginar que, com a água do batismo, a amizade com Jesus vai ser tudo um mar de rosas. Mas, tal como aos Israelitas, que foram libertos do Egito e passaram pelo batismo do Mar Vermelho, não lhes faltaram dificuldades e até murmuraram contra Deus, assim o caminho do catecúmeno, mesmo depois do batismo, não está isento de sofrimentos que até lhe hão-de fazer pensar que Deus se esqueceu dele. Mas Deus é fiel às suas promessas: a felicidade da vida nova, que jorra da amizade com Jesus, constrói-se aos poucos, com paciência, na fidelidade aos compromissos do batismo. É uma caminhada longa como a dos israelitas no deserto, durante quarenta anos.

jul 15 2020

DEUS PROVOCA O CRISTÃO, COMO A ABRAÃO

DEUS PROVOCA O CRISTÃO, COMO A ABRAÃO (Gen. 12, 1-4; 2Tim. 1, 8b-10; Mat. 17,1-9) Abraão é chamado por Deus a deixar a sua terra, isto é, a deixar a vida que tinha vivido até àquele dia. Ao entrar para o catecumenado também cada um de nós é chamado por Deus a deixar a vida antiga: corrupção, injustiça, mentiras, bebedeiras, roubo, prostituição, etc. Embora essas coisas não dessem a verdadeira felicidade, sempre davam alguma satisfação. Mas Deus promete uma vida muito melhor, onde o amor a Ele e aos irmãos enche o coração, na vivência da liberdade sobre os vícios que escravizam, a liberdade que dignifica a pessoa. Durante o catecumenado cada um é convidado a percorrer um caminho de libertação. Como a Abraão, Deus não lhe diz todo o percurso. Vai-o guiando aos poucos. O que importa é estar disponível para ser guiado. No Evangelho ouve-se a voz de Deus: “Este é o meu Filho. Escutai-o”. De facto, Jesus é o guia que nos vai dizendo por onde temos que ir. Ele explica o que Moisés e Elias tinham profetizado e mostra que, para chegar à glória e à felicidade que o seu rosto luminoso anuncia, (a felicidade dos filhos de Deus) é preciso passar pela cruz (a entrega da vida em favor dos irmãos). Esse é o caminho do catecúmeno, para se tornar cristão, o caminho de Cristo.

jul 15 2020

MESMO DEPOIS DO BATISMO SOMOS TENTADOS

MESMO DEPOIS DO BATISMO SOMOS TENTADOS (Gen. 2, 7-9; 3, 1-7; Rom. 5, 12-19; Mat. 4, 1-11) A Quaresma é um pequeno resumo do catecumenado e, ao longo de 5 Domingos, são apresentadas as várias etapas dessa caminhada. No 1º Domingo, o catecúmeno é convidado a conhecer as tentações que o levam a pecar, olhando para Adão e para Jesus. Apesar de ter conhecido a amizade com Deus, Adão deixa-se seduzir pelo desejo de ser dono da vida e escolhe fazer o que é contrário à vontade de Deus, tornando-se infeliz, porque demasiado orgulhoso e inclinado à satisfação dos próprios interesses. Por isso deixa de ser uma pessoa de comunhão com os outros e com Deus. Toda a pessoa humana cai na mesma tentação em que caiu Adão. A única forma de vencer as tentações é seguir Jesus e deixar-se atrair pela sua humildade e obediência ao Pai. Também as tentações de Jesus são como as nossas: servir-nos do poder que temos para nosso benefício, para nos safarmos da melhor maneira (sem pensar nos outros nem em Deus, claro!); pretender que Deus faça o que queremos, em vez de fazermos nós o que Ele quer; preocupar-nos com ser famosos, ricos e mais do que os outros, em vez de estar ao serviço dos mais pobres e necessitados. Para vencer as tentações Jesus usou sempre as Sagradas Escrituras, onde encontrou uma sabedoria diferente da sabedoria humana. Caro cristão, que uso fazes da Palavra de Deus (Bíblia)?

jul 15 2020

DEUS É PAI E MÃE AO MESMO TEMPO

DEUS É PAI E MÃE AO MESMO TEMPO (Is. 49, 14-15; 1Cor. 4, 1-5; Mat. 6, 24-34) Nos tempos do profeta Isaías, quando um marido rejeitasse a mulher, já não podia voltar a recebê-la na sua casa. Ou se um pai expulsasse um filho de casa, ele ficava amaldiçoado para sempre e não podia recebê-lo de novo. Depois da derrota e destruição de Jerusalém (quando o povo foi levado preso para Babilónia) Israel sentiu que Deus o tinha amaldiçoado e expulso de casa. Por isso a 1ª leitura de hoje começa dizendo: “O Senhor abandonou-me de vez; o Senhor esqueceu-se de mim”. Vejam qual foi a resposta de Deus: “Pode uma mãe esquecer aquele que cresceu na sua barriga”? Afinal, Deus é muito diferente daquilo que nós pensamos! No Evangelho, Jesus diz que Deus ama tanto os ricos como os pobres. Por amar os ricos é que Jesus procura abrir-lhes os olhos para o perigo que eles correm, agarrando-se ao dinheiro mais do que a Deus. É que o dinheiro pode tornar-se num deus falso (ídolo). Quem ama a Deus acima de tudo usa o dinheiro para ajudar os pobres. Aos pobres, Jesus aconselha que confiem em Deus e fiquem calmos, nos momentos de dificuldade. Confiar não é um convite à resignação ou à preguiça, mas a pensar com calma o que fazer, sabendo que Deus abençoa os esforços dos que nele confiam. Ricos e pobres, a viver juntos o amor de Deus, podem-se ajudar muito uns aos outros.

jul 15 2020

SER SANTOS COMO DEUS É SANTO

SER SANTOS COMO DEUS É SANTO (Lev.19, 1-2.17-18; 1Cor. 3, 16-23; Mat. 5, 38-48)  “Santo” em hebraico quer dizer “separado”. Deus, no A.T. é chamado “santo” porque é completamente diferente de tudo o que existe. Vive num mundo à parte, no céu, ou no lugar muito reservado do Templo de Jerusalém. Por isso, os Israelitas achavam que, para serem santos, não podiam misturar-se com outros povos e culturas. Tinham que viver separados, para não se contaminarem. No entanto o livro do Levítico já fala de uma santidade que consiste em não guardar ódio nem rancor contra o irmão e em amar o outro como cada um se ama a si mesmo. Mas, como no Evangelho do Domingo passado, Jesus pede mais aos seus seguidores: não basta amar (não odiar) os irmãos da própria família ou da própria nação. É preciso amar a todos, mesmo os inimigos. Também considera que não é bom punir o criminoso com a mesma violência que ele cometeu (olho por olho, dente por dente), porque violência gera mais violência. Se alguém te bate numa face, não lhe pagues com a mesma moeda. Não respondas. Desse modo a violência acaba ali. Isso é o que significa oferecer a outra face.

jul 15 2020

A antiga Lei é boa, mas não é suficiente

A antiga Lei é boa, mas não é suficiente (Ecl. 15, 16-21; 1Cor. 2,6-10; 5, 17-37) Diante da Lei de Moisés é fácil comportarmo-nos como escravos: cumprimos só o que está exigido, por medo do castigo. A Lei também só impõe o mínimo que se deve fazer para não receber castigo, mas não estimula a liberdade para amar sem limites. Só o Espírito de Jesus abre novas possibilidades para fazer mais e melhor – como nos ensina o Evangelho de hoje. E a liberdade leva-nos a assumir as nossas responsabilidades no bem ou no mal que escolhemos fazer, com todas as suas consequências – como diz a primeira leitura. Jesus cumpriu tudo o que mandava a Lei de Moisés, mas com um espírito novo, com um coração super generoso. Por isso é que qualquer cristão precisa de interpretar a Lei (e todo o Antigo Testamento) não à letra, mas à luz de Jesus. Cuidado, então, para não pensar que estamos a fazer o bem, quando não. Não é verdade que muitas vezes ficamos tranquilos depois de cometer adultério, depois de roubar, depois de dizer mentiras, só porque ninguém descobriu o mal que fizemos? Isso é liberdade? Isso é responsabilidade? Será que já somos bons por não matarmos nem roubarmos, por não faltarmos à missa nem andarmos com a mulher do vizinho? Será que Jesus se contentou em fazer só isso? Não deu ele a vida por aqueles que o maltratavam? Talvez não seja questão de arrancar um olho ou de cortar uma mão, mas o coração ainda precisa de mudar muito.

jul 15 2020

Qual é o papel do cristão no mundo?

Qual é o papel do cristão no mundo? Por Pe José Júlio Marques  Para responder a esta pergunta, o Evangelho de Mateus usa duas comparações: o sal e a luz. Uma das coisas que o sal faz é dar sabor à comida. Neste caso, o sal significa a sabedoria de Deus que dá sentido à vida. O cristão “salgado” aprendeu de Jesus que a vida não acaba neste mundo, mas desemboca na vida eterna. Esta começa já neste mundo, na vida de quem ama. O sal tem outra função: não deixar que a carne ou o peixe apodreçam. O cristão “salgado” tem a missão de impedir que a sociedade caia na corrupção e nos vícios: imoralidade, ódios, vinganças, violências, ofensas, calúnias… Mas, não é verdade que há muitos cristãos corruptos e metidos nos vícios? Claro! Esses são como o sal que perdeu a força. São batizados, mas não vivem segundo de acordo com a maneira de ser de Jesus. A outra comparação é a da luz: função da luz é mostrar as coisas. A luz não se vê: faz ver o que está à nossa volta. Dizer que o cristão é luz significa que, nas boas obras que tenta praticar, ele faz ver que o verdadeiro autor delas é Deus, que atua nele. O cristão “iluminado” não atrai as atenções para si, mas para Aquele que trabalha nele. Se as obras do cristão não falam de Deus e não O mostram ao mundo, para que o mundo creia e O louve, é um cristão “apagado”.

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